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terça-feira, 10 de abril de 2018

Maverick - Cold Star Dancer (2018) UK



Formados há cerca de seis anos em Belfast pelos irmãos Ryan (g) e David (v) Balfour, os Maverick já lançaram dois álbuns, o Quid Pro Quo de 2014 e o Big Red de 2016 . Com a força do último álbum, a banda fez uma turnê com as lendas suecas do hard rock, Treat, em 2017. Agora, Maverick regressa com o seu terceiro CD, Cold Star Dancer, para a Metalapolis Records.
Mais uma vez, encontramos os Maverick desenvolvendo a sua mistura híbrida de heavy metal e melódico hard rock, embora eu pense que desta vez ela se incline mais para o heavy metal. Quase todas as músicas são construídas em torno de riffs fortes, solos empolados e uma seção rítmica forte e estrondosa. No entanto, eles são temperados com a capacidade de Maverick de injetar melodia, harmonia e groove em todos os arranjos, o que dá ao seu melódico heavy metal uma sensação de acessibilidade AOR.
Tu ouves essa última qualidade claramente dentro de Goodbye e Seize The Day, duas das melhores músicas do álbum. Músicas pesadas e mais rápidas vêm com Viper e Myrmidon; músicas mais pesadas e firmes com Ex Machina e Magellan Rise, ambas exibindo aquela parte final forte. Para uma faixa bónus, Maverick faz uma cover do sucesso de Rick Springfield, Jessie's Girl. Como esperarias do resto do álbum, ele se transformou em riffs de heavy metal, sem perder o groove cativante da música. Ao todo, com o Cold Star Dancer, Maverick entrega outro álbum pesado, heavy metal temperado por melódico hard rock acessível e groove.



sábado, 17 de janeiro de 2015

MAVERICK - QUID PRO QUO (2014) IRLANDA DO NORTE




Eis-nos perante mais uma nova promessa. Já é o 2º disco para estes Maverick, banda de Belfast da Irlanda do Norte, e se não fosse uma piada de mau gosto, poderia dizer que eram uma "bomba", mas não aprofundo mais a metáfora comparativa por respeito a todos aqueles que passaram pelas vicissitudes de uma guerra com direito a grupo terrorista que não tinha muita piedade nem credo nem religião. Fora estas divagações, o som destes rapazes é mesmo feroz. Hardrock vindo directamente dos anos oitenta, mas muito bem trabalhado. Algo que admirei foi a qualidade técnica destes rapazes, já estão bem evoluídos. Um vocalista possante e com presença, temas bem preenchidos e um som que enche a sala. Um disco com 12 temas possantes e directos, com coros bem "in your face" e muita atitude.
Mais uma vez, de novo estes também não trazem nada, é sempre algo que já ouvimos há mais de 20 anos atrás, melodias que nos soam a outras guerras como "in your blood" que tem um a melodia que lembra Billy Idol, ou bandas como Babylon AD entre outras, até parece que tudo isto estagnou à espera que outro movimento como o grunge apareça, mas gosto de pensar nisto de uma outra maneira; e difícilmente me vou enganar; esta nova geração, como é o caso destes Maverick, aparecem bastante evoluídos técnicamente, o que quer dizer que estão a ficar prontos para avançarem para outro estágio, progredirem. Haverá aqueles que 15 min. de fama já chega, irão perder-se em futilidades e desgraças ou irão perder o fulgor e a motivação, sim porque neste novo século de progresso e de tecnologia avançada é muito fácil confundir amor e paixão por algo ou mesmo alguém, e viver-se uma vida sem sequer ter amado completamente algo, são tantas ofertas que fazem qualquer um vacilar e caír em degredo. Mas também vão continuar aqueles que fazem o que fazem por convicção e paixão, e quase que tenho a certeza de que estes Maverick serão uma daquelas bandas que vai dar o salto para algo que irá impressionar muitos de vós. 
De qualquer maneira, este é um disco que vos recomendo, porque trás uma nostalgia diferente, não é melancólica mas sim vigorosa e com o fulgor de outros tempos.
McLeod Falou!