Mostrar mensagens com a etiqueta Michael Monroe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Michael Monroe. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 9 de junho de 2017

MICHAEL MONROE – HORNS AND HALOS (2013) Finlândia\USA


Michael Monroe, ex- Hanoi Rocks está de volta! O punk rock and roller, vai editar a 27 deste mês de agosto o seu mais recente disco de originais "Horns and Halos"; (cornos e auréolas, pois, tem mesmo tudo a ver; será alguma critica a alguém?). Musico "viajado" em vários projectos e participações especiais entre os quais a participação em "Use Your Illusion I" e "The Spaghetti Incident?" dos Guns 'n' Roses que em retorno, viu a edição do seu disco a solo "Not Fakin' It" na america pela editora dos Guns, Uzi Suicide, juntamente com a participação de Axl Rose no tema "dead, jail or rock and roll".
A curiosidade sobre este musico, uma das maiores influências musicais na cena musical americana, especialmente a de L.A., é o facto de Michael Monroe ser finlandês. Nascido Matti Antero Kristian Fagerholm, na cidade de Helsinki em 17 junho de 1962, filho de um famoso jornalista e radialista finlandês, começou aos 14 anos a sua demanda no mundo da musica. Conheceu Andy McCoy, aka Antti Hulkko, (os pais dele não deviam de gostar mesmo nada do super herói da marvel); durante os tempos em que repartiam a cave de uma igreja como sala de ensaios com as suas respectivas bandas. Em 1979, McCoy, comprometido com outra banda, exorta Monroe a avançar com os Hanoi Rocks, que dentro em breve iria terminar contracto e poderia assim assumir finalmente e às claras o seu posto no grupo que ambos tinham criado.
E assim, em 1980, Andy McCoy e Sami Yaffa, deixam os Pelle Milljoona Oy e assentam nos Hanoi Rocks. Mas existe ainda uma outra curiosidade, é que Monroe foi preterido em favor de Yaffa para o posto de baixista nos Pelle Miljoona Oy, e posteriormente acatou-o como baixista do seu projecto Hanoi Rocks do qual já faziam parte Nasty Suicide (guitarra) e Gyp Cassino (bateria). Do resto reza a história, de entre sucessos e insucessos, vicios e maus comportamentos, Monroe, tornou-se numa super-estrela de referência especialmente para muitos de alguns dos musicos de topo como Axl, Slash, Motley Crue, JetBoy, Poison e L.A. Guns.
Musico especialista em instrumentos de sopro, .......... (sei não, meu filho,...e tem pifaro de carcela também? Se calhar é por isso que o McCoy é gago); [às vezes sou mesmo mauzinho, mas não consegui conter-me, ahahahahah]; Monroe aparece muitas vezes em concertos com o seu costumizado saxofone vermelho que é o tom principal da capa deste seu novo disco. Ainda só com um single de apresentação, dá para ver que vamos ter um disco que deverá seguir a formula vencedora de outros tempos. Poderiamos dizer revivalista, mas prefiro continuidade, e então neste novo tema "ballad of the east lower side" um tema hard rock and roll explosivo com toda a pompa e circunstância inerente a Monroe e acima de tudo melódica e cativante, daquelas que fica a rolar na nossa cabeça e sempre a pedir repetição como se de uma substancia aditiva de tratasse. Agora me recordo de onde me soa uma das linhas de guitarra deste tema, Xutos & Pontapés - A minha casinha; será que Monroe ripou os Xutos? Naaa, mas bem podem ouvir este tema vezes sem conta que quase tenho a certeza de que o àlbum não vai escapar à grande maioria de vós, fiéis rockeiros, porque a mim não me va escapar de certeza!
McLeod Falou!

  

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Michael Monroe - Blackout States (2015) Finlândia


O ex-vocalista do Hanoi Rocks lendas do glam rock está no negócio da música há mais de 30 anos e construiu uma enorme reputação, mas ele não mostra sinais de querer descansar sobre os louros e continua a escrever e gravar material novo. Foi lançado o seu nono álbum de estúdio, Blackout States, e está atualmente em turnê ao redor do Reino Unido com Hardcore Superstar e o seu primeiro desde 2012 com Horns and Halos, que estreou em nº1 nas paradas finlandesas. É também o primeiro disco com o novo guitarrista Rico Jones, que substituiu Drenge no ano passado.
Michael tem sempre presente a Imagem do glam, mas há vários gêneros diferentes apresentados aqui. Temos punk no duo de abertura “This Ain’t No Love Song" e "Old King’s Road”, na linha de rádio rock temos a faixa-título e “Goin’ Down with the Ship” e mais calma, mais lento “Under the Northern Lights". Monroe também mostra fora seus talentos multi-instrumentais, mais uma vez com um solo de saxofone muito brilhante durante a “Good Old Bad Days”, enquanto sua banda de apoio ainda écapaze de tocar rápido e duro, como o mostrado durante “R.L.F.”.
A questão é que é um pouco, o pai do rock, por vezes, nos dias de hoje. Roupas glam rock / metal raramente envelhecem bem (mesmo Guns N 'Roses, Kiss e Motley Crue não escaparam totalmente ilesos) e enquanto Monroe é famoso por sua abstinência quase total de álcool e drogas, ele também caiu na armadilha. Em muitos pontos, o álbum soa processado e estereotipado. Em outros, ele está tentando ser duro, como se Monroe estivesse fazendo uma tentativa vã de aparecer nervoso e relevante, como os Hanoi Rocks estavam em seu apogeu. “Permanent Youth”, por exemplo, e música de encerramento" Walk Away "são grandes marcos que deveriam ter sido deixados no chão da sala. Talvez a intenção não seja ganhar uma nova audiência, mas agradar os fãs já existentes. A partir desse ponto de vista, é trabalho feito para Michael Monroe. Só não espere mais vinte e poucos anos por seus shows ao vivo.