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domingo, 1 de março de 2026

BlackRain - Orphans Of The Light (2026) França

Os BlackRain sempre foram a resposta da França ao Sunset Strip, mas em 2026, com o lançamento de Orphans Of The Light, eles provam que já não são apenas "os miúdos do Glam". Se o álbum anterior, Untamed (2022), foi uma explosão de energia juvenil, este novo trabalho é o som de uma banda que aprendeu a dominar a escuridão sem perder o brilho do neon.

O Veredito: "O Melhor Álbum da Banda"

Embora as expectativas para um novo lançamento de BlackRain sejam sempre altas, este álbum "estilhaça as expectativas". O disco é fenomenal, combinando a energia do Sleaze Rock escandinavo com uma grandeza melódica que remete diretamente aos Queen.

A Nova Arma: Jerem G

Um dos pontos mais elogiados é a entrada do novo guitarrista principal, Jerem G. é descrito como uma "estrela em ascensão", um "deus da guitarra" que traz não apenas velocidade, mas uma melodia e técnica que elevam a banda. A química entre ele e o vocalista Swan Hellion é considerada um dos pilares do sucesso deste disco.

Análise das Faixas (Destaques)

  • "Dreams": Uma abertura surpreendente com sintetizadores e narração que rapidamente evolui para um som contagiante, comparado à estrutura de "Bohemian Rhapsody" pela sua variação e poder.

  • "Come On": Puro Glam Metal dos anos 80, evocando o som de Skid Row (fase de estreia) e Mötley Crüe (Dr. Feelgood). É a resposta perfeita para quem diz que "já não se faz música assim".

  • "Orphans Of The Light" (Faixa-Título): Uma composição teatral com riffs massivos, situada na fronteira entre o Sleaze e o Power Metal.

  • "Unleash The Fury": Descrita como uma mistura entre a era Rest In Sleaze dos Crashdïet e os primeiros álbuns de Dokken.

  • "If This Is Love": Definida como uma "power ballad épica de sleaze metal", onde a emoção e a técnica de guitarra são de "tirar o fôlego".

  • "Disagree": Uma das faixas mais rápidas, onde a fusão entre o sleaze sueco e o som dos Queen atinge o seu auge.

  • "Farewell": O encerramento triunfante, sendo a faixa com a influência mais óbvia de Queen em todo o álbum.

Conclusão 

Swan Hellion continua com uma capacidade vocal impressionante, especialmente nas notas altas, e que a secção rítmica (Franky Costanza na bateria e Matthieu De La Roche no baixo) está mais sólida do que nunca.

Nota: 8.9/10

Destaques: "Dreams", "Orphans Of The Light", "If This Is Love", "Disagree"

Recomendado para: Fãs de Queen, Crashdïet, Mötley Crüe e qualquer pessoa que procure Hard Rock moderno com alma de arena.


amazon   Blackrain - Orphans Of The Light 

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

BlackRain - Dying Breed (2019) França



Composto e gravado na Suécia, onde o vocalista Swan está permanentemente estabelecido, este novo álbum - chamado "Dying Breed" - é como uma resposta à maneira como o mundo da música segue. Cercados pela electro music e pelo R&B, impressionados com a morte de muitos de seus ídolos que fizeram a história do rock, as pessoas perguntando por que eles ainda usam esse cabelo comprido à moda antiga, os quatro músicos se sentiam cada vez mais como uma raça moribunda 'the last of their kind', como é dito na nova música que eles revelam antes de chegarem ao palco principal do Hellfest na França.
Fonte: BlackRain



segunda-feira, 28 de março de 2016

BlackRain - Released (2016) França



Jack Douglas é um dos produtores de referência de toda a cena rock. Foi recentemente visto no trabalho ao lado do ex-Hanoi Rocks Michael Monroe, mas de seu passado fazem parte Aerosmith, Alice Cooper, New York Dolls, e John Lennon só para citar alguns. Para uma pessoa que contribuiu para o sucesso de álbuns como "Toys In The Attic" e "Rocks”, os BlackRain só poderia beneficiar mas às vezes contam com o produtor de renome internacional, que custa muito e talvez percam um pouco de estímulos, também podem revelar-se uma experiência negativa. Não é o caso de “Released” curtindo a cada momento uma visão simples e clara de como tocar rock n 'roll moderno. Os franceses estiveram mais de um mês na Califórnia, mas valeu a pena por causa destas treze músicas não há uma para deitar fora. Para a caridade francesa continuam a ser uma banda descaradamente derivada mas Swan Hellion tomou esses passos em frente necessários, tanto em termos de composição como de canto, sendo capaz de empurrar a banda para um nível superior. Os erros de “It Begins” são servidos ao mesmo Jack Douglas para descobrir como fazer melhor e dar ao álbum a energia necessária para obter apoio em todo o mundo. O resto que nós pensámos em Warren Huart - outro rosto familiar para Joe Perry e Steven Tyler – na fase da mistura. Na medida que vais encontrar um pouco de tudo ou partes arranhadas, melodias pop, influências de sleaze e glam com arranjos mais elaborados, como “Fade To Black” que parece roubada dos Scorpions. Os coros de “Back In Town”, “Eat You Alive” e “Puppet On A String” não chegam a acumular-se na tua cabeça, mas talvez com o poderoso “Killing Me” mostram que os quatro músicos tenham atingido uma maturidade significativa.