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terça-feira, 28 de abril de 2020

POST DO MÊS : Axel Rudi Pell - Sign Of The Times (2020) Alemanha



Este já é um candidato ao meu álbum de 2020!
Axel Rudi Pell lançará Sign Of The Times via SPV / Steamhammer em 8 de maio de 2020, seu 18º álbum de estúdio e é uma classe mestre de heavy metal. Tiremos o chapéu para o produtor Tommy Geiger, pois parece que estás ouvindo através de um monte de Marshalls. O tema de abertura 'The Black Serenade (introdução)' é uma chamada curta para a peça de armas, seguida pelos dois barris em chamas 'Gunfire', que dispara junto com 'Kill The King', como power, especialmente da bateria de Bobby Rondinelli que dirige esse headbanger cheio de sangue e ainda mais com sobrecarga de bumbo nos refrões.
Um riff principal para 'Bad Reputation' lança as bases para alguns heavy AOR, com destaque para a voz principal de Johnny Gioeli. 'Sign Of The Times' é sete minutos de melódico rock paradisíaco, enquanto os versos do teclado dominam uma voz que procura a alma, mas esses riffs maciços nunca estão longe, especialmente no meio.
Uma entrega bombástica de 'The End Of The Line' eleva o peso da barra, enquanto a bateria forte mantém uma batida sísmica por todo esse monstro de metal com uma voz arrancada n
dos pulmões para mantê-lo sob controle. Tu podes imaginar um estádio cheio sendo iluminado por milhares de telefones celulares para a emocionante balada "As Blind As A Fool Can Be". Um coração na voz flutua numa maré de teclados e linhas de guitarra descontraídas. Um riff agitado domina o forte pulso de rock progressivo de 'Wings Of The Storm', que começa com um derretido solo de guitarra.
O riff principal de 'Waiting For Your Call' coloca o power nessa balada poderosa que deve vir com um aviso de perda de audição devido à dinâmica. Um reggae saboroso, como o riff de abertura de 'Living In A Dream', acaba sendo a calma antes da tempestade, enquanto continua batendo em teclados proeminentes e solos de guitarra. Este álbum acima do topo sai em chamas de glória com o épico 'Into The Fire'. É um vínculo musical semelhante a um groove tipo 'Kashmir' sobre um riff de Sabbath. Johnny aperta o punho para entregar soa voz mais emocional e um pé no chão outro é todos os refrões altos e o virtuosismo da guitarra.



quarta-feira, 4 de março de 2020

Feline Melinda - Duets (EP) (2019) Itália


Estilo musical Metal rock melódico - músicas poderosas, orientadas ao airplay, com riffs e refrões cativantes, arranjados aprimorados com coros, taclados e partes solo de guitarra hiper-melódica. / Foundation-Origin Iniciada no final dos anos 80, Tirol do Sul (Itália) / Publicações anteriores “The Felines Await You” (1988, vinil-EP, gravadora 'Metalvoice / Metalmaster', 2010, remasterização remasterizada em CD, gravadora 'My Graveyard Productions '), “Living In Europe” (1995, maxi-CD, gravadora' Face Records '), “Feline Melinda” (2004, CD, gravadora' Rockwerk Records '),' Morning Dew '(2008, CD, gravadora' My Graveyard Productions '), “Dance Of Fire And Rain” (2014, CD, gravadora' 7hard '), “Just Ballads” (2016, edição em CD digipack, gravadora' Feline Melinda '), “Three Decades - Live At The Kultursaal Theatre ”(2017, edição em CD digipack, gravadora 'Feline Melinda') e vários lançamentos de músicas únicas em compilações nacionais e internacionais / Band Evolution Fundada nos anos 80 por Rob Irbiz e pelo ex-baixista, a banda começa como um trio. A partir das gravações mais rápidas e pesadas, a banda se transforma num alto melódico rock metal, graças ao novo baterista, Chris Platzer. Em 2004, Gschnell substitui o baixista. Com o jovem guitarrista Mattia "HeadMatt" Carli, que se junta à banda durante as gravações do álbum atual da banda, "Dance Of Fire And Rain" (2014), se transforma em um quarteto.



quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Evil-Lÿn - Disciple Of Steel (2018) Finlândia



Tu achas que foi feito nos anos oitenta do século passado o melhor heavy metal? Agora, ouve bem este segundo álbum dos Evil-Lÿn intitulado Disciple Of Steel. Antes que tu percebas, estás de volta aos anos oitenta e tens de novo aquele velho blusão de ganga com os autocolantes da banda. Do tema de abertura 'Survive The Night' ao atmosférico 'Valley Of The Dead', a banda leva-te a uma nostálgica viagem através de tudo que torna o tradicional metal tão bonito. Riffs rápidos, bateria e um vocalista que pode ser limitado, mas tem o seu coração de metal no lugar certo. E sim, claro que não é original. Tu ouves Maiden, Saxon, Judas Priest e ainda podes nomear mais algumas bandas. Mas não importa. Isso é metal como deveria ser. Sujo, rápido e melódico ao mesmo tempo e o que tu podes fazer contra isso? Grita e canta junto com 'Hellfire' e vais abanar a cabeça até que doa o pescoço.



domingo, 16 de julho de 2017

POST DA SEMANA Ibéria - Much Higher Than A Hope (2017) Portugal



Os Ibéria apareceram no final da década de 80 e deixaram a sua marca no glam rock nacional, depois de um longo hiato e de um disco mais hard rock chamado Revolution, agora esta mítica banda nacional regressa com sangue novo, atitude renovada e uma sonoridade perfeitamente atualizada.
Do glam já nada resta, do hard rock pouco, porque agora a ordem é Heavy Metal com riffs bem pesados, a secção rítmica bem dinâmica e os poderosos vocais.
“Much Higher Than A Hope” é um grande disco para o heavy metal português. Os Ibéria foram renovados e mostram uma vivacidade e energia que muitas bandas com metade das três décadas de existência da banda falham em mostrar.
João Sérgio, o eterno baixista desta emblemática banda do concelho do Barreiro, soube adaptar-se aos tempos e sonoridades, lançando agora o seu melhor disco, um trabalho que merece a atenção dos media e do público em geral.
Raising Legends apostou na banda e mandou-os para os Wrecords Estúdios, com a produção da própria banda e co-produção de Wilson Silva (MORE THAN A THOUSAND) deram vida às músicas criadas durante os cinco anos de inatividade discográfica.
Este trabalho dá a hipótese de ouvir Hugo Soares pela primeira vez num disco de estúdio, ele que sempre mostrou ao vivo ser o vocalista que esta banda já merecia (sem desprimor para quem já exerceu a posição). Desde o intro acústico “Memoirs” até à excelente “The End of Days”, a minha música favorita, o vocalista dos Ibéria abre o caminho com força e entrega, permitindo com a sua capacidade vocal que a banda explore caminhos mais técnicos, até então ausentes do seu trabalho. Oiçam “Rising Inferno” e vão perceber exactamente o que estou a dizer.



sexta-feira, 18 de novembro de 2016

JORN - SYMPHONIC (2013) NORUEGA


...E só mesmo para quem não conhece, Jorn, é talvez na actualidade o melhor vocalista de Hard'n'Heavy no activo. Norueguês, Jorn Lande tem no curriculo nomes como Yngwie Malmsteen, Nikolo Kotzev's Nostradamus, Ronnie Le Tekro, Millenium, Avantasia entre outros, dividindo actualmente o seu tempo no seu projecto a solo e a Banda alemã Masterplan de Roland Grapow (ex-Helloween). Nasceu e viveu até aos 16 anos em Telemark, terra conhecida por ter sido um local de vital importância durante a 2ª guerra mundial; (ver o filme "Os Herois de Telemark" com Kirk Douglas). Seu pai era musico rock naquele país o que levou Jorn a seguir-lhe as pisadas, embora um pouco tarde, só aos 25 anos é que começou a gravar com banda Vagabond. É conhecido essencialmente por ter um registro vocal bastante poderoso entre Ronnie James Dio e David Coverdale, o que faz dele um profissional muito requisitado. E posto isto, avancê-mos.
Na sua já extensa carreira a solo; 11 discos; Jorn tem editado obras de qualidade muito acima da média entre as quais tributos a Dio. Desta Vez, deciciu fazer algo diferente, rebuscou nas suas gavetas por alguns temas perdidos e outros menos utilizados, inclusivé temas das bandas por onde passou, e decidiu abordá-los de uma outra forma. Requisitou uma orquestra sinfónica e com uns arranjos mais outros menos clássicos fez um disco com muita solidez e qualidade. Quem aprecia, vai de certeza ficar nas nuvens com esta nova obra. Não é um disco tipo Malmsteen ou tipo Scorpions, digamos que está mais para uns Kiss. A banda faz o seu trabalho hard-Rocking normal e a orquestra complementa com arranjos fantásticos. A força vocal de Jorn insinua exposição sinfónica, mas no género épico de um Holst; (compositor Clássico que compôs a sinfonia "Os Planetas"); e garanto-vos que ele foi talhado para isto, é perfeito. Apesar de, como já referi, os temas escolhidos já existirem como "I Came To Rock" e "Time To Be King" dos Masterplan, que ficaram inigualáveis mesmo pela própria banda, já "Rock 'n' Roll Children" e "Mob Rules" são a sua referência ao seu ídolo RJD. Interessante será vocês redescobrirem estes temas e verificarem que apesar da vossa memória procurar pela sua localização essa procura será muito ténue, o que vos deixa um espaço enorme para realocarem esses temas como novos dentro da vossa cabeça. Acreditem que vai ser assim, e não vai haver nada que vão poder fazer porque a audição de cada faixa pede por repetições atá à exaustão, é dificil passar à faixa seguinte sem ouvir a corrente vezes e vezes sem conta...
Além da voz, a outra sensação deste disco é o trabalho de Lasse Jansen nos arranjos e orquestrações, as palavras podem ser muitas, mas poucas descrevem este trabalho de reorganizar estes já de si superiores temas.
Os temas são usados, e por isso a originalidade só se pauta pela nova roupagem que foi dada a cada um, mas não vai ser por isso que este vai deixar de ser um candidato a um dos melhores do ano. Nota 10, Altamente recomendado!
Dedicado ao Lizard.
McLeod Falou!



quarta-feira, 16 de março de 2016

Michael Angelo Batio & Black Hornets - Soul In Sight (2016) USA


Soul in Sight é o álbum de Michael Angelo Batio e Black Hornets, apresenta o lendário Guitarrista Michael Angelo Batio, os incríveis vocais de Gianna Chilla, bem como o virtuoso baixista Don Roxx e o baterista Roberto Pirami. Este é o álbum de estreia por esta incrível banda e apresenta canções incríveis, grandes arranjos mais modernos, som nítido, claro e poderosa produção.