terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

White Lion - The Definitive Rock Collection (2007) USA


The Definitive Rock Collection é o último álbum de compilação dos White Lion, lançado em 2007 pela Atlantic Records. A melhor coleção de faixas de estúdio e ao vivo 'White Lion'. A compilação possui todos os singles dos White Lion. Após o lançamento do álbum, a banda estava preparada para uma turnê de verão com os Poison e Ratt a ideia foi abandonada pelo promotor do tour depois do ex-guitarrista dos White Lion Vito Bratta ameaçar com uma ação legal sobre o nome da banda.
Esta ação legal ameaçada, no entanto, não parou a banda e eles apareceram em Rocklahoma em Pryor, OK, em 13 de julho de 2007, com Poison, Ratt, Quot Riot, Slaughter , Y & T , Gypsy Pistoleros, Dirty Penny, Greg Leon Invasion e Zendozer. Após esse festival, eles fizeram turnês nos EUA e, eventualmente, Mike Tramp conseguiu usar novamente o nome da banda original.



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

W.A.S.P. - Re-Idolized (The Soundtrack to the Crimson Idol) (2018) USA


Napalm Records lançou em 2 de fevereiro de 2018, W.A.S.P. "Re-Idolized (The Soundtrack To The Crimson Idol)", o 25º aniversário do icônico álbum conceitual 'The Crimson Idol', como originalmente pretendido - filme e banda sonora unidos e lançados como um produto especial.
"Re-Idolized (The Soundtrack To The Crimson Idol)" também possui várias músicas nunca lançadas antes, descartadas pela gravadora devido ao "espaço físico do CD".
Na verdade, "Re-Idolized (The Soundtrack To The Crimson Idol)" vem em 2 CD, assim como as novas músicas não se encaixam no primeiro.
O álbum Crimson Idol foi originalmente destinado a ser acompanhado por um filme, com várias centenas de horas de filme que foram filmadas para criar aproximadamente 60 minutos de filmagens. "Re-Idolized (The Soundtrack To The Crimson Idol)" inclui o vídeo pela primeira vez, ambos em DVD / Blu-ray. Com o guitarrista Chris Holmes, que já não é um membro dos WASP, Blackie Lawless gravou "The Crimson Idol" com o guitarrista Bob Kulick (KISS, BLACKJACK) e os bateristas Stet Howland e Frankie Banali (QUIET RIOT).
O álbum ainda é considerado o melhor da carreira dos W.A.S.P. e um dos melhores álbuns do conceito Rock de todos os tempos. "The Crimson Idol" conta o conto conturbado de um ícone suicida de rock and roll e os perigos que vêm com a fama. Na verdade, o disco foi concebido como um álbum solo, mas Lawless se inclinou para a pressão do fã e liberou-o sob o nome W.A.S.P.. É um grande disco e mais os fãs do rock precisam estar familiarizados com isso, inferno, até mesmo reconhece-lo. Muitas vezes, somos inundados com intensões mundanas e sem nexo, mas, na maioria das vezes, joias como "Re-Idolized (The Soundtrack To The Crimson Idol)" são editadas e logo esquecidas por causa do "transtorno de défice de atenção e hiperatividade" idade da internet em que vivemos.
Votado como um dos álbuns conceituais do Top 20 de todos os tempos pela revista Metal Hammer, The Crimson Idol é, obviamente, mais uma banda sonora do que, digamos, um álbum de rock 'n' roll reto.
Agora está completo em "Re-Idolized (The Soundtrack To The Crimson Idol)", adicionando faixas muito boas nunca ouvidas antes. Embora esta seja uma cópia avançada, você pode ouvir claramente como o álbum é reconstruído, atualizado até 2018.



domingo, 4 de fevereiro de 2018

BERGGREN KERSLAKE BAND – THE SUN HAS GONE HAZY (2014) Suécia\UK




Classic hard Rock Blues! E se a definição vos tocou, pois é isso mesmo o que vão ter neste disco de estreia do projecto que juntou Lee Kerslake (Uriah Heep) e Stefan Berggren (Company Of Snakes). Foi editado faz um par de meses um EP com alguns temas que nos deu uma ideia muito segura do que iria-mos receber neste disco, que é uma refrescada dose de classic rock blues típica dos anos 70. neste projecto, a companhia fica completa com Thomas Thorberg (John Norum, Company of Snakes) no baixo e Joakim Svalberg (Yngwie Malmsteen) nas teclas. Como podem ver, da qualidade dos músicos é só pontos de interesse.
Excelente disco, com uma produção muito acetinada e sem grande distorção, simplesmente classic 70's rock com muito blues, bem definido, como que uns Whitesnake mais suaves, no fundo, uma evolução dos Company of Snakes. As guitarras estão a cargo de Stefan que faz um trabalho fenomenal, com linhas solo a viajar por todo o disco. Uma das minhas preferidas, o tema título, é bem exemplo disso; é de repetir e repetir e repetir....
Um disco perfeito! Não gosto de definir assim tão taxativamente algo, embora quando o faço é porque acho merecedor, e neste disco nada mais há a acrescentar ou a retirar, está... Perfeito!
O som está excepcional, acho que esta nova remodelação de uma época me parece inovadora e na direção correcta, e quem melhor para a fazer do que alguém que a viveu intensamente como Lee Kerslake, não é? Stefan é um músico de top, superior trabalho vocal e de guitarra a juntar à sua excelente veia compositiva, é um músico completo; merece um Grammy! O tema "Free" é para a história.
Altamente Recomendado!!!


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

POST DA SEMANA Saxon - Thunderbolt (2018) UK



A lendária banda britânica SAXON não está desperdiçando qualquer momento em 2018. Os gigantes do metal estão preparados para lançar seu último álbum de estúdio, "Thunderbolt", no dia 2 de fevereiro, através do rótulo da Milícia Guard (Silver Lining Music).
NWoBHM forte, basicamente, se gostas de metal tradicional, Saxon está onde esteve antes e a onde deve estar por mais tempo.
O álbum número 22 vem dois anos e meio após o aclamado "Battering Ram", e precisas de perguntar por quanto tempo este disco vai durar.
Originalmente formado como Son Of A Bitch no final dos anos 70, a banda gravou o LP clássico após o clássico metal e, além das mudanças de formação, só realmente houve esses dos anos 80 mais baixos que cobria dois álbuns.
A atual formação tem se comprovado como estável, poderosa e sólida como qualquer parte da carreira dos Saxon, se não mais. Fui fã desde o primeiro dia e não é algo que eu digo sempre.
Saxon primeiro mergulhou os dedos dos pés no rock'n'roll com o "Solid Ball Of Rock" de 1991, depois no power metal alguns anos depois. Desde a virada do milênio, eles abraçaram ambos, combinados com sons voltados para suas raízes e até mesmo momentos de metal sinfônico e prog.
Os dois últimos não são tão óbvios, mas é uma mistura de peso e desde o início, sabes que está em algum ponto rock serio.
'Olympus' abre com uma guitarra que constrói e brinca contigo, como uma motocicleta que se aproxima, antes que a faixa título rasgue os teus ouvidos. O vocalista Biff controla o som exatamente como ele faz no palco - eu posso imaginar a pele do George Cross fluindo agora. Desde explosões de ritmo até harmonias de guitarras e um solo sólido ou dois, está tudo lá.
Uma faixa notável é 'The Secret Of Flight'. Há uma dica de sua própria gothic symphonic de meados dos anos 2000 para a introdução onde as harmonias de guitarra levam-te de volta aos meados dos anos 80 Saxon / Maiden.
"Nosferatu" possui guitarras em rajadas, interligado com padrões e tons gothic. Os guitarristas Quinn e Scarratt funcionam bem neste.
Então, é uma explosão para 'They Played Rock And Roll', dedicado a Lemmy e Motorhead. As duas bandas tocaram juntas muitas vezes ao longo dos anos, de fato, ambas as bandas gravaram sets ao vivo em sua última turnê juntos, e Saxon deveria promover Battalions Of Steel no Reino Unido com Motorhead quando Lemmy morreu.
'Predator' leva as coisas numa direção muito mais pesada, enquanto 'Sons Of Odin' é um pouco mais melódico e ainda pesado - um dos meus destaques com 'Secret Of Fligh't, é a seção de ritmo do baixista Nibbs Carter e Nigel Glockler realmente estão em forma.
"Thunderbolt" coloca claramente na mesa essa afirmação simples; nós somos Saxon, e nós somos metal britânico.
Os poderosos Saxon entregaram mais uma vez com este novo álbum, uma coleção de musicas de Heavy Metal / Hard Rock fortes que explodiram com melodias assombrosas graças ao imenso trabalho de guitarra de Glockler e Scarratt. Nunca se esqueça, as capacidades vocais de Byford são parecidas com God, soando mais astutas e poderosas como sempre depois de quatro décadas atrás do microfone.
Tendo isso em mente, os novos e antigos fãs certamente estarão satisfeitos com o último trabalho dos Saxon, pois "Thunderbolt" não dececiona.



quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Timo Tolkki's Avalon - The Land of New Hope (2013) Finlândia


Depois de tomar verdadeiro conhecimento com esta nova obra do mestre Tolkki, tinha que deitar por terra muito do meu conhecimento para etiquetar este disco como uma metal opera. Definidos os parâmetros, avancê-mos então para a verdadeira questão, a musica! Quem não conhece Timo Tolkki anda perdido no universo e assim mesmo dou como adquirido que todos mais ou menos, o conhecem, sem ele Stratovarius não existia assim como o conhecemos.
Após algumas novas experiências pós-Strato, umas mais bem conseguidas do que outras, timo, embarca num novo e supostamente majestoso projecto, "Avalon, The land Of New Hope". Primeiramente há que conceptualizar a ideia e depois se for possível, trabalhá-la e moldá-la para aquilo que desejamos, mas desta vez, pouco mais avançou do que a conceptualização como nos quiseram fazer crer. E assim ficou e foi entregue esta nova experiência de Timo. A terra da nova esperança, basicamente é um cénário pós apocalíptico da humanidade, onde os que restam procuram esse novo paraíso.
Embora muito recalcada por estes dias, essa ideia, cabe sempre num lugar onde todas as visões são bem vindas, sempre há novas esperanças a que nos agarrar-mos. Um metal melódico não tão exuberante como Stratovarius ou Revolution Rennaissance, mas mesmo assim cativante, tem alguns defeitos, que me parecem ser mais por ego preguiçoso do que outra coisa, existem muitos arranjos a fazer, e não vou dizer aonde porque vocês logo os descobrirão, mas parece-me que Timo nem estava para aí virado. De dizer que o grupo de musicos convidados, são actualmente a nata da cena metálica, por isso nem vou perder tempo a referi-los ou a exaltar a sua prestação, apenas dizer que Timo devia ter tido mais consideração por alguns deles, ao não aprofundar o polimento de algumas partes, especialmente vocais, com o aprimoramento das composições, porque eles são do melhor que há; e para quem disse que não ia falar dos defeitos já falou demais!
No geral, é um bom disco, diria mais até, excelente! Tem tudo o que procuramos, melodia, boas canções, bons intérpretes, os temas são cativantes, uma história para dissertar na nossa mente, enfim, um tempo bem passado. Agora a consideração, o primeiro tema tem muito de operático, mas para o resto do disco, dizer que um pouco de sinfonismo e alguns duetos transformam este disco numa ópera, bem, a editora na ânsia de aproveitar a imagem do compositor cai no habitual erro de enganar a malta, ou se o erro foi do Timo, então ainda não deixou os vicios por completo, e se deixou ainda restam algumas mazelas, ainda anda muita coisa daquilo que faz rir naquele cerebro. Se assim fosse, os discos de Rob Rock eram todos óperas, e dos Amaranthe igual, no fundo é um disco conceptual com algum sinfonismo e fica por aí, e assim podemos avançar para uma melhor e mais justa apreciação da obra. Recomendado!
McLeod Falou!



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Thor - Electric Eyes (2017) Canadá



Desde o seu álbum de estreia em 1977, a banda de Vancouver, Canadá THOR, lançou 29 álbuns de estúdio, entre os quais Bugs Bunny Dressed As A Girl, Beastwomen From The Center Of The Earth e Striking Viking podem parecer os mais interessantes.
Mas é este, Electric Eyes , que atrai sua atenção. Gravado em 1979, como o seguimento do sucesso comercial do segundo álbum, Keep The Dogs Away, depois arquivado, depois arrastrado para fora da história da banda, este álbum faz uma ponte entre os primeiros álbuns da banda para o som mais pesado que eles chamaram de casa por quase 40 anos. Agora, ele recebe uma versão bem merecida na Cleopatra Records.
É representativo de sua carreira? Bem, claro que não, pelos motivos explicados. Mas para estudantes de rock'n'roll e, de fato, fãs da banda, é fascinante ouvir. Ele sugere fortemente que o líder Jon Miki Thor (seu verdadeiro nome) tinha um enorme talento artístico e poderia ter sido um querido da "contracultura", à medida que os anos 70 avançavam para os anos 80. 'Special Flight' e 'She's A Fancy Lady', são modestas, rock de garagem / gemas protopunk, músicas que The Modern Lovers ou The Cars teriam tocado em New Wave gold.
Estranhamente, então, o título segue numa direção rock / metal mais convencional. Então, a normalidade é retomada com 'Interception' e ' Storm'. Há uma espontaneidade não ensaiada para estas duas músicas, ambas são fluentes e impressionantes de forma orgânica, na medida em que o som cresce de sementes, nutridas e cultivadas, em vez de serem escritas numa página. Até mesmo, "Twitch, Let's Go" e "The Door" podem não ter o grito e a audácia do Velvet Underground, mas podes ouvir a influência dessa banda na criação de uma sensação de improvisação de mentalidade única nas gravações.
Este álbum surpreenderá muitos. E muitos verão o nome da banda e o título do álbum e vão descartá-lo. Será uma perda.



Sam Russell - Impetuous Desire (2018) UK



Sam é um guitarrista que se especializou em neoclássico e metal, atualmente ensinando no oeste de Londres enquanto escreveu seu álbum de heavy metal. Ele é uma prova viva de que, independentemente do seu fundo musical, ou dos seus interesses, tem uma carreira sustentável na indústria da música.
Sua musica é influenciada pelo heavy metal dos anos 80 e em bandas como Iron Maiden, Saxon, Mr Big, Doro, Samson, Fate, King Diamond, Riot, Cloven Hoof, Thunder, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen, Steve Vai, Metallica.
Este álbum conta com a participação de Jacqueline Phillips, Doro Pesch e Ryan Mueller.



Red Line - Rebellious (2017) Portugal


RED LINE, banda de rock da Póvoa de Varzim, apresenta o seu álbum de estreia, "Rebellious" que tem 9 faixas cheias de energia, melodia e peso.
Gravado, misturado e masterizado por André Matos (Raising Legends Records).



segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

The Poodles - Prisma (2018) Suécia



The Poodles estão de volta com "Prisma", o seguimento do seu aclamado álbum intitulado "Devil In The Details"! The Poodles lançaram sete álbuns de estúdio e um álbum ao vivo nos últimos dez anos e discutiram a possibilidade de fazer um álbum com músicas de outros artistas por vários anos. Eles finalmente decidiram que era hora! O título, "Prisma", pretende refletir a diferença de perspectiva que a banda traz para as músicas no álbum. A decisão foi tomada há muito tempo para ficar longe de géneros próximos aos da própria banda, mas, além disso, qualquer música poderia ser questionada para fazer o álbum. Em colaboração com o produtor Dino Medanhodzic na Radionica Studios, a banda apresentou uma série de músicas que abrangem cerca de 40 anos de música, dos anos 70 até os 10! O fator decisivo foi a qualidade da música, onde um forte gancho e um riff eram os ingredientes-chave. Os fãs de Elton John, Fleetwood Mac, Depeche Mode, Blondie e The Swedish House Mafia são um prazer, pois The Poodles coloca o seu selo exclusivo em faixas clássicas por estes e outros artistas!
Fonte: Gain / Sony Music



Shezoo - Agony of Doubt (2018) Suíça



Fundada em 2006 por seis mulheres, a banda suiça SheZoo já encontrou seu lugar como um quarteto internacional composto por 3 homens e a vocalista holandesa Natacha, o guitarrista Micha (Alemanha), o baterista Jerry (Suíça) e o baixista Ralf (Suíça). No processo, a banda nunca perdeu de vista sua verdadeira direção sem seguir nenhum padrão musical. Com esta formação, rapidamente ficou claro que todos queriam o mesmo: criar novas músicas com muito poder e energia e tocar mais e mais shows para rolar nos estádios em todo o mundo, para entreter fãs de longa data e novos públicos. SheZoo é definitivamente influenciado por bandas como Iron Maiden, Led Zeppelin, Queensrÿche, Dio, Kingdom Come, Acept e muitas outras bandas da era dourada dos anos 80, bem como pelos grandes nomes de hoje. Rocking, cativante e com uma boa sensação de melodias, O novo álbum de SheZoo apresenta um certo som, não só carregado pela voz carismática de Natacha. Começando com a faixa de abertura e a música de título "Agony Of Doubt", a banda domina músicas rock como "Cradles The Death", faixas épicas de AOR ("Crimson Rain") e baladas emocionais como "Mirror" com facilidade. O novo álbum "Agony Of Doubt" foi gravado nos Iguana Studios perto de Freiburg (Alemanha). O resultado é um álbum que provavelmente atrairá muitos fãs novos, bem como os antigos. Fonte: Fastball Music



POST DA SEMANA Phil Campbell And The Bastard Sons - The Age of Absurdity (2018) UK



"The Age Of Absurdity" é o álbum de estreia de Phil Campbell e The Bastard Sons, a banda criada pelo talentoso guitarrista de uma das maiores bandas de rock da história; Motorhead.
Acontece que os filhos de Phil são igualmente talentosos. Todd (guitarra), Dane (bateria) e Tyla (baixo) podem tocar. Juntamente com o vocalista galês Neil Starr, esses músicos são um poderoso arsenal de rock.
Após o triste e doloroso final dos Motorhead há três anos, o guitarrista Phil Campbell teve que procurar novos campos de atividade. Sua paixão pela musica hard rock é desenfreada e não terminou em 2015. Portanto, uma nova saída para riffs e poderosos sons de guitarra era muito necessária.
Ele optou por sua família, e eles realmente rocks como um só.
Depois de ter publicado um primeiro EP alguns meses atrás, o quinteto edita a estreia como falamos, um álbum que é alimentado por emocionantes clássicos hard rockers que são um verdadeiro deleite para seus ouvidos.
"The Age Of Absurdity" está repleto de ótimos grooves e muitos hooks cativantes. A produção é excelente com um som polido dos anos 80, onde cada instrumento e a voz é bem definida e com muita força.
O álbum abre com um hino roking chamado "Ringleader". A bateria está aparecendo e envia te voando pela musica a uma grande velocidade. O tom de guitarra é algo a ser apreciado. Os riffs de Beefy com o baixo batendo forte e completando o poderoso fundo, fazem te querer levantar o punho no céu a cada batida.
Músicas igualmente agradáveis são o dirty n' hooky "Gypsy Kiss", o coração batendo em "Step Into The Fire", e o blues de "Dark Days".
O grooving "Stepping in Fire" é uma boa coisa, bem como a contagiosa "Freak Show". Uma música que também vale a pena ouvir é o mais próximo "Into the Dark", que traz de volta um pouco de Dio quando se trata de atmosferas.
Phil Campbell e The Bastard Sons com "The Age of Absurdity" é uma estreia espetacular que beneficia de um pai experiente e de uma loucura juvenil.
A música de clássico Hard Rock não pode parecer muito melhor do que o que é oferecido por este ótimo musico neste disco.



sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Sixgun Renegades - Sixgun Renegades (2018) Finlândia


Sixgun Renegades é uma banda Hard Rock de Helsinki / Espoo, da Finlândia. A banda foi formada em 2008 e agarrou as influências de grandes nomes como Thin Lizzy, Van Halen, Gary Moore, Whitesnake, AC / DC, Def Leppard, Peer Günt para citar alguns. A banda agarrou o heavy, Rock n'Roll baseado em riff, misturou-o com ganchos atraentes, coros de tamanho de estádio e guitarras explodindo criando o seu próprio som. É ousado. É grande. É alto. It's Rock n'Roll!



Loudness - Rise To Glory (2018) Japão



Os adeptos do rock japonês sempre tiveram fome de metal. Principalmente bandas da Europa e dos EUA poderiam chegar a uma base de fãs enorme, algumas dessas bandas sendo ainda mais bem-sucedidas no Oriente do que em seu país de origem. Mas também havia bandas vindas do Japão, iniciando uma história de sucesso num nível mais global.
Em meados da década de 80, quando o metal atingia cada vez mais fãs, eram três bandas do Japão que eram bem conhecidas: Anthem, X Japan e Loudness, sendo este o ponto de partida do metal japonês. LPs como "Thunder in the East" e "Lightning Strikes" ainda pertencem ao melhor metal japonês trazido à superfície.
A banda sempre esteve presente e foi o guitarrista Akira Takasaki que manteve as coisas juntas quando se trata dos Loudness. No entanto, depois de ter tido sucesso mundial na segunda metade dos anos oitenta, a estrela de Loudness ficou menos brilhante nos anos noventa. Foi o início para o novo milênio e o conectado 20 º aniversário da banda que levam a uma reunião da formação original e fez a banda Oriental crescer novamente.
Impressionados pelas reações positivas e feedback, os Loudness continuaram o seu trabalho e lançaram um novo LP no final de janeiro. "Rise to Glory" é o nome deste novo disco de metal japonês que apresenta treze músicas novas.
As músicas que deveria ouvir são o hino melódico metal "Why and For Whom", o lindíssimo uptempo "I'm Still Alive” e também "Go For Broke", lembrando os Dokken de antigamente. Não é que Takasaki e colegas de banda reinventaram o metal. Não há muito de novo que os músicos ofereçam, mas o que eles lançam em "Rise to Glory" é, em geral, boas coisas.
Algumas músicas mais comuns como "The Voice" não limitam realmente uma impressão positiva. O que é um pouco irritante é o fato de que músicas como a faixa do título lentamente desaparecem e eu me pergunto porquê. Eles literalmente tiram o power e um final melhor teria sido muito benéfico.
"Rise to Glory" é um álbum que se ouve muito bem. Não pode competir com os clássicos mencionados anteriormente, mas também acho que essa não era a expectativa. Ainda é um bom álbum que será apreciado pelos fãs do tradicional metal.



terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Black Label Society - Grimmest Hits (2018) USA



"Grimmest Hits" não é uma compilação de suas músicas dos BLACK LABEL SOCIETY. Primeiro, Zakk Wylde será o primeiro a dizer-lhe: "Se for Grimmest Hits, tu sabes que vai haver uma chance sombria de haver sucessos neste disco".
Claro, o lendário músico e o líder do BLS estão sempre com humor brincalhão e podemos assegurar-lhe que o novo álbum da banda está carregado com alguns dos melhores riffs de Wylde e a sempre presente a inspiração Black Sabbath / Ozzy Osbourne.
Na verdade, "Grimmest Hits" é o álbum Wylde / BLACK LABEL SOCIETY mais "semelhante" aos seus dias como parte da banda de Ozzy.
O álbum marca a escuridão e o blues junto com total saudação inclinada para BLACK SABBATH em "All That Once Shined", "Disbelief", "Bury Your Sorrow", "Seasons Of Falter" e "A Love Unreal".
A introdução fúnebre e sussurrada para "Trampled Down Below" abre uma marcha sombria com a linha de baixo sutil de John DeServio disputando um monstruoso groove para Zakk Wylde apresentar sua voz, e naturalmente, soltar um solo de guitarra suculento. O DeServio é quase uma força como o próprio Wylde neste álbum.
O tom temperamental carrega em "Seasons Of Falter", que penetra na espinha dorsal de Jeff Fabb, as guitarras solenes ainda forçadas a criar uma agradável contra melodia. O ritmo do up-tempo, o estridente baixo e as dispersas bombas de blues em "The Betrayal" dão ao álbum um abanão saudável no ponto certo.
Os temas do álbum parecem centrar-se em pensamentos sombrios como o título indica e uma sensação geral de tristeza. Uma música, "A Love Unreal", no entanto, virou o roteiro e cura as feridas. Liricamente, é uma música terna, mas Wylde limpou o ar sobre este (e o carro na história), detalhando um incidente.
Oposto ao espectro rocking é a balada Southern Blues Rock "The Day That Heaven Had Gone Away". Com um ritmo oscilante e os quase doloridos vocais de Wylde, a música é um imprevisto período de suspensão, mas que ainda é espetacular e não está fora de lugar. Além disso, "Illusions of Peace" traz uma reflexão nostálgica inspirada por este último, como riffs ferozes, batidas trovejantes e baixo estrondoso.
"Grimmest Hits" mostra a capacidade dos BLACK LABEL SOCIETY de entregar material fresco ainda inspirado em Ozzy / Sabbth sem abandonar sua comprovada receita de sucesso.
Após quase quatro anos, o último curso da banda certamente satisfará os apetites dos fãs e atrairá os recém-chegados.

  

Roger Floyd - No Service (2018) Canadá


Roger Floyd Diz:
"E se os Pink Floyd ainda estivessem produzindo álbuns conceituais? Esta é a pergunta que eu fiz há anos atrás. Sei que esta é uma questão que só seria convidado por um grande fã dos Pink Floyd, mas ainda me questionei.
Eu me perguntava se a geração mais nova ouviu os despertadores tocarem no início do "Time" se eles saibam o que era esse som. Os relógios do avô e qualquer outro relógio não digital estão quase extintos. Uma música atualizada teria ringtones em vez disso? Será que tem o mesmo impacto?
Logo, comecei a escrever músicas relacionadas com o mundo digital atual em que vivemos, coisas importantes para mim e que eu tinha opiniões fortes. Depois, comecei a entender como essa tecnologia mudou nossos relacionamentos. Eu assisti amigos e casais dividir um dispositivo entre eles para que eles sempre tenham uma estratégia de saída da comunicação verdadeira. Isso me deu a ideia de escrever a história de um casamento dissolvente que a tecnologia ajudou a destruir.
Em suma, este álbum é a minha tentativa de:
a) Escrever um álbum conceitual sobre um casamento em deterioração devido à tecnologia e b) Sondar Pink Floyd tanto quanto como pude. Isso foi gravado em meu home-studio sozinho com alguma ajuda vocal de Diana Planche e Lyra Howell.
Este não é um álbum moderno, não é cativante, rápido ou edificante, mas é expressivo do meu estado mental atual e acho que aborda um tópico que está se tornando cada vez mais uma questão e possivelmente um problema ".

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Y&T - Acoustic Classix Vol. 1 (EP) 2018 USA



Os veteranos de San Francisco Bay Area rockers Y & T lançaram o seu primeiro EP acústico, "Acoustic Classix Vol. 1", em janeiro. O trabalho contém seis músicas clássicas de Y & T , incluindo algumas músicas que os fãs não esperariam ouvir acusticamente, cada uma com uma rotação diferente.
Diz a banda: "Este é um EP muito especial que oferece aos fãs de Y & T uma maneira totalmente nova de desfrutar essas músicas clássicas de Y & T ".
Y & T lançou 25 álbuns e 11 singles desde 1976.
O guitarrista / vocalista Dave Meniketti é o único membro original restante de Y & T. Ele se juntou à formação atual da banda composta por John Nymann (Guitarra, voz), Mike Vanderhule (bateria) e Aaron Leigh (baixo).
Dois dos outros membros fundadores da Y & T - o baterista Leonard Haze, de 61 anos, e o baixista Phil Kennemore, 57, ambos deixaram a formação - morreram de complicações do cancro de pulmão: Kennemore em 7 de janeiro de 2011 e Haze em 11 de setembro de 2016 .
"Foi incrivelmente desanimador e emocionalmente doloroso", Meniketti disse à Recordnet.com sobre as mortes de Kennemore e Haze. "Tudo o que posso dizer simplesmente não aparece para descrevê-lo. Quando perdes o teu melhor amigo [ Kennemore ], que esteve de pé ao teu lado por 37 anos, a melhor palavra é " tempo ".



The Legendary Tigerman - Misfit (2018) Portugal



O músico português The Legendary Tigerman, que edita o novo álbum "Misfit" o sexto álbum que Paulo Furtado grava enquanto The Legendary Tigerman.
Em palco, Paulo Furtado estará acompanhado de Paulo Segadães (bateria), João Cabrita (saxofone) e Filipe Rocha (baixo).
“Misfit” foi composto durante uma viagem de Paulo Furtado aos Estados Unidos, na companhia do realizador Pedro Maia e da fotógrafa Rita Lino. Na altura os três fizeram um filme, “Fade into nothing”, que serviria de inspiração, juntamente com a própria viagem, para a composição dos temas novos.
Paulo Furtado voltou aos Estados Unidos mais tarde, já com os músicos Paulo Segadães e João Cabrita, e gravou o álbum no estúdio Rancho de la Luna, em Joshua Tree, Califórnia.
“Escrevi todas as canções enquanto estava em rodagem e dentro desta mentalidade do ‘misfit’ [desenquadrado]. Quando usas uma máscara continuas a ser tu que está por detrás dessa máscara. A maior parte das coisas foram escritas por mim, com os diários, que se cruzavam com as letras”, contou em entrevista à agência Lusa.
Além da inspiração que retirou desses dias de rodagem, Paulo Furtado sublinhou a importância de passar por aquele estúdio no deserto, dos arranjos lá criados e dos instrumentos descobertos e utilizados, e que moldaram o som que é hoje praticado por The Legendary Tigerman.
Influenciado pelos blues americanos, pelo punk e pelo rock’n’roll, Paulo Furtado admitiu que só agora quis gravar nos Estados Unidos, por receio de redundância e de não ter certezas absolutas da linguagem que queria seguir. “Precisei destes anos para ter essa certeza”, disse.
“Misfit”, que já estava disponível há algumas semanas em ‘streaming’ no Spotify, tem a edição física hoje no mercado, acompanhada do DVD “Fade into nothing”, o filme que desencadeou este novo universo habitado de Legendary Tigerman.
Com “Misfit”, que sucede a “True” (2014), Paulo Furtado disse que andará em digressão durante o próximo ano e meio.



Lione Conti - Lione Conti (2018) Itália



A Frontiers Music lança o álbum de estreia autointitulado de LIONE / CONTI em 26 de janeiro de 2018. A julgar pela capa deste novo projeto, parece uma "nova versão" dos álbuns de Allen / Lande e, de fato, musicalmente está muito perto: melodias poderosas ainda muito melódicas.
Alessandro Conti é o vocalista dos Italianos Trick Or Treat, e Fabio Lione é o vocalista original dos Rhaposdy, que lidera os clássicos álbuns da banda.
Estes dois músicos renovados juntam suas forças para este projeto junto a Marco Lanciotti na bateria, Filippo Martignano nos teclados e o talentoso Simone Mularoni nas guitarras e baixo (que também é responsáveis pela produção / mistura/ masterização).
Para aqueles que gostam da cena melódico / power, este álbum é bom; não há dúvida acerca disso. O mesmo acontece, também, para aqueles que gostam dos álbuns de Allen / Lande, Millenium, Jorn, etc.
Em geral, este disco está cheio de grandes melodias, enormes vocais, guitarras heavy e alguns incríveis ganchos e coros para cantar por muito tempo.
"Ascension" é o tema de abertura e é simplesmente uma faixa matadora. Poderoso, ridiculamente melódico com uma linha de ganchos que te agarra imediatamente.
"Outcome" é um pouco mais pesado, mas novamente extremamente melódico, enquanto em "Somebody Else" estamos lidando com outro destaque desta estreia, uma balada épica de power metal que apresenta grandes orquestrações e um enorme trabalho de guitarra que leva essa música para um nível mais alto. Excelente material.
O rápido "Misbeliever", "Destruction Show" e o hino "Glories" vão colocar um grande sorriso na cara de qualquer um que goste de clássico metal. Com "Gravity", Lione / Conti entrega ainda outra joia de melódico metal matador (que possui um solo de guitarra louco) que está entre os meus favoritos.
Como mencionado acima, este álbum é uma obrigação para todos e cada fã de moderno melódico metal / hard rock. Os desempenhos vocais são de primeira qualidade, o trabalho de guitarra é estupendo e a produção brilhante e enérgica.



sábado, 20 de janeiro de 2018

POST DA SEMANA Magnum - Lost On The Road To Eternity (2018) UK



"Lost On The Road To Eternity" é o novo álbum de 2018 da prestigiada banda britânica MAGNUM. A gravação do vigésimo álbum de estúdio da banda liderada pelos membros fundadores Bob Catley (vocal) e Tony Clarkin (guitarra) apresenta na sua formação atual dois novos elementos, Rick Benton (teclados) e Lee Morris (ex Paradise Lost, bateria).
Depois ouvir várias vezes este álbum (porque não é um álbum instantâneo) posso dizer que este é um dos mais elaborados - e completos - discos na carreira dos MAGNUM.
Benton juntou se aos MAGNUM em dezembro de 2016 para substituir Mark Stanway, membro de longa data, enquanto Morris assumiu o cargo de Harry James há apenas alguns meses. Com esta forte equipa, "Lost On The Road To Eternity" confirma que esta banda ainda tem muito a oferecer musicalmente.
Apresentando onze novas faixas com arranjos adicionais da maior orquestra do mundo, The Wolf Kerschek Orchestra, bem como Lee Small (Shy, Phenomena) nos coros e um vocalista convidado Tobias Sammet (Edguy / Avantasia) - como agradecimento pelas contribuições de Catley para os álbuns da Avantasia ao longo dos anos - este álbum está cheio de guloseimas.
O álbum abre com o clássico som dos MAGNUM com "Peaches and Cream", agitado e animado, com ritmos cativantes, destina-se a fazer com que o público aplauda quando tocado ao vivo.
Com a próxima faixa, "Show Me Your Hands", percebemos como Benton vai caber na banda, os novos teclados funcionam bem com a melodia de Clarkin.
Tomando uma posição mais suave, "Storm Baby" é uma tradicional balada dos MAGNUM, tingida de melancolia e alimentada por riffs colossais e linhas de baixo. Com isso no pensamento, sua ternura atinge o coração do ouvinte e encontra um espaço para preencher; as baladas são algo em que a banda é mestre.
Posteriormente, a mais longa das faixas, "Welcome To The Cosmic Cabaret", é uma faixa épica de Prog-Rock, e um pouco diferente do usado pela banda. Retratando uma história fascinante que o atrai para ouvir e capturá-lo dentro da sua frieza, há uma pausa instrumental que transborda os sintetizadores dos anos 80 e uma sólida batida de bateria que impulsiona a música; Ele serpenteia através de diferentes segmentos, como um rio serpenteando por diferentes paisagens até desaparecer no mar.
Começando com uma introdução tremenda que é tão edificante quanto o musical de Julie Andrews, o título "Lost on the Road to Eternity" apresenta Tobias Sammet dos Avantasia. Dando à música um lado diferente, o estilo vocal de Sammet é muito diferente de Catley, e eles se complementam bem. Tem alguns elementos deliciosos; A canção caberia bem no álbum Wings of Heaven de forma estilística porque tem a mesma presença e audácia de arena.
Com uma introdução de bateria anuncia o início do primeiro single, "Without Love", enquanto mostra o estilo de bateria de Morris. Com muita facilidade para tocar, o ritmo é implacável e atraente, mas o trabalho de guitarra rouba o show no final da música.
Cada minuto, um clássico, "Tell Me What You’ve Got to Say" combina tudo o que é o estilo tradicional dos MAGNUM e vincula-o numa classe de mestre rítmica.
Então, apresentando alguns coros com harmonia deliciosos, "Ya Wanna Be Someone" tem o vocalista convidado Lee Small. Juntando Bob Catley e Al Barrow, dá à música uma sensação triunfante, enquanto as letras brincalhonas ridiculizam aqueles que acreditam que são mais importantes do que qualquer outra pessoa.
Isto é antes de "Forbidden Masquerade", que começa lento e depois afasta se. Entregando alguns golpes sólidos, a faixa acalma te numa sensação de segurança e depois atinge te novamente antes de alcançar um final espiritual.
Para mostrar que eles podem ficar sérios quando querem, "Glory to Ashes" visita um dos tópicos favoritos da banda: guerra e injustiça social. Tem uma batida militarista subjacente a um Groove desesperado, fazendo uma faixa muito emocionante com floreado musical delicado.
Finalmente, trazendo o álbum para um final glorioso, "King of the World" tem uma guitarra bluesy, bateria forte e fantásticas letras descritivas. A segunda faixa mais longa do álbum, pode ser vista como uma música religiosa, mas tem uma ambiguidade que deixa de ser piedoso; uma conclusão agradável para um álbum especial.
MAGNUM personifica o Progressive Melodic Hard Rock britânico. Suas músicas são histórias lindamente trabalhadas e seu entusiasmo e energia não diminuíram ao longo dos anos.
Catley e Clarkin certamente não soam como as suas idades, a voz de Catley ainda clara e poderosa quando ele bate cada nota. A composição também está na melhor forma, pois não mostra nenhum sinal de desaceleração ou falta de ideias.
Embora existam sons remanescentes de música de décadas passadas, os anos 70 ou 80 especialmente, ecoando em toda a música, essas faixas não estão presas num enredo temporal; em vez disso, eles têm um estilo atual e vital que ainda se encaixa hoje.

  

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Anvil - Pounding The Pavement (2018) Canadá



As legendas do metal canadiano ANVIL lançaram o seu novo álbum, "Pounding The Pavement" , em 19 de janeiro de 2018, via SPV / Steamhammer como uma versão digipak (incluindo uma faixa e cartaz extra). O disco foi produzido nos estúdios Soundlodge em Rhauderfehn, no noroeste da Alemanha, onde os ANVIL encontraram não só a paz e a isolamento necessário para se concentrar nas suas gravações, mas também se encontraram no estúdio com o proprietário Jörg Uken, o produtor ideal para seu trabalho.
Por que "Pounding The Pavement" se transformou numa oferta tão incrível? O guitarrista / vocalista Steve "Lips" Kudlow explica: "O processo de composição começou imediatamente após o trabalho no nosso álbum anterior, 'Anvil Is Anvil', ter sido concluído. Então nossos pensamentos voltaram-se para o futuro novamente. Depois de 'Anvil Is Anvil' ter sido cortado, todos sabiam o que acabavam de entregar e como no futuro os ANVIL devem soar".
Apesar da diversidade de suas ideias, Kudlow, o baterista Robb Reiner e seu baixista Chris Robertson conseguiram preencher as marcas típicas desta banda incomum novamente com a vida - o que é um especto importante para cada lançamento daos ANVIL. Afinal, tradição e confiabilidade desempenham um papel essencial neste grupo. Kudlow diz: "É claro que sempre permitimos que as inspirações das gravações anteriores sejam filtradas, mas sempre com ênfase na evolução do característico som dos ANVIL.
"Muitos fãs continuam pedindo-nos para tocar do jeito que fizemos nos chamados bons velhos tempos. É por isso que tento de vez em quando agarrar essa sensação emocionante do nosso material mais antigo. Lembre-se, é sempre exclusivamente sobre a atmosfera básica daquele tempo, sem nunca copiar uma música antiga".
O título do álbum programático "Pounding The Pavement" é um sinônimo para o sério desafio consistentemente de garantir a sobrevivência financeira dos ANVIL. Kudlow diz: "Eu não sinto que nada poderia descrever a forma como trabalhamos nos últimos quarenta anos melhor do que 'Pounding The Pavement'. Os ANVIL tentaram por quatro décadas ganhar dinheiro suficiente para sobreviver e continuar a fazer música".