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domingo, 31 de maio de 2020

Stargazery - Constellation (2020) Finlândia



Já faz quase um ano desde o anúncio de que um novo álbum dos Stargazery, Constellation, estava em andamento. Em comemoração ao próximo lançamento, em junho de 2019, a Pure Steel Records relançou o álbum de estreia da banda, Eye In The Sky , em vinil. Mas por que demorou tanto tempo para chegar Constellation? Talvez o motivo mais básico seja a mudança no pessoal da banda desde o Star Aligned de 2015. Constellation chega com os novos musicos Ilkka Leskela na bateria, Marko Pukkila no baixo e Pasi Hiltula nos teclados.
O que não mudou é o estilo melódico metal dos Stargazery, que apresenta uma forte dependência de teclados. Com algumas variações aqui e ali, a fórmula da música dos Stargazery é bastante simples: comeca com riffs fortes e sintetizadores brilhantes, diminui um pouco de ritmo e groove, mantem os riffs e sintetizadores fluindo e, de seguida, oferece um dueto de solos de sintetizador e guitarra em duelo. Todas essas coisas são envolvidas em melodia e harmonia, e refrões cativantes. Essa metodologia é evidente em Sinners In Shadows, Dark Side Of The Moon, War Torn, ou Self-Proclaimed King. Há exceções para todas as regras. A balada I Found Angels gira em torno de voz, guitarra acústica e bateria antes da chegada da orquestração de sintetizadores. Como alternativa, em Caught In The Crossfire, os sintetizadores e riffs lutam no início. O primeiro lidera o último para começar, mas os riffs rugem rapidamente e os sintetizadores se tornam sotaques. Mas os sintetizadores se vingam com um grande solo com cerca de três quartos e acabam num final mais forte.
Essencialmente, há muito a ser dito sobre a consistência constante. Para Stargazery e Constellation, isso significa simplesmente entregar sua marca registada, rock metal melódico com forte aprimoramento de sintetizadores. Se gostaste de álbuns anteriores, vais gostar deste.


domingo, 25 de janeiro de 2015

STARGAZERY - STARS ALLIGNED (2015) FINLAND



E aí está o esperado 2º disco dos Stargazer-y. Sim, primeiramente chamavam-se Stargazer, mas como existiam já demasiadas bandas com esse nome bastou acrescentar um Y e tudo mudou radicalmente. No meio de tanta oferta, será esta assim tão esperada? Possívelmente sim, possivelmente não; tudo depende se conhecem o projecto e se querem continuar a segui-lo, ou se estão dispostos a ouvir algo mais do mesmo, ou se a vossa curiosidade e imparcialidade vos leva a tentarem mais um nova oferta. Mas então existe ou não algum motivo para ter essa curiosidade?
Decidam vocês, mas aqui vão alguns pormenores que podem ajudar. São finlandeses, tocam metal melódico e sinfónico com bom encaixe e qualidade; o que dá pelo menos uma certeza, podem não gostar mas não é sapato velho. Jari Tiura, o vocalista; teve uma passagem pela banda do lendário "bad boy" alemão, Michael Schenker. Ohonen, Jukikokko e Ontero, fazem parte dos Burning Point, o que quer dizer que existem aqui afinidades; e marco Sneck, um talentoso e experimentado teclista que já passou por bandas como Poisonblack e Afterworld. O ambiente deste disco situa-se algures por Yngwie Malmsteen's Odissey, mas sem a crueza do mesmo, aqui bem mais polido. quando refiro Yngwie, também me refiro a solos que remetem para o sueco, na essência não na técnica. Mas não é neo-clássico, pelo menos tão evidente; é sinfónico. 
Se isto despertou a vossa curiosidade, então avancem, porque é acima de tudo um disco ambiental com carácter épico,; e quase que jurava que se assim não fosse, talvez Leverage; outra das bandas de primeira linha da terra dos mil lagos fosse a comparação ideal, o que deixava este projecto numa situação de ,... apenas mais uma.
Peca pelo excesso de polimento, parece pop; bem podia ter um som mais aberto e aí a conversa era outra.
McLeod Falou!