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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

White Lion - The Definitive Rock Collection (2007) USA


The Definitive Rock Collection é o último álbum de compilação dos White Lion, lançado em 2007 pela Atlantic Records. A melhor coleção de faixas de estúdio e ao vivo 'White Lion'. A compilação possui todos os singles dos White Lion. Após o lançamento do álbum, a banda estava preparada para uma turnê de verão com os Poison e Ratt a ideia foi abandonada pelo promotor do tour depois do ex-guitarrista dos White Lion Vito Bratta ameaçar com uma ação legal sobre o nome da banda.
Esta ação legal ameaçada, no entanto, não parou a banda e eles apareceram em Rocklahoma em Pryor, OK, em 13 de julho de 2007, com Poison, Ratt, Quot Riot, Slaughter , Y & T , Gypsy Pistoleros, Dirty Penny, Greg Leon Invasion e Zendozer. Após esse festival, eles fizeram turnês nos EUA e, eventualmente, Mike Tramp conseguiu usar novamente o nome da banda original.



terça-feira, 20 de setembro de 2016

WHITE LION - White Lion [Live, remastered](2005) USA


Este é um disco ao vivo e originalmente um bootleg com o áudio retirado de WHITE LION; Bang Your Festival Cabeça 2005, o DVD-só apareceu em 2005 via Frontiers Records.
Como o CD de áudio nunca foi lançado, a gravação foi pirateada devido à demanda dos fãs. Mas Mike Tramp mais tarde aprovou o lançamento e depois de alguma remasterização apareceu no iTunes, Amazon, etc em formato digital.
White Lion desfez se em 1991 e não foi até 2005, quando o cantor Mike Tramp decidiu escolher a dedo um punhado de músicos para levar a bandeira de WHITE LION novamente numa longa turnê europeia, que culminou com uma aparência bem-sucedida no bang Your Head Festival em Balingen, Alemanha.
O concerto foi filmado e lançado em DVD somente, incluindo o show completo realizado no Festival com uma lista de temas com todos os grandes sucessos da banda bem conhecidos, incluindo "Broken Heart", "Wait" e "Radar Love”, entre outros. no entanto, a performance ao vivo de" Lights And Thunder' destaque aqui é tirada da turnê EUA.
A formação inclui o fundador Mike Tramp junto com o guitarrista Jamie Law, o baixista Noel Langescov, teclista Hanning Wanner e o baterista Troy Patrick Farrell; o mesmo pessoal que iria gravar em estúdio no álbum de retorno dos White Lion "Return Of The Pride" três anos mais tarde.
As canções são executadas fielmente, muito na linha com as versões originais e a banda realmente parece estar tendo uma explosão, especialmente Patrick na bateria e Jamie na guitarra fazendo um grande show explosivo.
A entrega vocal de Tramp é boa, mas definitivamente não é tão forte como na década de oitenta, alterando algumas linhas de melodia para acertar as notas. A verdade é que há momentos (como em 'Lonely Nights "ou" Little Fighter ") onde vais sentir a tua espinha tremendo com a sua clássica garganta recheada. Felizmente, os coros são mais do que bem-feitos e trazem a marca registada dominando as harmonias do coro White Lion.
De qualquer forma, este disco é uma boa representação renovada dos White Lion com o áudio original agora criado a partir das fitas originais com resultados muito bons.
Edição bonita desconhecida até mesmo para os fãs de White Lion.



terça-feira, 5 de agosto de 2014

WHITE LION - FIGHT TO SURVIVE 1984 [RC REMASTER] (2014)




Talvez o melhor album dos White lion, talvez não, pelo menos "Fight To Survive" é o mais puro dos poucos que esta banda de hardrock da golden era gravou. Ingénuo, naive, sem vícios, directo e sincero! Realmente Puro! E sobre White Lion? Umas das mais subvalorizadas bandas da glam\hair metal golden age. Um fa-bu-lo-so guitarrista, Vito "olhos de toupeira" Bratta, e notem que as toupeiras não têm olhos; além de musico extraordinaire é professor do melhor instrumento da história da humanidade; ok já sei, o melhor instrumento, pois é aquele de fazer meninos e as meninas chorar por mais; depravados, pá; eheheh, bom agora refiro-me à guitarra e não ao pifaro de carcela; mas também um desprezivel ser humano; e Mike Tramp, um dinamarquês, mais do que excelente vocalista, eram a alma deste grupo que durou 9 anos. discos de ouro e concertos lotados eram a vida diária desta banda que devido ao grunge não chegaram a convencer uma editora a protegê-los e a mantê-los no topo. E em 91 decidem finalmente baixar os braços. Era o tempo do grunge a fazer encher de dinheiro as editoras, e os fedorentos das camisas de pescador à cinta a adorarem ser explorados até ao tutano, coisa contra a qual faziam o seu modo e luta de vida, hipocritas! Azar ou não, o certo é que com tamanha fama ninguém quis pegar neles, mas o pior foi a estúpida teimosia de Vito Bratta em recusar voltar a reunir-se com os anteriores membros, é que White Lion continuam a ser uma das bandas mais requisitadas por estes dias de revivalismo e a verdade é que apesar de reconhecer o valor musical de Vito entendo que como pessoa é um preguiçoso da pior espécie. Depois de ler bastante sobre toda a polémica da banda pós-extinção as minhas conclusões são estas: Mike Tramp vive a musica e no mundo da musica, por isso sabe que para continuar activo e apoiado tem que trabalhar para isso além de ter visão, e se é White Lion que querem, pois que seja. Depois dos constantes assédios, Vito sempre se recusou a voltar, desculpas e mais desculpas e uma atitude deplorável do tipo não "f++e nem deixa f++er" tantas foram as ameaças e processos em tribunal para impedir Tramp de continuar a saga White Lion. Se quer ganhar dinheiro sem nada fazer, só deixar os outros trabalhar e sacar-lhes o sangue, suor e lágrimas então é um sanguessuga da pior espécie. Podemos ver isto por outro lado, só para acalmar aqueles que defendem Bratta; se um quer e outro não, está no seu direito, só que um casamento quando acaba, existem direitos a ser repartidos, e por muito que nos custe é melhor chegar a um acordo do que deixar um juíz decidir em favor da mulher e dar-lhe tudo, e nós ficarmos só com uma mão na frente e outra atrás. aqui vale igual, os direitos são tanto de Tramp como de Bratta, e é melhor Bratta abdicar deles por uma boa recompensa do que perder tudo por teimosia. Assim sendo, como pessoa Vito Bratta è desprezivel. Finalmente alguém decidiu em favor de Tramp, e agora pode seguir usando o nome White Lion, o que já acontece desde 2008. E para celebrar, um disco de originais, "Return of The Pride" nesse mesmo ano. 
de 1999 até 2008 foi uma guerra constante para silenciar o rugir do leão branco, Tramp chegou mesmo a ter que usar o seu nome na banda para poder continuar a apresentar o seu legado incluindo num disco de regravações dos melhores temas da banda. No final, se é White Lion que queremos, então que venham eles, uma banda como esta não pode desaparecer assim; lembrem-se, nos últimos segundos das vossas vidas vão ter a vossa epifania; só não podem mudar a morte! por isso, deixem a teimosia de lado e vivam até onde puderem.
finalmente, dizer que esta remasterização do primeiro disco dos White Lion é uma obra prima, um disco essêncial e indispensável na discografia de todos.
McLeod Falou!