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terça-feira, 16 de julho de 2019

Scorpions - MTV Unplugged - Live In Athens (2013) Alemanha



Em 11, 12 e 14 de Setembro, as lendas do hard rock “Scorpions” realizaram três concertos em Atenas na Grécia sob a bandeira “MTV Unplugged – Scorpions Live In Athens” no Teatro Lycabettus na parte antiga da cidade. Pela primeira vez na história da série “MTV Unplugged” um concerto foi realizado a céu aberto na Grécia. A banda tocou seus maiores sucessos que são clássicos do rock, bem como algumas novas canções exclusivas no som e no arranjo típico do “MTV Unplugged”.
No show, Rudolf Schenker (guitarra), Matthias Jabs (guitarra), Klaus Meine (vocal), Pawel Maciwoda (baixo) e James Kottak (bateria) executaram clássicos, canções recentes e inéditas.


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Scorpions - Born To Touch Your Feelings - Best of Rock Ballads (2017) Alemanha



"Born to Touch Your Feelings - Best of Rock Ballads" é uma antologia essencial lançada de gravações novas e clássicas (remasterizadas) da banda de hard rock alemã SCORPIONS, também apresentando musicas novas.
Apresentando o comando da carreira dos SCORPIONS sobre o idioma do rock power ballad, eles ajudaram o pioneiro e engenheiro até a perfeição, "Born to Touch Your Feelings - Best Of Rock Ballads" inclui interpretações definitivas de alguns dos hinos mais amados do grupo, bem como a estreia de duas novas canções dos SCORPIONS - "Melrose Avenue" e "Always Be With You" - e uma nova versão de "Follow Your Heart" em 2017.
"Always Be With You", a nova música de Rudolf Schenker, é uma declaração profundamente emotiva de amor e uma história de mudança escrita pelo guitarrista / compositor logo após o nascimento de seu filho mais novo.
"Melrose Avenue", com o nome de uma das avenidas mais famosas de Los Angeles, é a música mais recente de Matthias Jabs, sua música captura perfeitamente a sensação da vida encantadora na Califórnia. É um Midtempo melódico rocker com um solo melódico.
Quarenta anos atrás, a música dos SCORPIONS "Born To Touch Your Feelings" foi lançada pela primeira vez e é hoje um eterno credo musical de Klaus Meine e Rudolf Schenker. Aqui está apresentado em formato acústico.
Então tu encontras "Always Somewhere", "Lady Starlight" e "When The Smoke Is Down Down" (algumas das minhas músicas preferidas dos SCORPIONS) em versões remasterizadas e uma nova versão de 2017 de "Send Me An Angel", entre outras excelentes músicas.
Os SCORPIONS são os mestres das Power Ballads, não podes negar esse fato, e ter todos estes temas juntos com novo material vale sempre a pena ouvir.



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Scorpions - Comeblack (2011) Alemanha



Comeblack! Não faço ideia do que possa querer dizer, mas se for para afirmar que este novo set de roupas nestes clássicos do mega grupo Scorpions ficou fabuloso, pois é claro que sim. Ninguém quer saber o que fazia eu ao som de algumas destas músicas ás portas de um cemitério à meia-noite; se bem que agora, que se oficializou a prostituição num canal de televisão, ao permitirem e incentivarem jovens estúpidos e sem educação moral a tornarem público os seus actos íntimos para conseguirem audiências e os infelizes algum dinheiro e 5 min. de fama; já não me admirava nada. Não sou púdico nem catequista, esses são os piores, eu sou daqueles que acha que do pouco que realmente é nosso nesta curta e infeliz passagem por este mundo, deve continuar assim. Publicitar intimidades não é comigo, só vivê-las no máximo e ao máximo que souber e conseguir. E é claro que esta foi a filosofia que utilizaram estes gigantes da indústria da música com alguns dos seus maiores êxitos, e de outros também. Ainda descontentes com o uso e abuso destes clássicos foram mais além e decidiram regravá-los com novos arranjos e som mais actual. Perfeitos! (Para hoje, amanhã se verá). A minha preferida de sempre; não, não é o "Still Loving You", é o "The Zoo" e está de arromba, não sabia que a velhinha estereofonia ainda rompia meias solas com estes renovados êxitos. Isto tem que ser ouvido porque contado ninguém vai lá. Falando dos temas que Scorpions decidiram fazer umas covers só vos possos dizer que "All day and all of the night" dos Kinks, passou a ser dos gêrmanicos de tão fantástica que ficou. "Ruby Tuesday" é uma balada pura e autêntica de Scorpions; desculpa Mick, mas aqui ficou melhor do que a tua versão original. Até a pop "Tainted Love" ficou fora de série. Quem não conhecer a discografia de Scorpions vai ficar com a certeza de que todas estas músicas são deles. Bom, eu sou daqueles que conhece e acho que agora já são, tal é a perfeição com que foram produzidas e encaixam na orientação musical deste mega hiper super grupo. Meus amigos, isto é o que se quer, bom e bem feito, pode ser antigo mas rebenta muitas cordas de guitarra! "here they are, to rock you like a hurricane"!
McLeod Falou!



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Scorpions - Tokyo Tapes (50th Anniversary Deluxe Edition) (2015) Alemanha



Tokyo Tapes é um álbum ao vivo da banda alemã Scorpions, lançado em fevereiro de 1979. Foi lançado apenas na Europa e nos Estados Unidos. O disco foi gravado durante uma apresentação da banda em Tóquio.
A turnê pelo Japão do álbum Taken by Force serviu como registro de despedida de Uli Jon Roth do Scorpions. Com um set-list poderoso, com faixas como "Pictured Life", "In Trance", "Fly to the Rainbow" e "In Search of Peace of Mind", Tokyo Tapes é um resumo perfeito da década de 1970 do Scorpions.
O álbum conta com uma faixa inédita "All Night Long" que virou o single homônimo e dois covers de clássicos do rock n' roll: Hound Dog & Long Tall Sally.
Além dessas, há uma homenagem ao público japonês com Kojo No Tsuki, famosa canção local.
Sem dúvidas, uma das melhores compilações de clássicos de toda a carreira do Scorpions. Em 2001, Tokyo Tapes ganhou uma versão remasterizada. No entanto, a faixa Polar Nights não entrou no disco, pelo fato da limitação de tempo da midia. A faixa que faltou entrou na edição remasterizada do disco Taken By Force, junto com a versão de estúdio de All Night Long.
Fase de ouro dessa banda alemã, logo após esse disco, se desliga do grupo o guitarrista Uli Jon Roth e com isso o Scorpions entra na fase "anos 80".
Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

SCORPIONS - RETURN TO FOREVER (2015) ALEMANHA




Eu sei que é cedo para o post da semana, mas neste caso não tenho medo de arriscar;  eheheheh!!!

50 anos!!! Estes rapazes fazem 50 anos de carreira este ano de 2015! Adjectivos não me faltam para descrever este acontecimento, este feito notável desta lenda do hard rock. Mas só me dá vontade de dizer,... PARABÉNS E MUITO OBRIGADO!
Cheguei a ponto de aceitar que mais não lhes podemos pedir, é meio século a fazer aquilo de que mais gostam e assim viveram todos esses anos as suas vidas como uma família. Só posso mesmo admirar.
O primeiro concerto como grupo, foi em 1965, mas o 1º disco só surgiu em 1972. Desde então, nomes como Uli Jon Roth, Michael Schenker, Herman Rarebell, Francis Buchholz, passaram pela banda durante estes 50 anos e os 18 discos de originais; entre os mais de 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo. Se isto não faz deles um dos marcos da humanidade, ou vocês são muito exigentes ou não gostam do fenómeno; de qualquer modo estão no vosso direito; mas tal como eu, existem muitos milhões por este mundo fora que pensam do mesmo modo e por isso, é uma questão de ponto de vista sobre as evidências, há quem goste de dizer copo quase cheio e há quem goste de dizer copo quase vazio; apesar de que neste caso eu e "muuuuuiiiitos", vemos um copo a transbordar.
"Return to Forever" não poderia ser mais apropriado como nome deste novo disco; tendo em conta que estão atentos ao que se vai passando com a banda; mas para os mais desatentos aqui vai uma breve explicação para não ficarem perdidos. Em 2010, após a edição de "sting in the tail", a banda começou a anunciar o fim da linha após 45 anos de estrada. Foram feitos os preparativos para os últimos concertos, a derradeira tour; e entretanto mais um disco de versões e remasterizações de alguns dos seus maiores êxitos surge em 2011. Mas as audiências não despegam e a ideia de sair de cena;... saí de cena! Depois de muitos ajustes e conversações decidem fazer um pacto e "voltar para a eternidade". É isso mesmo, agora é até morrer em palco! Será? A ver vamos.
Agora a musica. É este um disco de Scorpions? Sem a menor dúvida! Mas será que elas existem, as dúvidas? Sim! Só que há que conhecer a carreira da banda para se perceber o sentido das coisas. Um disco bem americanizado em essência e conteúdo. Os produtores são repetentes, suecos e conhecidos por fazerem hits multiplatinados; o que quer dizer pop e comercial, por isso podem esperar um disco polidíssimo e melódico até doer. Quanto aos temas, não são nada mais nada menos do que um repasso fiel dos 50 anos de carreira, ou pelo menos de 44 anos de gravações oficiais. Cada tema trás riffs e arranjos já usados noutras "vidas" em que nos pomos a tentar identificar de que disco surge aquela "imagem sonora". Melodias subliminares a dizerem-nos que Scorpions ainda conseguem voltar ao passado e trazê-lo para o presente orientando o futuro. O som é vintage; muito bem camuflado pela actualização digital mas é. Desde Classic Rock, Power & Soft Ballads, Heavy melódico da golden Era (80's), são tudo aquilo o que Scorpions fizeram voltando a baralhar as cartas e a dar novamente.
Podem Identificar Whitesnake, Dokken, entre mais algumas coisas, mas isso são só ilusões porque 50 anos quer dizer que já gravam sucessos há bastante mais tempo do que os grupos referidos.
A versão oficial tem 12 temas mas existe uma que vos oferece mais 5 temas extra e bem merecedores de fazerem parte do line-up oficial num total de 17 canções de hard rock melódico.
Podemos acusá-los de uma abordagem para as massas, mais pop, mais comercial, algures mais soft mas desde há muito que Scorpions são isso mesmo, entertenimento para as massas. Poderá esta nova coleção de 12 temas não agradar aos mais puros e Hard'n'Heavies seguidores destes icones, como eu sou, mas ao fim de 50 anos o que mais podem vocês exigir? Musica dos Scorpions, seja ela mais comercial ou mais rocker, é fazer a festa com o que nos dão porque depois de ouvir este disco poderiam muitos dizer que me contento com pouco, mas ouçam vocês com atenção todo este disco em que apenas temos 3 baladas e depois do que descrevi, em que os sons do passado voltam incursionados em coisas do presente e depois, se forem honestos, fazem como eu, aceitam e toca de "rock my car". 
Só posso dizer que sou um seguidor destes germânicos; eu fui "stinged with the tail" e "envenenado" pelo poder do rock desta lenda há pelo menos 30 anos. Foram e são fundamentais na minha vida!
Bem Hajam, Scorpions!!!
McLeod Falou!

domingo, 28 de dezembro de 2014

SCORPIONS - BLACKOUT (1982) REMASTERED SACD 2014



Esta foi um semana fraca no que a novas edições se refere, por isso nada como tomar atenção ao que vai surgindo e de repente surge algo que merece toda a nossa consideração. Este, é um disco para todas as idades. Dito assim pode parecer até estupido, mas se formos inteligentes e contextualizar-mos a referência rock\idade, então aí a coisa fica mais esclarecida. O rock é para todas as idades, mas eu creio numa evolução do indivíduo em que tudo tem o seu lugar e a sua hora; e se a infância é para a rua sésamo, a transição para a fase seguinte deve de ser primeiro feita com muita musica clássica para que logo de seguida se perceba o porquê do que vem a seguir. mas isto sou eu, e nem todos somos iguais e uns individuos amadurecem mais depressa do que outros e por isso fica ao vosso critério julgarem com a maior imparcialidade a vossa mutação cultural e moral ao longo da vossa vida.
Posto isto, que já é demais, falê-mos do que realmente importa. 1982! nos estados unidos a febre do heavy era tão contagiante que do outro lado do atlântico surgiam bandas que eram capazes de terem o seu espaço e serem reconhecidas à escala planetária. Onde Quiet Riot, Twisted Sister, Van Halen entre muitos outros, abriam as portas desse novo universo musical, bandas como Thin Lizzy, Whitesnake, Def Leppard, entre outros aproveitavam essa oportunidade e conseguiam singrar entrando por essa mesma porta. E não é de estranhar que os germânicos Scorpions também o tenham conseguido, aliás, foram mais bem sucedidos por terras do tio Sam do que na sua terra natal. Não sei se estes dados estarão correctos mas 8 discos de platina nos USA, para 1 na alemanha diz tudo.
Blackout foi um dos discos mais rockers dos Scorpions. depois de Animal Magnetism que atirou Klaus Meine para fora do mundo do rock devido a nódulos na sua garganta e deixou a banda 2 anos sem editar nada; (e foi aqui nesta época que Don Dokken quase substituiu permanetemente Klaus, ainda assim todos os backing bocals neste Blackout são dele); dizia eu que depois do estrondoso sucesso de The Zoo, o tema de maior sucesso da banda por aqueles dias, que a fasquia não podia baixar. Surgem então com mais força do que nunca, e com um Klaus completamente recuperado, depois de uma bem sucedida cirurgia, e ainda mais potente, entregam temas como Blackout, Can't live without you e Dinamite para demonstrar o poderio rocker do quinteto teutónico. Nesta altura começava a desenhar-se um formato que daí a um par de anos se tornaria na revolução musical mais importante de sempre, o Glam\hair metal; e se atentarem bem nestes temas, poderão concluir que Scorpions foram uma influência importante nessa renovação do rock pesado.
Neste disco a preponderância para temas de grandes arenas ou estádios é por demais evidente. Este Blackout já merecia um tratamento assim, uma remasterização tão bem feita que parece que estamos num estádio com largos milhares de fanáticos a levar o nosso entusiasmo ao extremo. E o que dizer da capa? Uma afirmação demonstradora de que a força do rock já não estava prisioneira das imposições politicas e ou sociais, a libertação fosse de que situação fosse já não tinha retorno, era a liberdade total. Não foi tão polémica como a capa de Lovedrive, mas ainda assim diz muito mais do que se pode imaginar.
Sou um apreciador confesso destes Scorpions. Não na totalidade da sua carreira mas pelo menos desde Lovedrive até Face The Heat. Quanto à primeira parte da sua carreira, apesar de já a ter ouvido toda, talvez ainda não tenha chegado o tempo de apreciar nas melhores condições essa fase mais clássica, ainda estou muito chegado ao metal melódico e potente, sinfónico e expansivo, talvez mais à frente. No que se refere a Pure Instinct e subsequentes edições, achei-as demasiado açucaradas e sem a força rocker dos 15 anos anteriores, e claro, apesar de sempre adquirir e ouvir cada nova edição, acabam por ficar assimiladas e esquecidas muito rápidamente. Se bem perceberam por estas minhas palavras, gostar de Scorpions não é para mim um questão nostálgica, é mesmo de impacto, força, necessidade de oxigénio para viver, coisa que só encontro em discos como Animal Magnetism, Blackout, Love At First Sting etc... Por isso é mais do que natural de que o mesmo se passe com muitos (milhões) de vós, e uma edição como esta é demasiado importante para não se lhe dar destaque e atenção. 
Um disco essencial, seja remasterizado ou original, todos devem de ter bem presente obras como esta, independentemente da banda que as editou, porque são elas as peças basilares e estruturais do rock moderno como hoje o conhece-mos, e até hoje continua dificil de conseguir um conjunto homogéneo de obras que tenham o mesmo impacto e força libertadora que estas têm. Mandatório!!!!
McLeod Falou!