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terça-feira, 23 de maio de 2017

Custard - A Realm Of Tales (2017) Alemanha



Os alemães Custard lançam o novo álbum chamado A Realm Of Tales que é bem acima da média do que normalmente é apresentado no estilo Power Metal / Heavy.
Eles nasceram em 1987 e têm lançado desde então alguns discos, Signa Inferre (1992, demo), God Of Storm (1996, EP), Kingdoms of Your Life (1999), For My King (2000) Wheels Of Time (2005), Forces Remain (2008) Infested By Anger (2012) e agora lançam A Realm Of Tales em 2017.
Destaco as fantásticas letras sobre temas fantasiosos, as harmoniosas guitarras típicas do power, melodias cativantes com algum sentimento folk, simples, mas quebra ritmos e uma voz roçando a perfeição ambiental de que ele é requerido, porque Olli Strasser faz um excelente papel.
Talvez que a capa não diga muito, opaca e sem brilho, mas depois traz "Icy Stare", tornando introdução expectante, armando-se gradualmente do grito doloroso de Olli seguido de "Queen of Snow", uma grande canção que que começa as primeiras notas ao estilo de Black Sabbath e sofre alterações rapidamente para o lado do power, com um coro típico em excesso, mas não suja o resto.
"The Pied Piper" é a continuação, rodando a vertigem inicial depois o tema mais sensato, com alguns recursos que quebram a atmosfera, mas não nos fazem desviar o ouvido de um tema explosivo. E pelo titulo nós antecipamos os sons arabescos de "Arabian Nights", um mid-tempo montando os camelos na areia fugaz, uma pena que não termine por cortar as cordas de alguma forma e ganhar um pouco de raiva.
Queres típico Power? Pois aqui levas com "Snow White", um tema que acaba por aborrecer. Curioso é "Snow Away" tem apenas alguns segundos de voz de menina perdida, na noite?. E é claro que não poderia faltar a balada, melhor do que a média, 'The Little Match Girl' cumpre corretamente. "Daughter of the Sea" é outro tema que vai deliciar os fãs de Helloween, na mesma linha, mas com alguns riffs poderosos que fazem ganhar uma certa profundidade no tema.
E temos mais com "Witch Hunter" o heavy luta para lidar com guitarra endurecidos e a voz de Olli explora outros sons mais marcados, eu gosto deste aspecto da banda, deve explorar mais, sem dúvida. Coisa que eles fazem no próximo, "Sign of Evil". "Bluebeard", no entanto, fazem alguns sons Prog com um sentimento "Maiden" não é mau. Nós concluímos com "Forged in Fantasy" muito power e típica, autêntica power metaleiro.
A Realm Of Tales é um disco notável, pouca coisa nova, mas sendo seguidor de género eu não acho que perguntes por mais. Bem feito, você ouvir com grande prazer várias vezes sem se cansar.



quinta-feira, 21 de julho de 2016

CUSTARD – INFESTED BY ANGER (2012) ALEMANHA


Saídos da febre do euro thrash metal, Custard militam nas divisões do Metal desde 1987. Só em 1999 é que conseguem gravar o 1º àlbum, e desde então têm vindo a refinar o seu som para algo mais Heavy-Metal, ou se preferirem mais Speed\Power Metal. Hoje, com um som mais assente no regionalismo germânico, misturando-se com bandas como Gravestone, Stormwitch; Tyrant, e uma cucharada de NWOBHM; os Custard são daquelas bandas que sobrevivem mas sem passar privações de culto ou popularidade devido ao seu sentimento muito directo de estar com as legiões do metal. Melódicos e talvez um pouco sinfónicos e épicos, deixam este novo disco no 5º lugar da sua era cronológica, que apesar de longa, poderia ter sido bem mais produtiva, mas como eles próprios afirmam, "isto começou como um projecto para a galhofa,... e evoluiu!" Metal teutónico bem clássico e muito bom de se ouvir, vai de certeza agradar àqueles mais ferverosos fans da época dourada. Na verdade, vai agradar a muitos mais, porque sem dúvida que este disco é daqueles que saí da velha escola do metal e que por isso agrada a todos.
McLeod Falou!