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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

POST DA SEMANA - Krokus - Big Rocks (2017) Suiça



As lendas suíças do hard rock e heavy metal Krokus vai lançar um novo álbum intitulado 'Big Rocks' em 27 de janeiro. Desde 1975, Krokus é sinónimo de "alta qualidade, grande tenda, power rock feito à mão" e continua o mesmo neste álbum também. Mas este álbum compreende apenas de covers, incluindo uma cover de uma música do seu quarto álbum.
A ideia de tal álbum estava nas cabeças dos membros da banda desde há muito tempo e, finalmente, eles estão o fazendo.
A faixa de abertura é uma versão instrumental clássica dos Sabbath "NIB". As harmonias da guitarra no meio da música fazem sentir um clímax de excitação musical, mas teria sido melhor se fizessem na canção completa, juntamente com os vocais. O próximo é Queen e "Tie Your Mother Down" onde os Krokus adicionam um pouco de sabor NWOBHM e a voz de Marc Storace soa muito como Biff Clyford dos Saxon no presente. A próxima faixa é uma versão muito estilo punk de "My Generation" originalmente dos The Who . O baterista fez um trabalho notavelmente magnífico. A quarta música é um tributo de heavy metal para a cover de 1965 de "Wild Thing", dos The Trogs.
As próximas duas músicas, também são excelentes covers de dois clássicos de Neil Young e The Space Davies Group respectivamente. Nenhum álbum de tributo ao rock and roll pode estar completo sem Led Zeppelin e a oitava canção leva isso em conta. O vocalista quase faz uma voz perfeita de Robert Plant no presente e os heavy riffs acompanham muito bem a música. A próxima é uma cover muito diferente de "Summertime Blues" com uma sensação de hard rock da velha escola dos anos 80. Krokus certamente sabe como agradar um amante de clássico rock e, portanto, não deixar de fora puxando de uma grande cover de "Born To Be Wild" no álbum, seguido por uma cover de Dylan e uma dos Stones.
A grande novidade de 'Big Rocks' é que o som está cheio de power rock vintage com um toque de blues e sem qualquer um dos truques de estúdio usuais hoje em dia. A banda soa crua e impecável e será uma viagem pela memória dos amantes do clássico rock 'n' roll.



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Krokus - Hoodoo (2010) Suiça



São mais de 35 anos de carreira, 15 álbuns de estúdio, várias mudanças de formação e alguns clássicos que ficaram marcados principalmente na história do Hard Rock / Metal europeu dos anos 80.
Claro que não é tão simples assim resumir a trajetória da banda suíça Krokus, mas com o lançamento de seu 16º trabalho de estúdio, “Hoodoo”, temos a banda mais uma vez apresentando um som que na verdade parece já feito por outros grupos há uns 30 anos.
Este é um disco bem animado, com músicas que empolgam o ouvinte durante a audição, mas estão quase sempre parecendo alguma coisa já feita pelo Sweet ou pelo AC/DC com Bon Scott. Sim, imagino que você já tenha ouvido ou lido alguém falar que a banda parece o AC/DC pré-Brian Johnson. Mas é a verdade.
“Drive it In” introduz o ouvinte ao Rock n’ Roll direto e animado do disco. Boa música para a abertura. Na sequência “Hoodoo Woman”, com um ‘riff’ que lembra bastante ZZ Top. Este é o primeiro ‘single’ do disco.
O Krokus tem certa tradição em regravar sucessos de outros artistas. Já fizeram isso com “School’s Out”, do Alice Cooper, e “The Ballroom Blitz”, do Sweet. Neste novo trabalho a banda escolheu ‘o’ clássico do Steppenwolf: “Born to be Wild”. Apesar de não ser uma versão idêntica, com algumas pequenas modificações, continua difícil ouvir essa música que tanto é tocada em qualquer buteco da vida.
“Rock ‘n’ Roll Handshake” deve ter sido roubada das sobras de gravação do “Highway to Hell”. É muito parecido. Mas o melhor momento do disco vem a seguir, com a faixa “Ride into the Sun”. A música tem um estilo mais anos 80, lenta, cadenciada, com uma ótima melodia de guitarra e um bom refrão. Ponto alto do disco.
Com um estilo mais bluesy temos “Dirty Street”, com um bom solo de guitarra. O álbum termina com a rápida “Firestar”. Boa música também.
O Krokus apresenta em “Hoodoo” um bom disco, mas não mostra nada de grande destaque ou que possa tirar a banda do palco secundário onde parece que sempre esteve.