terça-feira, 19 de maio de 2015

Koritni - Night Goes On Days (2015) Austrália



Koritni é uma banda australiana de rock and roll de Sydney, Austrália que nasceu das cinzas da banda Green Dollar Colour.
Após a dissolução do Green Dollar Colour, Lex Koritni decidiu formar uma nova banda. Ajudado pelo guitarrista francês Eddy Santacreu, o baixista Matt Hunter, guitarrista Luke Cuerten e Chris Brown na bateria, eles formaram a banda Koritni em 2006. Misturando hard rock dos anos 70 e sleaze rock americano, a banda não esconde as suas preferências para bandas como Aerosmith, Guns N 'Roses, Van Halen ou AC / DC.
Em 2007, Koritni lançaram seu primeiro álbum Lady Luck , elogiado pela imprensa, Lady Luck foi misturado por Mike Fraser ( AC / DC , Aerosmith e Van Halen ). Após o lançamento do álbum, a banda realizou uma turnê europeia.
No início de 2009, a banda lançou seu segundo álbum, Game of Fools, novamente misturado por Mike Fraser, o álbum ainda está numa veia hard rock que fez sucesso. Koritni juntamente com bandas como Airbourne ou The Answer é considerada como o renascimento do hard rock.
Em 18 de maio foi o lançamento do novo álbum da banda de melódico hard rock Koritni "Night Goes On Day" e é a sequela do álbum de 2012 "Down at the Crossroads", onde, entre outras coisas, colaborou com o vocalista Jeff Scott Soto (Talisman, WET).

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Ironsword - None But The Brave (2015) Portugal


Os IRONSWORD foram criados em 1995, numa altura em que Tanngrisnir era guitarrista dos Moonspell. Com escola feita em bandas como Grog e Decayed, o músico da linha de Cascais reduziu o pseudónimo para Tann e, responsabilizando-se pela voz e todos os instrumentos, gravou as primeiras maquetas caseiras de um projeto que, quando transformado em banda “a sério”, ganhou um culto considerável à sua volta. Provavelmente nem o próprio músico imaginaria que, duas décadas depois, estariam entre os nomes mais reverenciados no underground do som eterno. O primeiro passo deu-se na viragem do milénio, no momento em que Tann decidiu expandir a formação e, com a ajuda do baterista Ricardo Hammer e do baixista Axemaster, deu os primeiros concertos. Em 2002 é editada a estreia homónima e foi com «Ironsword» que se cristalizaram as diferenças abismais em relação ao ambiente gótico dos Moonspell, com o trio a adotar uma postura épica perante o battle metal tradicional, assumidamente inspirada nos ícones do género, os norte-americanos Manilla Road, e nos livros de Robert E. Howard, o autor de “Conan, O Bárbaro”. Dois anos depois surge o segundo álbum e «Return Of The Warrior» apresentou uma versão ainda mais sólida da banda. A nova formação, com Rick Thor no baixo e Maalm na bateria, ambos dos Filii Nigrantium Infernalium, era uma espécie de super-grupo do underground nacional e, muito graças a aparições estratégicas em alguns dos maiores festivais europeus do género, começou inevitavelmente a dar que falar. Mesmo depois de quatro anos sem que se ouvisse falar muito deles, surpreendem toda a gente com o lançamento de «Overlords Of Chaos», o primeiro disco com o selo de culto da Shadow Kingdom Records, recebido com pompa e circunstância pelos fanáticos do género. E depois... Novo silêncio prolongado. Em 2015, ano em que comemoram as primeiras duas décadas existência, estão finalmente de volta, aos discos e aos palcos, com «None But The Brave».

S.A.Y - Orion (2015) Suécia




MelodicRock Records está muito animada por ter assinado contrato com a nova banda sueca S.A.Y, que caracteriza dois artistas veteranos sob o novo nome da banda, refletindo a sua decisão de gravar um álbum de melódico hard rock juntos. S.A.Y foi idealizada pelo guitarrista Jan Åkesson e pelo vocalista Peter Grundström, parceiros musicais desde 1984 onde estavam juntos na banda Stonelake e gravaram seis álbuns de estúdio entre 2006-2013.
Decidiram gravar um álbum com power e finesse, mas numa veia melódica mais comercial, Jan e Peter determinaram um novo nome para o projeto – S.A.Y
S.A.Y lança seu álbum de estreia "Orion" via MelodicRock Records/ Cargo Distribution em 22 de Maio. O álbum contém 11 faixas de polido e poderoso melódico rock e apresenta os vocais distintos de Peter Grundström e o trabalho de guitarra duro e afiado de Jan Akesson, que trará imediatamente comparações com TNT, Westworld e Final Frontier.

V8 Wankers - Harden The Fuck Up (2015) Alemanha



Este álbum marca os 15 anos de V8Wankers - 15 anos a ser a bandeira do navio alemão do Rock 'n' Roll. Estão a comemorar seu aniversário não só com a sua marca de oitavo álbum de estúdio, mas sim ter uma festa de rock excessivo com convidados de prestígio. Uma seleção de companheiros na música de longa data, como Peter Pan Speedrock, The Carburetors ou duetos com Gerre dos Tankard, Schmier dos Destruction ou Angry Anderson dos Rose Tattoo reforçam a sua pretensão ao trono....

HINDER - When The Smoke Clears (2015) USA


When the Smoke Clears é o quinto álbum de estúdio da banda de rock americana Hinder. O álbum lançado em 12 de maio de 2015 pela sua nova gravadora The End Records e será seu primeiro álbum, sem o ex-vocalista e membro fundador Austin Winkler. Ele também será o primeiro álbum com Marshal Dutton como novo vocalista, e permite que apenas dizer que Dutton traz uma nova vibe a Hinder.
When The Smoke Clears é um álbum curto, que me dá a impressão de que eles vão fazer um segundo álbum em breve para isso exageram a capacidade de Dutton para trazer uma nova vida a esta banda.

sábado, 16 de maio de 2015

PAT BENATAR & NEIL GIRALDO - 35th ANNIVERSARY TOUR (2015) USA




Eis aqui um disco que trás uma carga emocional enorme. Pat Benatar é um ícone do rock\hard rock melódico, uma diva que fica na história tanto pelo seu empenho musical como pelos enormes êxitos que nos ofereceu ao longo dos seus anos de carreira e que são hoje temas universais, pertencem a todos, são a banda sonora de muitos romances e desgostos; de muitos sábados à noite em pura febre adrenalitica. "All Fired Up"; "Shadows Of The Night"; Hit Me With Your Best Shot"; Love Is A Battlefield"; entre muitos outros, são temas que quase todo o universo conhece, tanto é o airplay que estes temas têm tido e irão ter durante a eternidade que falta. 
Por estas alturas, Pat faz 35 anos de alta rotação no mundo da industria musical, e junto com o seu fiel companheiro de décadas; Neil Giraldo; decidiram editar um disco gravado ao vivo com alguns dos seus melhores temas, durante a tour de 2014 que levava esse mesmo nome; 35th anniversary tour. 
Primeiro aviso, e este é para os nostálgicos e saudosistas; não estejam à espera de um disco que vos traga o passado de volta no sentido em que esperem por repetições do que já estava gravado; este é um disco actual e actualizado. Gravado ao vivo na sua terra natal, Long Island, New York; os 14 temas aqui apresentados, são aqueles que conhecem, e não há dúvidas quanto a isso; agora, estão sónicamente reestruturados numa base mais rocker e forte, algo que explica o espírito rebelde e ao mesmo tempo sensível de Pat, e que se expõe em toda a sua grandeza, adaptada e trabalhada durante toda a sua carreira, iniciada em 79.
Do alto dos seus 62 anos, Pat mantém intacta toda a sua força emotiva e demonstra-a assim mesmo em palco como se o tempo não existisse. Este disco, leva como interpretes não só Pat mas também o seu companheiro de vida Neil Giraldo, que divide o estrelato com a companheira e esposa, e sem nenhum favor, Neil é aqui, no que à parte instrumental se refere, a estrela maior, o seu trabalho de guitarra é,... Fenomenal! 
Segundo aviso; este é um fabuloso disco, ao vivo é certo, mas depois de o ouvir por mais do que uma vez, não estou a concebê-lo de outro modo; todos estes grandiosos temas estão perfeitos tanto na essência como em conteúdo neste formato, é uma lembrança de um passado, que não é na realidade passado nenhum, porque quase todos os dias ouvi-mos um ou outro tema do duo, e por isso é mais uma nova forma de os olhar-mos, ou de adaptar-mos ao presente para os próximos futuros anos, é assim a vida, avança e adapta-se, e Pat & Neil fizeram o mesmo; está perfeito!
Não só é um disco recomendado pelo passado, mas pelo o que conseguiram trazer para o presente reformulando o futuro. Quanto a mim, um disco obrigatório a todos, pelo menos a sua audição. 
Gostaria que daqui a 62 anos ainda cá estivesse e que estes artistas também, em plena posse das nossas faculdades fisicas para ver qual a nova reestruturação que estes temas poderiam vir a ter; realmente a musica é imortal e ou intemporal. Recomendo-vos ainda o respectivo DVD, é o testemunho provado do que estive a expôr-vos.
McLeod Falou!


sexta-feira, 15 de maio de 2015

NELSON - PEACE OUT (2015) USA



O oitavo álbum dos irmãos Nelson, lançado em Frontiers Records com o nome de "Peace Out".
Depois de 25 anos como duo musical, Gunnar e Matthew Nelson, conhecidos coletivamente simplesmente como Nelson, têm crescido com os ídolos da música pop como compositores e intérpretes experientes. Agora, como os irmãos celebram um quarto de século na vanguarda da cena musical internacional, eles estão de volta com "Peace Out", seu álbum de estúdio mais ambicioso até à data. "Peace Out" marca um retorno às canções pop bem trabalhadas que colocou a banda no topo das paradas da Billboard na década de 1990.
"Peace Out" é por excelência Nelson do início ao fim. Os Nelsons trabalharam numa série de estilos musicais, incluindo pop, hard rock e até mesmo Country. Agora, "Peace Out" leva-os para a zona musical onde se sentem melhor: conduzidos por harmonia pop rock cujas melodias são tão contagiosas quanto eles são duradouros.

domingo, 10 de maio de 2015

CIVIL WAR - GODS AND GENERALS (2015) SWEDEN




Será que não conhecem mesmo os Civil War? Ninguém? claro que sim! Um bom apreciador sabe que metade da banda era metade dos Sabaton. E posto isto já sabem o que vos espera; Metal melódico, poderoso, épico, marcial, em muitos casos com o selo de Accept; ouçam bem "Bay of Pigs". Já dá para perceber por aqui, que estamos perante um disco bombástico a todos os níveis; na qualidade, som, produção, arranjos e acima de tudo, temas que não se esquecem fácilmente. 
Perguntarão alguns: - então será algo similar a Sabaton? Em certa maneira sim. Ambos têm a temática da guerra como inspiração, uns mais WWII ou moderna e outros mais épica e clássica como é o caso destes Civil War que neste seu 2º trabalho, continuam a preferir homenagear os heróis da guerra civil americana. Um excelente disco de puro heavy metal, com elementos modernos, mas que tem consigo uma portabilidade deveras interessante; no carro sabe melhor do que ouvir no sofá! Será por causa do efeito velocidade? Se assim fôr, meus irmãos de armas, estão proibidos de o fazer no carro. Os acidentes acontecem e pior é quando mete inocentes; por isso, se vão de autocarro, comboio, metro, avião para o trabalho; estão autorizados a incomodar os parceiros de viagem; de outro modo, fiquem-se pelo sofá; ou então no carrinho de rolamentos, EHEHEH
Banda sueca, formada a partir da divisão dos Sabaton, contempla 7 músicos no seu line-up. São todos músicos experimentados e razoávelmente conhecidos, provávelmente não em nome individual, mas as bandas por onde passaram são o seu atestado de enorme competência. Acreditem que vão ficar satisfeitos; é um daqueles discos que apesar de não trazer nada de novo, vale bem a pena o seu valor, uma boa aquisição. RECOMENDADO!!!
McLeod Falou!


quinta-feira, 7 de maio de 2015

REINXEED – A NEW WORLD (2013) SWEDEN


Como na maior parte do ano não há muito que fazer devido ao inverno glaciar, a unica coisa que se pode fazer é compor e tocar musica, isto no caso de a musica ser a força predominante no espirito dos vikings. Os prolificos Reinxeed, apresentam-nos mais um opus de symphonic power metal melódico com descargas uptempo e sinfonismos melódicos que agarram a nossa vontade e se torna dificil despegar; depois de começar a ouvir, queremos ouvir mais um bocadinho, e depois mais um pouco e de repente o disco termina e voltamos a colocar a rodela de novo a tocar. É assim o power metal destes nórdicos, ultra melódico e cativante. Desde 2008 que estes rapazes não param e e têm editado àlbums ao ritmo de mais do que 1 por ano, e com este já lá vão 7. Temas de contorno épico e de espirito positivo, em partes fazem lembrar peças da broadway, algo que não é estranho neste grupo visto que o disco anterior, "Welcome To The Theater" alúde a isso mesmo.
Tommy Johansson, o mentor desta banda é um workaholic; Charlie Shred, Golden Ressurrection, Megin, Majestic Vanguard e Hulex são os outros projectos a que se dedica nos intervalos destes Reinxeed. Vindo da suécia já sabem como é, excelente som, boa produção e bons arranjos, isto no japão sai como pirulitos. Para a malta do género é um disco a não perder, para o pessoal mais macho, pode passar á frente porque aqui as vozes são agudas e limpas até rebentar timpanos; as vozes guturais com litros de cerveja estão noutras paragens.
McLeod falou!

WILD FRONTIER – 2012 (2012) Alemanha


Running Wild! E assim começa este novo disco dos germânicos Wild Frontier, mais pop é certo mas sem dúvida que "To the end of the world" é Running Wild. Desde de 1995 a fazerem rock com muito boa qualidade e impacto; mas apenas 5 discos em 17 anos; e nada de artistas extraterrestres a debitar excelência técnica, só rock para levantar do sofá e partir a mobília da sala. Apesar de começar mais épico o disco tem mesmo uma orientação mais euromelodic rock, boas e cativantes melodias bons coros fáceis de acompanhar e tem até uma versão; e por sinal muito boa; da mais que versionada "gimme, gimme, gimme" dos ABBA, já deve ser para aí a milionésima vez que alguém regrava esta canção, mas vá lá, esta escapa e sem ajuda. 2012 foi o tema escolhido para dar titulo ao disco, já vai a caminho de clichê, mas sempre há espaço para mais alguém exprimir o seu descontentamento por essa ideia de que o mundo vai acabar. Como já o disse noutras alturas, acabar não acaba de certeza, sinto-o com muita força, mas que algo vai acontecer e vai mudar o curso das nossas vidas é mais que inevitável, e no caso deste país já vem é tarde. Alguns elementos techno mais na percursão atiram este disco para uma distinção hard fm com alguns ambientes atmosféricos cortesia dos teclados, a divergirem para outros géneros acabando por ficar um pouco confuso nas primeiras audições, sendo o caso de "stay tough"; mas a ideia principal de nos fazer rockar prevalece. Bonfire e Def Leppard são difinitivamente as referências neste disco, sem a ambição destes mas também sem descrédito nenhum. Ainda temos direito a algumas faixas mais festivaleiras e modern punk muito em voga por estes dias, e noutros idos. Por estas alturas, junto com o que vem de mais a norte, da escandinávia, como Rydell And Quick e outros voltamos a ter motivos para ter-mos as rádios a fervilhar com tanta oferta boa. Ouçam que não vos faz mal nenhum, é ... como vitamina C, só faz bem e quase toda a gente gosta do sabor a laranja.
McLeod Falou!

Amaze Me - Guilty As Sin (2013) Suécia


Os suecos da Amaze Me estiveram fora de cena por quinze longos anos, enquanto se dedicaram a outras atividades. Mas o clamor dos amantes dos bons sons foi ouvido e agora, Conny Lind e Peter Broman retornam com "Guilty As Sin", trabalho que mantém a sonoridade característica da dupla. Todo gravado no novo estúdio de Broman, o álbum foi masterizado pelo veterano Martin Kronlund, responsável pela produção de álbuns de gente como Steve Overland, Phenomena, Joe Lynn Turner, David Reece, Rob Morati e outros. Com um tracklist bastante coeso e cheio de grandes canções, "Guilty As Sin" é um álbum que merece toda a sua atenção.
O álbum abre com "Everybody New", um radio friendly rocker que incorpora elementos de AC Rock de maneira acertada, não descaracterizando a veia AOR da banda. O andamento e métrica são bem bacanas e o refrão explosivo cumpre seu papel com facilidade. Ótima canção que surge como um dos destaques do álbum e que merece múltiplas audições, assim como "Lost In A Dream", rocker que traz peso e melodia em perfeita harmonia. A alternância no arranjo entre versos e refrão pode não agradar à todos, mas no auge da melodia essa canção ganha força em um refrão pegajoso e moderadamente agressivo. Bela mistura que merece ser ouvida cuidadosamente no volume máximo. Já o rocker "Can't Stop Loving You" é um AOR absolutamente fiel à sonoridade da Amaze Me. A base de baixo e guitarra acústica prepara o terreno onde as guitarras elétricas se apresentam no refrão explosivo, bem tradicional e que tanto gostamos. Andamento certeiro e métrica bem montada fazem dessa canção um dos grandes destaques do álbum, merecendo múltiplas audições e volume máximo sempre. A ótima "Save Me" também remete aos trabalhos anteriores da banda, mas agregando mais peso e sem prejudicar o aspecto melódico. Gosto do andamento e do refrão memorável, além da interpretação de Mr. Lind, e são essas características que fazem dessa canção outro destaque do álbum.
Seguimos com "Endless Love", mid-pacer arrepiante que conta com guitarras acústicas ao longo dos versos, sendo que as mesmas são substituídas por suas equivalentes elétricas no refrão pegajoso, o que confere mais energia e pegada à canção. O arranjo e andamento funcionam tranquilamente e o conjunto de qualidades faz dessa canção outro destaque do álbum, sem dúvida alguma. Outro rocker que merece sua atenção é o descomunal "With Or Without You", cujos versos são envolvidos por uma linha de baixo em primeiro plano, pontuada por guitarras ocasionais que, aos poucos, se tornam mais constantes até se apresentarem completamente no refrão mais que pegajoso. Belíssima canção que está entre os grandes destaques desse álbum. Já "The Pain" é mais um radio friendly rocker que remete aos trabalhos anteriores da banda, mas apresentando guitarras mais pesadas. O arranjo é agradável, assim como o andamento, mas o refrão não tem o mesmo impacto de outras canções. Ainda assim, ela merece múltiplas audições para que você tire suas próprias conclusões, mas posso atestar desde já que "Guilty As Sin" é um verdadeiro radio friendly anthem, com andamento mais dinâmico e doses controladas de teclados, essa canção equilibra peso e melodia perfeitamente, especialmente no refrão arrepiante. Uma belíssima canção que merece múltiplas audições no volume máximo e janelas abertas mesmo em dias chuvosos.
Na sequência temos "On The Run", radio friendly rocker que tem guitarras mais amenas nos versos, sendo que o refrão as apresenta com uma dose calculada de peso. Gosto bastante do andamento e métrica dessa canção, e recomendo múltiplas audições da mesma, assim como da bacana "Dying To Be Loved", balada que me faz lembrar de "Looking For Love", do Whitesnake. Gosto bastante do andamento e do arranjo mais enxuto, além do refrão que traz backing vocals muito bacanas. E mesmo sem ter o impacto das canções anteriores, ela não passa batida e merece sua atenção. Na reta final temos "Love Is Blind", rocker descomunal que apresenta uma base de piano acompanhada por um baixo intermitente, cuja base é entrecortada por guitarras contidamente agressivas que ganham mais volume no refrão arrepiante. Eis aqui mais um dos grandes destaques do álbum, juntamente com "On Fire", power ballad que conta com teclados discretamente distribuídos dentro de um arranjo bastante tradicional, assim como o andamento da canção e seu refrão, mas nada disso lhe tira o brilho e a coloca entre os destaques do álbum.
Finalmente, Conny Lind gentilmente me enviou uma maravilhosa versão acústica para "Guilty As Sin", onde o rocker original teve seu arranjo convertido para uma envolvente balada onde os vocais ganham mais destaque, e onde a melodia pode ser apreciada mais cuidadosamente. O próprio Lind me disse, em mensagem via Facebook, não saber se essa versão será usada como bonus track.
Em resumo, caríssimas e caríssimos, afirmo sem medo de errar que valeu a pena esperar pelo novo álbum da Amaze Me. Atualizando sua sonoridade sem descaracterizar as marcas registradas que tornaram a dupla reconhecida, Lind e Broman voltam à cena com a produção de Kronlund, que resgatou o aspecto mais orgânico dos bons sons da banda, deixando a produção super polida no passado. O excelente "Guilty As Sin" traz a Amaze Me de volta ao universo dos bons sons em grande estilo, com um álbum consistente e desde já incluído na minha lista dos melhores do ano. Material mais que recomendado...

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Sirenia - The Seventh Life Path (2015) Noruega



A banda norueguesa Sirenia chega a seu sétimo trabalho, The Seventh Life Path, já não precisando provar nada para mais ninguém. E mesmo assim, são capazes de impressionar. Depois do bom Perils Of The Deep Blue (2013), o quarteto mostra que mantém seu estilo metaleiro sinfônico e gótico, os mesmos timbres de guitarra e a mesma alternância entre vocais limpos, líricos e guturais, mas deixando a estrutura musical mais livre.
Das 11 faixas do álbum, apenas três têm menos de 6 minutos de duração. Além disso, apenas a última música, “Tragadienne”, é mais lenta. O restante é uma paulada atrás da outra, cheio de orquestrações bem encaixadas e de corais góticos que engrossam a sonoridade do grupo. Mas quase todas as faixas possuem seus momentos mais lentos e, não raro, mais bonitos e emocionais, o que compensa a falta de baladas.
Após a introdução climática “Seti”, “Serpent” abre o álbum trazendo o heavy metal inspirado do grupo e os lindos vocais de Ailyn, em contraste com a voz gutural Morten Veland. Uma das melhores faixas do trabalho, congregando o clássico e o barroco do metal nórdico. “Once My Light”, música de trabalho, passa dos 7 minutos e apresenta um ataque combinado de bateria, guitarra e baixo que garante a agressividade da música. Cada instrumento tem seu lugar de destaque e soam muito bem na gravação. “Elixer” é a faixa mais acessível do trabalho, com acordes mais diretos (fugindo das bases cheias de riffs), proeminência dos vocais de Veland e uma base eletrônica nas partes menos pesadas.
Não há nenhuma faixa instrumental em The Seventh Life Path, mas fica clara a ênfase na instrumentação, na criação de solos bonitos e no aproveitamento dos elementos sinfônicos para complementar o som, e não para roubar totalmente a cena. “Sons of the North” é um metal mais tradicional, mas com um breve interlúdio bastante interessante com narrações sobre uma linha de piano digna de filme de terror e outra passagem sinfônica mais colorida, completada pelas baterias insanas de Jonathan Perez.
“Erendel”, que é do tipo voz-lenta, instrumental acelerado, coloca uma valsa romântica no meio da faixa, criando um clima quase medieval antes de voltar com tudo ao metal. “Concealed Disdain” alterna entre passagens power metal com outras mais pulsantes abusando da boa interação entre baixo e bateria, colocando a participação dos violinos em momentos estratégicos da faixa, trazendo um colorido diferente à vertente gótica do Sirenia. “Insania” tem riffs mais progressivos, mas não se desenvolve para esse lado. Ela se mantém ainda dentro dos limites do death metal, contendo também um interlúdio eletrônico em sua metade e seu final. “Contemptuous Quitus” tem ares de épico, o que justifica os vocais mais líricos de Ailyn. Entre um power metal e outro, “The Silver Eye” não se destaca tanto no álbum, mas foi feita para soar grande.
Como é característico nesse tipo de obra, o metal ganha ares de trilha sonora também, mais uma características da ênfase na instrumentação. Veland, praticamente o único compositor do Sirenia, soube pegar pesado e oferecer momentos de respiro em todas as faixas, tornando o som da banda, no geral, um pouco mais complexo. Além de vocais masculinos e guitarras, ele também é o responsável pela gravação dos teclados, baixos, programações eletrônicas e produção do disco. Menos deslumbrado com as orquestrações clássicas do que Tuomas Holopainen, do Nightwish, soube manter The Seventh Life Path equilibrado entre o metal tradicional, o sinfônico, o power e gótico. Qualquer excesso dura apenas alguns segundos, sendo logo trocado por outra parte da canção, o que mantém o interesse do ouvinte. Seu vocal gutural não é o melhor que o metal europeu apresentou, mas cria um contraste com a voz mais vivaz de Ailyn que funciona.
Apesar dos sete álbuns lançados, o Sirenia não é uma banda grande e rica como o Nightwish ou outros medalhões do metal europeu. Embora cantem em inglês na grande maioria das faixas, ser uma banda da Noruega também dificulta um pouco as viagens e o acesso a novos mercados – visto que o metal sinfônico é um nicho. Ainda assim, há preocupação de ir propondo coisas novas dentro do velho estilo do grupo. Relativamente pouco dinheiro para investir não é desculpa para uma produção desleixada ou falta de ideias. A banda não é enorme, mas The Seventh Life Path soa grande e vai satisfazer os fãs.

Demonhead - Bring On The Doom (2015) Austrália



Lançado em 24 de abril de 2015 Bring On The Doom ' marca tanto o álbum de estreia e também o retorno dos inspirados anos 80 dos heavy metaleiros Demonhead. É o seu primeiro lançamento desde 2010 "Demonology 101” EP, que foi bem recebido por críticos e fãs.
A banda começou em 2007, após a banda o cantor / guitarrista Dave Lowes e o guitarrista Roo Power estavam a dividir-se. Então, pediram a ajuda ao amigo de longa data e baterista Jonny Monster. "Decidimos então que era hora de fazer o que realmente queria fazer soar bem." Diz Dave, "Nós gravámos nosso primeiro jam e tudo isso funcionou, era como se já tivesse sido tocado durante muitos anos! Apenas tudo veio tão fácil e naturalmente "
O resultado é uma orgia de alto orgulhoso metal / rock; a trilha sonora de sua festa e desagradável ressaca silvestre. Imaginem Metallica e Motorhead ter um filho do amor com Turbonegro e Iron Maiden e tu vais de alguma maneira entender que esses músicos são tudo. Eles assumem as suas influências e usam-nas com orgulho em suas mangas, mas ainda conseguem soar fresco e excitante.
Depois de um longo hiato devido à saúde e outros assuntos pessoais a banda está de volta mais forte do que nunca e tem um novo baixista Azz Mammoth e o baterista Dave Godfrey. 2015 é um ano movimentado para a banda com aparições em ambos festivais programados Legions of Steel em Melbourne e também Steel Assassins em Sydney, bem como inúmeras outras datas na Austrália.

Iconic Eye - Hidden in Plain Sight (2015) UK



A banda vencedora do concurso "Band Of The Year", promovido pela Firebrand Radio no ano passado, o Iconic Eye acaba de lançar seu álbum de estréia, batizado de "Hidden In Plain Sight".
O sempre certeiro Lee Small é um dos vocalistas, mas não estava nos planos da banda. Small foi chamado apenas para prover alguns backing vocals, mas gostou tanto do material que acabou assumindo o posto de vocalista, junto com Tim Dawkes.
Não espere nada revolucionário na sonoridade da banda, mas é inegável a qualidade de ambos os vocalistas e, que se pode inferir dos samples, o álbum do Iconic Eye é, no mínimo, interessante.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Cain's Offering - Stormcrow (2015) Finlândia


Para quem não sabe, o álbum "Stormcrow" representa o segundo álbum do projecto já há algum tempo criado dos Cain's Offering que foi fundado pelo guitarrista Jani Liimatainen, nos intervalos da sua banda principal, os Sonata Arctica. Para quem não os conhece de lado nenhum, basta que se ouça a voz do tema título que abre o álbum para imediatamente reconhecer - partindo do princípio de que se trata de um fã de power metal. A voz de Timo Kotipelto tem esse dom, de ser reconhecível à distância.
Este primeiro parágrafo serviu para fazer a triagem daqueles que gostam de power metal e daqueles que não gostam. Para os fãs dos Stratovarius, principalmente os antigos, será uma boa notícia, já que quando os Sonata Arctica surgiram, as semelhanças com os seus conterrâneos eram mais que muitas, pelo que um projecto que conta com membros de ambas as bandas - no qual se junta Jens Johansson, teclista - será sempre bem vindo. No entanto, coloca-se outra questão... será que este álbum acrescenta alguma coisa para quem já conhece as duas bandas bem?
A resposta é sim, embora o registo também ande sempre pelo power metal. É complicado ouvir a voz de Kotipelto e não pensar em Stratovarius, mas a verdade é que quando a qualidade é esmagadora, todas as questões ficam lá atrás. É o caso da belíssima "Too Tired To Run" e da energética "Constellation Of Tears" que estão entre as melhores do disco e representativas da dinâmica que existe aqui, onde tão depressa temos a típica música de power metal como a seguir temos uma mais tipicamente hard rock melódico, próprio daquilo que costumamos ver a Frontiers, editora responsável por este trabalho, lançar. É uma combinação que dá resultados garantidos, apesar de nos últimos anos parecer algo esgotada. Felizmente, é o contrário qe aparece aqui. Para os fãs de power metal, recomendadíssimo.

Great Lefty - Live Forever - Tribute To Tony Iommi, Godfather Of Metal (2015) Internacional


Considerado o criador do heavy metal com seus riffs pesados e sombrios, o guitarrista Tony Iommi ganha em breve uma homenagem produzida por comunidades de fãs na internet e pela gravadora Tarzan Music.
Foi lançado em 04 de maio, o álbum tributo a um dos fundadores do Black Sabbath recebeu o nome de “Great Lefty: Live Forever – Tribute to Tony Iommi, Godfather of Metal” e trará a participação de ex-parceiros de Iommi, como o vocalista Tony Martin e o baterista Vinny Appice.
Também participam do álbum os guitarristas Dario Mollo, Victor Griffin (Pentagram) e Mario Parga, e o vocalista Mark Boals (ex-Malmsteen, Dio Disciples). Bandas tributos ao Black Sabbath também foram convidadas para gravarem contribuições para o álbum.
O repertório traz faixas que não são incluídas comumente nos vários tributos já lançados em homenagem ao Black Sabbath, como “Anno Mundi”, do disco “Tyr”, que ganhou uma versão do guitarrista italiano Aldo Giuntini, com vocais de Tony Martin, e “You Won’t Change Me”, bela canção do pouco lembrado “Technical Ecstasy”, interpretada pela banda Place of Skulls, com participação de Victor Griffin.
Além de canções lançadas em várias fases do Black Sabbath, o tributo traz ainda a faixa “Time is Mine”, lançada no primeiro disco solo oficial do guitarrista, de 2000.
Toda a receita arrecadada com a venda do disco será destinada a uma instituição inglesa de pesquisa e tratamento contra o cancro chamada Macmillan Cancer Support.

SONS OF ANGELS - SONS OF ANGELS (1990) Noruega



Sons of Angels foram formados em 1988 quando os parceiros e compositores de longa data Torstein e Lars K. decidiram começar uma banda. Eles já tiveram vários hits no.1 em sua terra natal a Noruega. Após o processo de fazer audições em toda a Escandinávia descobriram o vocalista Solli ( 21 Guns , Psycho Motel ). Logo depois a formação ficou completa com o guitarrista sueco Staffan William-Olsson e o baterista norueguês Geir Digernes. A banda gravou algumas demos, e foi direto a Los Angeles, com apenas um single em carteira. Em apenas duas semanas eles tiveram três grandes gravadoras interessadas; MCA, Warner Bros e Atlantic. O próximo passo da banda era ter esses rótulos próximos a Oslo para ver a banda ao vivo. Eles decidiram ficar com Atlantic. Este foi o verão de 1989 e já em Novembro, a banda encontrou-se a gravar o seu álbum de estreia intitulado com o mesmo nome em Cherokee Studios em Los Angeles
Não havia que muitas bandas da Noruega que fizessem um nome para si na cena hard rock / heavy metal. Mas Sons Of Angels conseguiu fazê-lo. Esta estreia auto-intitulada gerou um sucesso com a faixa de abertura, "Cowgirl", e chegaram a MTV heavy airplay após a sua edição. Eu também aposto que a maioria de vocês já ouviu a fabulosa balada "Could It Be Love". A banda mudou-se de Oslo para Los Angeles e eram para ser a próxima grande banda. Infelizmente não aconteceu muito mais. A banda simplesmente desapareceu. Agora, este álbum está á muito tempo fora de catálogo, e tornou-se um item quente de colecionador. E se nunca chegares a ouvi-lo, és obrigado a saber o porquê. Sons Of Angels tocam funk-metal / hair-metal, e eles fazem isso muito bem! Solli canta com o seu coração, e não é de admirar por isso que ele passou a se juntar a grandes bandas como 21 Guns (com Scott Gorham, ex- Thin Lizzy ) e Psycho Motel (com Adrian Smith de Iron Maiden ).
Melhores temas: Look Out For Love, Would You Die For Me?, It Could Be Love

Vanderbuyst - In Dutch (2011) Holanda


Hoje temos os Vanderbuyst e o seu lançamento “In Dutch”. Neste lançamento, a banda retorna com oito músicas contundentes e hard-rock que irá imediatamente chamar a sua atenção. Se você é um fã de Hard Rock dos anos 70 com um toque de metal.
Abertura com riffs cativante e vocal muito eficaz, "Black and Blue" oferece a abertura perfeita para uma versão muito memorável. A secção de refrão é muito simples e super cativante, uma assinatura neste tipo de canções. Os solos de guitarra também são outra coisa a notar uma vez que são todos perfeitamente colocados através da faixa. Movem-se em mais melódico e território atraente, "Into the Fire" é a nossa canção favorita neste lançamento, devido à sua secção de abertura épica. O emparelhamento de solos de guitarra, baixo batendo a linha de guitarra e a melodia geral desta abertura nesta faixa torna-se mágico.
Baseando-se em estruturas simples, mas canções eficazes, Vanderbuyst através de visitas enérgicas como " Anarchistic Storm", " String of Beads" e "Leaving the Living", tudo muito bom e cativante. O som totalmente retro / analógico por trás deste álbum faz com que seja muito limpo e realmente permite á banda brilhar. Os vocais em temas como " Read the Fields" fazem com que tu quase queiras começar a cantar imediatamente, nas secções com um refrão épico e poderoso.
Fechando o álbum em uma maneira um tanto "experimental", " Where’s that Devil" tem um pouco de sul e um ritmo mais lento muito eficaz. Os vocais de som muito interessante vêm dar uma direcção completamente diferente a esta faixa quando comparada com o resto do álbum. O trabalho de guitarra é muito bem trabalhado, mas soa muito estranho no início, mas quando te acostumares com isso vais adorar. Este é um tema de encerramento muito interessante que pode mostrar que direcção a banda irá tomar no futuro, com seu som muito retro.
Se és um fã de old-school Hard Rock, neste CD vai encontrar faixas muito divertidas e muito bem trabalhadas. Vanderbuyst faz um grande trabalho em manter as coisas simples e soa a autêntico, enquanto escreve seu nome na história musical.

Vanexa - Metal City Live (2011) Itália



Mesmo para os historiadores Vanexa, bem merecidamente percebeu a meta importante do álbum ao vivo, etapa quase obrigatória para qualquer banda com uma determinada carreira. Se considerarmos que o grupo de Savona foi um dos primeiros a lançar as bases da cena, de volta em 79 e que "viva" o metal por toda a vida, apesar de vários anos de paragem, o lançamento deste álbum ao vivo é era uma necessidade que muitos esperavam. My Graveyard Productions aqui é inevitável, portanto, para materializar este "City Metal Live", num fiel reflexo de sua força indomável que produziu no palco. Quarenta minutos de vibrações torrenciais, começando com notas de classe em "In The Shadow Of The Cross", um hard rock que aquece devido ao talento inquestionável de uma voz tão grande como Roberto Tiranti e a habilidade de uma banda que sabe ir direta ao coração. Os riffs afiados de "I Wanna See Fires" atira-nos de volta no tempo, mostrando o par de eixos incendiários Artan Selishta / Alex Graziano, incisivos e sempre prontos para jogar golpes. O primeiro golpe veio com a artilharia puxando "Wolves Midnight", música poderosa heavy que aumenta o nível de adrenalina, tornando febril também todo o curso do sólido "Hanged Man" e o crepitar duro "Against The Sun". "RainNight On The Ruins" desacelera o ritmo através da injeção de sentimento em quantidade, graças ao maravilhoso vocal e a atmosfera assustadora de Roberto, que logo são varridos por duas outras armas, onde a seção rítmica indomável composta pelos veteranos Sergio Pagnacco no baixo e Silvano Bottari na bateria, revela todo o seu potencial destrutivo: o tempestuoso “1000 Nights” que sacode o chão sob seus pés, com guitarras que parecem explosivas e energéticas " Metal City Rockers ", um indispensável incessante hino. A carga energética de Vanexa é inesgotável e é um resumo adequado do grito final, com "Rainbow In The Night", outro clássico inesquecível marcado por passagens heavy / speed, com toda a banda a chegar até o último, destilando pela enésima vez, uma música mágica chamada heavy metal. Muito bem gravado, bem produzido e editado, " Metal City Live " é um daqueles que vivem, como era antes, têm a vantagem e o poder de trazer para dentro da casa a atmosfera única de um concerto.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Listens on Roxx 2 Metal

Tomorrow listens on Roxx 2 Metal new CD Whitesnake ace 18:00 hours