sábado, 4 de abril de 2015

Hogjaw - Sons of the Western Skies (2012) USA


"Sons Of The Western Skies", é o mais recente trabalho da Hogjaw, lançado no dia 24 de janeiro de 2012. A Hogjaw é uma das melhores bandas de Southern Rock da nova geração, algo que poucos arriscam dizer o contrário.
O álbum abre com "Spoonfed", a canção surge com uma intro que passeia pelo Country Rock, soando um pouco parecida com um riff encontrado em "Farm Fiddlin'", em diante, Kreg e Jones cadenciam os riffs de suas guitarras ao vocal grave de Jones. A próxima faixa "Hells ½ Home Of Mine" mantém o Southern Rock com riffs bem trabalhados, refrão vivo, solo voltado pra música, e com aquele certo swing existente na pegada já característica da Hogjaw.
"Road Of Fools" nos surpreende, nada de JonBoat Jones nos vocais, o baterista Kwall mostra o timbre de sua voz, dando "aquele" toque de Rock 70s na canção, uma música pra quem curte pegar uma auto-estrada livre pra pisar o pé e queimar asfalto. A faixa "Six Shots" mantém o padrão do álbum com riffs dosadamente cadenciados, ritmando perfeitamente com o vocal, Kreg Self com solos envenenados, o trabalho da bateria também surpreende pela cadência.
"Everyone's Goin Fishin" surge com "metais", algo mais pro Jazz, ao Jazz Rock, dançante, é bem diferente do que estamos acostumados, isso é bom, nos surpreende e mostra que a Hogjaw não limita sua sonoridade. A faixa "Look To The Sky" com sua letra do tipo conto de viajante, traz aquele feeling de canção suave, e com um final a lá The Charlie Daniels Band. Nessas horas é que sentimos o quão belo é o timbre de voz de Jones. "Mainstream Trucker (18 Wheeler Mix)" é Southern Rock de primeiríssima qualidade, gaita, riffs do tipo Billy Gibbons desconcertantes, e uma levada de nos fazer cair na estrada como um vivido caminhoneiro.
"Midnight Run To Cleator" é bem Western, riffs pesados, me fazendo imaginar Clint Eastwood adentrando uma cidade com um Colt 1873 e mandando bala na bandidagem. "Dirty Woman" prossegue com riffs de grosso calibre, solos trabalhadíssimos, e um refrão cheio de vida, mantendo o padrão do álbum em alto nível. O disco fecha com "The Sum Of All Things", a faixa mais suave do álbum, transbordando feeling, um mar de solos, mais uma bela canção, me fazendo lembrar de "Little Wing" do Jimi Hendrix.
Bem, a Hogjaw continua mantendo o mesmo padrão desde "Devil In The Details", lançando álbuns de alto nível, repleto de belas canções. Pelo título do álbum, eu acreditava que ouviria canções a lá "Two Guns" do álbum "Ironwood", mas o álbum "Sons Of The Western Skies" me surpreendeu positivamente, mostrando que a Hogjaw não se prega à rótulos. Recomendo, é um álbum perfeito pra quem ama Rock N' Roll tocado com muita competência
Paul Chamberlain, da rádio britânica ARFM disse que a Hogjaw "é a melhor banda de Southern Rock da primeira década do milênio", não afirmo que ela seja isso, mas garanto que está na linha de frente das novas bandas de Southern Rock, ao lado do Blackberry Smoke, SwampDaWamp, Fifth On The Floor e State Line Mob.

Iconic Tonic - Rock And Roll (2012) USA


Columbus, Ohio Iconic Tonic é outra banda forte que assinou com o rótulo Jamsync Music nos últimos tempos. Após a audição de "Out Loud", eu achei que a banda ia ser só mais uma banda de rock, mas que não é o caso. Rock And Roll mostra uma banda que tem muitas influências.
A primeira faixa "MMXI" me dá um vibe de Black Sabbath, possivelmente algo que você ouvir a partir da era Tony Martin. "Out Loud", é claro, é um divertido tema hard rocking e é um dos singles do álbum. Definitivamente, a escolha mais óbvia para as rádios. " Zombie Baby " surpreendentemente não tem um pouco de Rob Zombie, enquanto o alucinante "Lost At Sea" soa algo como que Pink Floyd poderia ter feito e "Bring You Down" soa como metal alternativo na veia de Cold or Tool ou como algo a partir do último álbum de Lizzy Borden. "Time To Be With You" é feito num estilo Beatles. O "Iconic Tonic" instrumental que nos leva de volta a um hard rock simples ao estilo dos KISS nos anos 70.
Apesar de todos esses sons diferentes que poderiam contribuir para um álbum de esquizofrenia e incoerente nas mãos de uma banda menor, mas Tonic Iconic trabalhou muito bem. Eu não tenho absolutamente nenhum problema com uma banda a experimentar estilos diferentes, desde que tenham um registo tão longo quanto a qualidade da música e neste caso a qualidade está lá. Você não vai querer ou esperar algo assim de veteranos como KISS, Black Sabbath ou AC / DC, mas para as bandas mais jovens apenas começando o seu caminho, é bom para experimentar (assim como a faculdade!) E descobrir onde realmente está o seu coração e potencial.

Joker – Ecstasy (1992) Portugal


Nascidos em 1992 e constituídos por Paulo (guitarra), Hugo (baixo), Luís (bateria), José (teclas) e Tiago Gardner (voz). Bons executantes tecnicamente, assinaram contrato com a Polygram mas, embevecidos com o sucesso obtido pelo hit "Easy Come and Go", uma balada melosa tipo Rock FM, afastaram-se dos apreciadores clássicos do heavy metal mais melodioso.

Tank - War Nation (2012) UK


Segundo o guitarrista Cliff Evans: “A música que abre nosso novo álbum apronta o cenário para o que virá em seguida. Há um riff clássico de guitarra dos Tank, que não soaria estranho em nenhum dos lendários álbuns dos anos 80, e tem um refrão que cola em sua cabeça.”
Evans comentou: "Como acontece com nosso álbum 'War Machine', ' War Nation ' inclui uma variedade de influências e estilos diferentes.
"Com uma riqueza de habilidade musical para apresentar, nós não gostamos de nos limitar.
"Individualmente, temos trabalhado com nomes como Ritchie Blackmore, Bruce Dickinson, Paul Di'Anno e Yngwie Malmsteen.
"Então, muitas bandas que estão a lançar álbuns agora, onde uma vez que você ouvir as duas primeiras músicas acha que ouviu o álbum todo. Não com os TANK. Cada canção que faz para o nosso álbum tem para merecer isso. Os nossos padrões são elevados. "
Adicionado White: "Com canções como" Justice For All 'e' Grace Of God ", estamos actualizando o som dos TANK, mantendo todos os elementos que fizeram de 'War Machine' tão bem sucedido. Há riffs matadores e melodias inesquecíveis e letras que você pode cantar, o que você quer, ou mesmo o que você precisa. "
O Tank ainda lançará esse ano seu primeiro DVD ao vivo. As gravações foram feitas durante a turnê de abertura para o Judas Priest em 2011 e ainda haverá imagens de um show que a banda fez na Polônia no dia 09 de Março. O set-list incluirá clássicos como “This Means War”, “Echoes of A Distant Battle”, “Power Of The Hunter” e “The War Drags Ever On”.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Million Dollar Reload - A Sinner’s Saint (2012) UK


Million Dollar Reload é uma banda de Hard Rock a partir de Belfast, na Irlanda do Norte, mas a julgar seu estilo e do som, eu juraria Belfast é um subúrbio de Los Angeles.
Depois de se estrear em 2008, a banda assinou pela Fronteiras, uma certeza a partir dos rótulos habituais AOR / Prog lançamentos.
" A Sinner's Saint " dos M$R é o primeiro álbum vez com eles.
Destes 11 temas com toneladas de energia e de arrogância, encontramos muitas influências de bandas clássicas como AC/DC, Guns 'N Roses, Aerosmith ou Thunder, mas também outras mais recentes, como Sleeze Beez ou Junkyard.
"Bullets In The Sky", o stomping "I Am the Rapture", " Fight the System ", e "It Aint Over" são exemplos de temas roqueiros hard e heavy
Mas aí está "Broken", a única canção lenta, e talvez, o melhor exemplo de uma balada de rock melódico pesado neste últimos tempos. Na verdade, é a melhor música.
" A Sinner's Saint " é perfeito para uma festa numa noite de verão um com montes de cerveja gelada e volume muito alto.
Million Dollar Reload toca R'NR de alta tensão, oferecendo um ataque de guitarra apunhalando com bons ganchos, bateria Groovy e um ritmo oscilante ao longo do disco. O vocalista Phil Conlon tem um tom maravilhosamente longo e arrastado em sua voz rock & roll grosseira.
As canções são simples mas cheias de energia com o groove necessário, letras e melodias cativantes realmente hard rock, nada mais, nada menos. Tudo gravado e produzido com o som exacto e vibração para este estilo.
" A Sinner's Saint " o levará de volta aos dias de glória de Headbangers, videoclips com senhoras casadouras pulando sobre carros e cantores barechested em movimento lento a preto e branco derramando na chuva.

Hot’N’Nasty – Boost (2012) Alemanha


" Boost" gravado nos Megaphon-Studios von Martin Meinschäfer (incluindo o produtor e engenheiro Henrik Freischlader e Tommy Schneller na gravação), gravado, mixado e masterizado. O resultado é uma obra variada e interessante no género de blues-rock. Mas, para falar de um CD "clássico" de blues-rock, o álbum não faria justiça. Entre as 14 faixas há também canções com influências de southern rock, baladas, faixas acústicas. Em primeiro plano são principalmente canções que têm o reconhecimento da marca. Foi apoiada pelo estúdio Hot'n'Nasty (incluindo Peter Maffay) e o tecladista Tobias Cosler (incluindo vencedor do American Idol) no estúdio pelo virtuoso de harpa Chris Kramer. A reacção da imprensa para ' Boost' é optimista e cheia de entusiasmo.

Jimmie Van Zant - Feels Like Freedom [2012]USA


"Feels Like Freedom" é o quarto álbum de estúdio da Jimmie Van Zant Band, lançado em 2012, pela CYA Records. Não precisamos esperar um ou dois anos pra ouvir canções inéditas do Jimmie Van Zant, pelo jeito o cara anda a todo vapor, nadando em criatividade, isso se deve ao sangue Van Zant correndo em suas veias. Não vou dizer que "Feels Like Freedom" é parecido com a fase atual da Lynyrd Skynyrd ou soando como os dois últimos álbuns da Van Zant, não, já com quatro álbuns lançados na carreira, Jimmie já construiu sua marca, o álbum tá na mesma linhagem de "Cut From The Same Cloth", com canções pra cair na estrada, uma longa viagem de puro Southern Rock com boas doses de Country Rock.
A primeira faixa "Chasing Shadows" surge com aquela pegada pro Alternative/Country Rock, uma bela melodia. A faixa "Ain't Quite Mary Jane" também se mantém num andamento mais calmo, priorizando a melodia, uma gaita de fundo e belos solos de guitarra. Já "Wildest Branch" é aquele puro Southern Rock regado por banjo, riff's densos, com um andamento que até me lembra "Takin' Up Space" da Van Zant, mais uma ótima música.
Na sequência "When You Gonna Learn" é mais uma música com um andamento mais lento, melodia perfeita, de confortar a alma, mais uma lição de vida ensinada por Jimmie. A cada álbum lançado por Jimmie sinto uma evolução incrível, sua voz fica cada vez melhor, as canções mais bem trabalhadas, é justo reconhecer que ele não se esconde no sobrenome, o cara tem o dom pra música. A faixa-título "Feels Like Freedom" é mais uma com uma levada que passeia pelo Country Rock, uma música dançante com um ar de liberdade, felicidade, de deixar o ambiente na mais pura harmonia.
A meu ver "That'll Take You Back" é o tipo de canção que já mostra qual o estilo de Jimmie, Southern Rock com forte influência Country, mas de um modo diferente, digamos que de um modo original. Mais uma música perfeita, com guitarras bem trabalhadas. Abrindo com riff's de grosso calibre "Southern Rock" faz jus ao título da música, passeando com um refrão viciante, um Southern Rock puro e viajante. A calmaria retorna em "Unfinished Life" mais uma lição de vida, bela canção, com um andamento mais acústico que bebe pelas fontes do Alternative Country.
A próxima faixa "Runaway Train" com uma levada mais roots, a lá Charlie Daniels Band, banjo, violino e misturando com perfeição Southern Rock e Country Rock. Uma ótima canção sempre me faz lembrar ótimas bandas, por esse motivo "Runaway Train" me deu vontade de ouvir Confederate Railroad, farei isso ao terminar essa resenha. O andamento mais suave volta em "Come On Man" aumentando a estatística de belas canções do álbum, direi mais uma vez que é mais uma lição de vida.
Jimmie escolheu às onze canções desse álbum, lições de vida, música pra ouvir e refletir numa viagem sonora. O álbum encerra com "Stronger Stuff" Southern Rock com um pouco de Alternative/Country, fechando mais uma obra sonora lançada por Jimmie Van Zant Band. Só posso dizer que Feels Like Freedom entrou pra minha lista Top10 Southern Rock de 2012. O nome Van Zant continua vivo e forte no Southern Rock, se depender de Jimmie continuará por muito tempo. Recomendo, vale a pena acompanhar o trabalho da Jimmie Van Zant Band com o mesmo carinho que temos por Ronnie, Donnie e Johnny.

The Outlaws - It's About Pride (2012) USA


Em 2005, os membros sobreviventes originais dos Outlaws se reuniram para uma turnê dos 30 anos. Hughie, Monte e Henry Paul, juntamente com Dave Dix, Chris Anderson, Threet Randy, e Robbins Dave saíram em turnê naquele ano para as legiões de fãs fiéis aos Outlaw. Dave e Henry Paul deixamos o grupo para seguir as nossas obrigações com Blackhawk no final desse ano e os Outlaws seguiu em frente. Tragicamente perdemos Hughie em 2007. Com os membros originais Hughie, Billy Jones e Frank O'Keefe também foram Monte e Henry Paul decidiram tentar juntar os cacos e seguir em frente com os Outlaws. Hoje a banda continua, juntamente com Chris Anderson, Billy Crain, Threet Randy, e Dave Robbins. Com o lançamento do novo álbum de estúdio " It's About Pride " e um documentário " Hidin' Out In Tennessee ", que relata a elaboração do novo álbum dos Outlaws que estão no limiar do novo capítulo de sua longa herança.

Gotthard - Firebirth (2012) Suíça



Quando, no final de 2010, o carismático vocalista e frontman Steve Lee morreu num acidente de trânsito, com toda a honestidade que eu pensei que a existência da muito bem sucedida banda suíça Gotthard tinha findado, Steve Lee era em grande medida responsável pelo som geral da banda na minha opinião. Cerca de um ano e meio mais tarde, felizmente a banda prova que estava absolutamente errado, porque "Firebirth 'o novo álbum tornou-se uma obra de arte na melhor tradição dos Gotthard e facilmente se encaixa com o resto do catálogo de volta desta grande banda.
Como eles têm sido capazes de preencher a lacuna de classe mundial o cantor Steve Lee. Bem, eles fizeram isso porque encontraram o vocalista chamado Nic Maeder, que tem um timbre muito semelhante a Steve Lee. Além disso, o novo material musical é de um nível tão alto que nós absolutamente não temos nada a reclamar. "Firebirth é Gotthard 100%" é a afirmação da banda e eu não poderia concordar mais com isso! O CD abre com o single 'Starlight', que na minha opinião é uma escolha um pouco estranha, porque para mim, pessoalmente, esta não é certamente uma das faixas mais fortes que podem ser encontrados em 'Firebirth'. Claro que você precisa para colocar isto na perspectiva adequada, uma vez que uma música relativamente fraca dos Gotthard é ainda muito melhor do que outras bandas são capazes de fazer. Isso não quer dizer que existem faixas muito melhores que podem ser encontrados neste novo álbum do que 'Starlight'. Você quer alguns exemplos? Bem, pessoalmente estou muito encantado com a pouco descontraído ‘Remember It’s Me’, em que mais uma vez torna-se aparente que a voz de Nic Maeder tem muito em comum com a voz do Steve Lee lembrado com carinho. Além disso, há a ' Fight ' emocionante (com um lindo refrão Groovy), a acústica e belamente cantada 'Tell Me', o 'Shine' novamente bastante relaxado, "Right On" o roqueiro e a esplêndida "Take It All Back", como melhores exemplos na minha opinião.
Levaria as coisas longe demais se afirmar que 'Firebirth' tem o mesmo impacto como por exemplo o álbum 'Lipservice' teve, mas o registro tornou-se certamente um álbum Gotthard muito decente. Portanto fãs de Gotthard pode adicionar 'Firebirth "com muita confiança para sua coleção pessoal, isso é certo!

RAGE – 21 (2012) ALEMANHA


Peavy Wagner e seus pares atingiram agora a maioridade. 21 é o titulo do mais recente àlbum dos Rage. Com o passar dos anos vão refinando o seu som e composição musical, aquilo que começou por ser thrash, é agora um obscuro e sublime power metal, é mesmo esse o termo, sublime! Agora sem o moicano Mike Terrana e bem substituido por André Hilgers ex-Silent Force, Victor Smolski e Peavy Wagner chegaram aos 21 discos; NOTÁVEL! Este é o tipo de disco que agrada a qualquer metaleiro ou rocker, como quiserem, de qualquer modo é um disco de 1ª liga que fica bem em qualquer colecção. Sagazmente produzido por Charlie Bauerfiend, que desde há 10 anos para cá tem conseguido expôr o espirito Rage na sua melhor forma. Esta é uma banda de dois extremos, merece imensas palavras e no entanto não há muito para dizer, o melhor mesmo é ouvirem e tirarem as vossas elações. Rage é ... Rage, agora mais corrosivos, são uma superior banda de Heavy Metal e que ataca esta religião como um trio potente e cheio de qualidade seja musical seja de execução instrumental; Smolski é um credenciado guitar hero e Hilgers um enorme baterista com provas dadas em bandas como os majestosos Silent Force e Sinner. E sem mais adendas apresento-vos o mais recente disco de Rage, 21!
McLeod Falou!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Wolfsbane - Wolfsbane Save the World (2012) UK

Wolfsbane (ex-vocalista do Iron Maiden Blaze Bayley) já se reformaram um par de vezes ao longo dos últimos anos e aparece ocasionalmente, mas "Save The World" é o seu primeiro álbum completo desde álbum auto-intitulado em 1994.
Bem, este álbum é o que você espera de um trabalho dos Wolfsbane. Onze faixas de rock sólido feito com habilidade e integridade. Este último sempre foi um factor importante no Wolfsbane, então este álbum é um lançamento totalmente independente - financiado, escrito, gravado, produzido e distribuído sem qualquer interferência de uma gravadora."Sky Blue" trabalho agradável seguido por "Teacher" e "Buy My Pain" (que veio à tona em 1995 álbum pós-Wolfsbane quando Jase Edwards, Steve Ellett e Jeff Hateley formou uma banda de curta duração chamada Stretch com Jez Spencer) antes que as coisas acalmassem com o quase autobiográfico "Starlight".
Não há realmente uma música má no álbum e faixas como 'Live Before I Die', o mais pesado 'Everybody's Looking For Something Baby'e "Child Of The Sun '(a primeira para Wolfsbane a faixa é escrita pelo guitarrista soley Jase Edwards ao contrário de quase todas as composições anteriores, que foram creditadas à banda) todas as músicas são bem escritas e realizadas.
Se este for o último grito dos Wolfsbane para um álbum - é uma grande despedida! Ou então, este poderia ser um trampolim para coisas maiores e melhores no futuro!

Skylark - Twilights Of Sands (2012) Itália


SKYLARK Banda italiana formada em 1994, gravou o seu novo álbum de estúdio “Twilights of Sand” no The Saltmine Studio em Arizona (EUA). O álbum, que foi lançado pela Shinigami Records, apresenta uma formação renovada: ao lado de Eddy Antonini (piano, clavicórdio e teclados) e Roberto “Brodo” Potenti (baixo e guitarra rítmica) estão o baterista Federico Ria e o guitarrista Fabrizio “Pota” Romani. Mas o fato mais surpreendente é a presença de nove vocalistas (6 mulheres e 3 homens) com vozes diferentes e estilos diferentes. Entre as vocalistas se encontra Princess Ashley, anunciada como a nova integrante de Skylark, depois da saída de Kiara Laertitia.

HELIX - Hard Rock Story (2011) Canadá

Hard Rock Story, como título do álbum já diz tudo, colectânea da banda Helix com alguns dos melhores temas da carreira da banda por mais de 30 anos.
Helix é uma banda canadense de hard rock / heavy metal, formada em 1974 e seu maior êxito foi em 1984 com o tema "Rock You". A banda passou por muitas mudanças na formação tendo Vollmer como sendo o único membro constante e único membro remanescente da formação original. Apesar de o guitarrista Paul Hackman ter morrido num acidente de autocarro da turnê, em 1992, os membros sobreviventes da formação dos anos 80 se reuniram em 2009 para um álbum e continuar a turnê em 2011.
Helix tem tocado com bandas como KISS, Aerosmith, Rush, Mötley Crüe, Alice Cooper, Whitesnake, Night Ranger, Heart, Quiet Riot, WASP, Ian Gillan, e Motörhead, entre outros.

TLC - Original Sin (1991) USA


A capa tentadora do primeiro lançamento dos TLC talvez desperte algumas associações erradas, mas sem medo. TLC oferece em " Original Sin " não é material Poser / Sleaze Glam, ele é realmente metal melódico na veia de RAZORMAID, BANSHEE ou LION. Eu não poderia encontrar qualquer pista fraca neste lançamento, embora às vezes o tempo nos leva de volta para a meditação. Acima de tudo, os vocais são incríveis e a guitarra heavy vale a pena mencionar, junto com a produção, que é muito bem-feita também. Enquanto isso, os temas na capa traseira têm um pouco curiosidade: Apesar de existirem doze canções listadas mas o cd tem apenas dez faixas!

Old School – Attraction (2011) Russia

Apesar da juventude da banda old school, todos os membros da equipe são músicos experientes, virtuosos e sem esforço possuem ferramentas para criar uma atmosfera de hard blues-rock no espírito do Whitesnake, KISS, Bad Company. Virtuosos da guitarra Ilya Smirnov com passagem por (Face-X) e Sergei Fedotov, ajustado o baixo Roman Neveleva (Pushking, Terminator Trio), a criação de teclas de Rodion Farafontov (Hypnose), um poderoso sulco drum Andrey Kruglov (Pushking, Earthling) e os vocais sensuais e carismáticos de Spacey (Spacey, Sweat) é o álbum de estréia de Old School - Attraction em 2011.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Nova Rex - Greatest Hits Then & Now (2010) USA



Para os fãs dos anos 80 ...
A banda americana Nova Rex lança "Greatest Hits Then & Now", uma coletânea de seus 5 primeiros discos com 16 faixas
Nova Rex foi fundada no Canadá, por volta de 1985. Eles lançaram material e tocaram em todos os lugares da Florida, de Hollywood e Indiana, e também num monte de outros lugares... fazendo um acordo com a MCA Records no processo. Nova Rex viveu a época de decadência ao máximo e esteve um bom tempo fazendo isso!

Rizon - Masquerade (2012) Suiça


Rizon é uma grande banda da Suíça, dois vocalistas, masculino e feminino, dois guitarristas, teclista, baixista e baterista, produzindo um bombástico power metal melódico. Masquerade é o seu terceiro álbum, o primeiro com a nova vocalista femenina, Seraina Telli.
Ambos os vocalistas cantam limpo. Geralmente, o Gotz Matthias tem o papel principal, com apoio de Telli nas harmonias. Às vezes, ela começa a acelerar como em Tears of the Sun. Em última análise, a parceria vocal é fundida pelo som dos arranjos vocais.
Quanto à música, Masquerade toca geralmente metal tradicional vibrante e pesado, com boas melodias e ganchos notáveis como os ouvido em Same Same ou Rise On. Trabalho de guitarra é um prêmio. Várias músicas são longas, incluindo Rise On, Out of Nowhere e Lost in Silence, permitindo Rizon a esticar-se, ainda que às vezes pareça épico. O álbum também contém El Dios, uma canção cantada em espanhol.
Com 13 músicas, Masquerade é um bom prato de heavy metal melódico para digerir. No final Masquerade é o álbum sólido e divertido, bom power metal melódico europeu.

Legend - The Dark Place (2013) UK


Na cena do metal de hoje, a maioria das bandas não têm a espinha dorsal necessária para expor o que a música heavy real é tudo. Detroit, LEGEND de Michigan não é a maioria das bandas. A magnitude do som furioso de LEGEND é tão intransigente e tão monstruoso que você vai estar verificando debaixo de sua cama se há poços ou círculo antes de ir dormir à noite.
De início como Maiden em Wasted Years semelhante riff tem a música título que fica mais pesada a seguir e os vocais típicos a entrar e volta de facto LEGEND. A partir deste início à última faixa bónus Play Your Game este é um CD muito bom. Como retorno de mais bandas dos anos oitenta, eles conseguem manter os pés firmemente no território NWOBHM, ao mesmo tempo, também conhecido para evitar um som datado. Musicalmente eles não eram os mais pesados na Wave, mas melódicos e melancólicos. Ao mesmo tempo músicas como Paragon e Burn with your Demons não estão muito longe de ser a poderosa Angel Witch. Enquanto os últimos meses o Progmetal não tem estado muito activo em grandes lançamentos, o rock progressivo e heavy metal fazem mais do que eu espero que a viagem de Jersey para a Holanda seja fácil, uma vez que eles afirmam-se em seu site após KIT que eles esperam voltar para a Europa em breve (bandas britânicas e as pessoas da mesma forma não consideram Grã-Bretanha Europa, para quem não sabe).

Frozen By Fire - The Quickening (2013) USA


Frozen By Fire é uma banda original de Melodic Heavy Metal a partir de Las Vegas Nevada. A música da banda tem grandes refrões, riffs poderosos, o trabalho de guitarra incrível com solos, a sólida condução de baixo, bateria forte, vocais que vão desde vocais limpos para encher o choro de rock e até mesmo harmonias vocais.
A gama de músicas a partir de heavy, hard e fast , para slow rock, para baladas sensíveis, e tudo na sua música é rock and roll. Sempre divertido, e tentando levar as coisas para o próximo nível. A banda tem tocado localmente em Las Vegas, em clubes e locais, e que em breve será uma turnê pelo mundo.
A banda lançou seu primeiro álbum em 2009, chamado "Let The Madness Begin" e em 2013 lançou seu segundo álbum, intitulado "The Quickening".

Doogie White & La Paz - The Dark And The Light (2013) UK


Doogie White (Rainbow / Malmsteen / Cornerstone) e La Paz estão de volta para o seu segundo álbum, um seguimento do ano passado "Granite". Esse álbum não foi tão ruim, uma vez que viu a banda revisitar músicas de sua encarnação original, em meados da década de 80, no entanto este novo álbum funde justamente o que de fora da água!
A partir da folia hard rock do tema de abertura 'Little Black Book Of Songs’, você sabe que vai ser bom de escutar. Doogie White está bem em forma vocal e há aqui duas músicas reais com som dos Rainbow em forma de “Don’t Drink With The Devil"e" Sweet Little Mistreated' (embora Saxon veio à mente nesta também).
Guitarrista Chic McSheery tem alguns solos crocantes em todo o álbum e o som Hammond de Andy Mason é mais outro ponto forte para o som geral do álbum.
Outra força do álbum é que vê a banda tentar alguns novos truques, como em 'Shadow Of Romance ", com adição de sax e soa como uma daquelas músicas do bom tempo que Mott the Hoople costumava fazer.
Muito impressionado com esta música e do épico "Men of War", uma canção que leva a música de encerramento do álbum "The Fallen", um instrumental, com uma saudação de bateria de uma pipe band.
Álbum muito agradável de hard rock e com uma variedade musical suficiente e ritmo para manter o ouvinte interessado.