O último álbum de Michael Vescera foi em 2008 chamado The Sign Of Things To Come. Mas ele esteve sempre ocupado. Há a banda de tributo Animetal, e ultimamente a versão Disney, D-Metal. Depois, há a legião de bandas onde ele é vocalista, como Sovereign, Fatal Force, Warrion e Dramatica, para citar apenas algumas.
Agora Vescera regressa com o seu nome na capa do álbum, Beyond The Fight. Esta edição de Vescera é essencialmente Vescera com a banda de heavy metal italiana Nitehawks. Eles têm um álbum editado, Vendetta de 2015, um disco de tradicional heavy e power metal. E agora tu sabes o que Vescera também está tocando, mas com alguma diferença. Beyond The Fight soa como uma versão moderna, mais ousada e mais agitada, tipo o seu primeiro trabalho com Obsession, a banda que lançou sua carreira vocal. Além disso, no timbre e tom de metal em geral, neste trabalho lembra me o recente álbum Doppelganger dos Sunless Sky , outro companheiro de bateria dos Pure Steel. As semelhanças são os riffs agressivos e vigorosos, muitos solos de guitarra, uma profunda e vibrante seção rítmica, e um ritmo rápido. Depois, há as vozes de heavy metal limpas e fortes de Vescera, basicamente tentando subir alto e manter-se à frente do power metal. Neste sentido, que é a fraqueza de Beyond The Fight houve alguém que não conseguiu a mistura e masterização correta. Tu já ouviste falar daqueles velhos filmes de ficção científica como Earth vs The Flying Saucers ou Godzilla vs The Sea Monster? Beyond The Fight é como Vescera contra o The Crush of Furious Power Metal. Voltando à minha comparação com o álbum Sunless Sky, o vocalista Juan Ricardo soa muito melhor nesta gravação.
No entanto, se tu gostas de riffs fortes, solos guitarra escaldantes, e uma seção rítmica vibrante, tudo embrulhado em power metal, e também dos vocais, Vescera com Beyond The Fight não será o seu melhor trabalho, mas merece ser ouvido.
