sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Level 10 - Chapter One (2015) Internacional



Puro heavy metal melódico. Curioso ver Russel neste ambiente. Com Symphony X, Russell \Lande, Adrenaline Mob os ambientes são diferentes, ora neoclássico ora hardrock mais tradicional, ora prog, mas aqui temos o verdadeiro metal teutónico com o melhor de tudo misturado e preparado por um dos mestres e percursores germânicos do movimento, nada mais nada menos do que Matt Sinner.
Matt e Russell entregaram-se totalmente a este projecto, e para certificar isso mesmo, foram chamadas mais 4 testemunhas de renome mundial, a saber; Randy Black na bateria, Alessandro DelVecchio nos teclados, e a melhor parte, que é a dupla de guitarras formada por Roland Grapow e Alex Beyrodt.
E posto isto vamos atacar então a musica. 12 temas de Metal dos anos 80 devidamente actualizado e modernizado, com muita classe. E não é para menos, com participantes como Magnus Karlsson, Carsten Schultz, Amanda Sommerville e Sander Goomans a ajudar nas composições só podia sair algo soberbo. Mas Afinal é assim tão bom? Se gostarem da carreira musical de Matt Sinner e forem capazes de visualizar os seus momentos desde os anos 80 até hoje, então é. Produção é de primeira, Execução musical sem defeitos, temas que nos trazem o melhor de bandas como Rainbow, Dio ou até mesmo Malmsteen; este último representado pelo trabalho dos dois guitarristas; e temas cativantes, onde está o problema? Dirão alguns; ehm, isso já não trás nada de novo! E eu digo, talvez não. E para aumentar a polémica dou este exemplo; o 2º tema faz-me recordar Black Sabbath na 2ª fase de Tony Martin, ou mesmo Dio em "Dehumanizer". Agora, quem de vós é capaz de juntar o melhor de todos esses universos e apresentar algo completamente novo? Pois eu não! Soa a algo já ouvido? Trás imagens já vistas? Pois, estes temas estão adaptados à nova realidade do século 21! Não é isso o que se pede? Assim começa a reinvenção das coisas, não se esqueçam que o metal, pelo menos para nós, não é mais do que uma guitarra, ou duas; um baixo; uma bateria e um vocalista competente e completamente desgarrado das cordas vocais. E mudar isso com o quê? máquinas digitais? O futuro trás muitas coisas novas e interessantes, mas coisas há que são e serão assim até ao final dos tempos, não é a bíblia o livro mais actual de todos?
Poderoso disco de Heavy metal melódico com muito de tradicional e soberbamente bem actualizado.
Excelente trabalho, Matt! Para quando o próximo? Super Recomendado! 
Mais um que caiu na web antes da apresentação oficial, assim mesmo não impede de que se gostarem comprem o disco, já agora, os discos de todos aqueles de que gostam.
McLeod Falou!

Disneyland-After-Dark – BEST OF D.A.D. 30 YEARS, 30 HITS (1984-2014) Dinamarca

 
Até custa a acreditar que já passaram 30 anos! Esta é para mim, e para muitos de vós, uma das bandas daquele grupo restrito em que se pudesse-mos levaria-mos para o "outro lado". Quero com isto dizer que de entre as milhares de bandas que conhecemos, esta está bem no top + da nossa vida. Longe vai o ano de 1989, em que a edição do 3º àlbum, "No fuel left for the pilgrims" fez um grande furor a nível mundial. Um grupo e rapazes bem dispostos com um baixista que apenas tocava com um baixo de 2 cordas; às vezes 3, outras vezes uma; e alimentava a celeuma dizendo que não sabia tocar mais do que aquilo; juntamente com os seus avatares em forma de cartoons num ambiente country punk, ou cowpunk como gostam de definir, era difícil não ficar agarrado àquele som, que eu associava ao Chris Isaak ou ao rockabilly, mas que com a sua natureza hardrock nos contagiava...
Formaram-se em 1984, na Dinamarca. Fundados por Stig, o baixista marado, e Jesper Binder, voz e guitarra; começaram como um quarteto em que a namorada de Stig; Lene Glumer; era a voz, e Peter Jensen fechava o line-up na bateria. Cedo perceberam que Lene não encaixava ali, e foi mandada embora. O mano mais novo de Jesper, Jacob foi aparecendo e foi ficando até se tornar definitivamente no guitarra solo da banda. O conceito Disneyland After Dark, surgiu das ideias maradas de Stig que um dia pensou que depois de as luzes se apagarem na Disneylândia tudo podia acontecer. E na verdade, anos mais tarde, não fosse a fama que atingiram, a Disney Company, ameaçou processá-los se não mudássem o nome, e assim apagaram-se as luzes de Disneyland After Dark e acenderam-se as luzes para DAD. 1984 é a data da edição do primeiro disco, "Call Of The Wild", que contém dois dos temas mais tocados até hoje da banda; "Marlboro Man" e "It's After Dark". 1986 vê a edição do segundo disco, "D.A.D. Draws A Circle", cuja produção, a cargo de Mark Dearnley, onde este pediu que a banda fizesse um cover do tema "A Horse With no Name" dos America. Outro tema que ficou conhecido e que ainda é tocado actualmente, é o hino de Jesper, "I Won't Cut My Hair", que desde a sua adolescência em que deixou crescer o cabelo, jurou que nunca mais o cortaria.
Chegados a 1989, eis a grande explosão que os tornou rockstars. "No Fuel Left For The Pilgrims" foi um êxito mundial; poderia ter sido bem maior, mas haverá assim tanta rapaziada que os não conheça? Produzido por Nick Foss e o já desaparecido Lars Overgaard (Royal Hunt; Michael Learns To Rock, Dizzy Mizz Lizzy; Skagarack), este disco reafirmou a sonoridade da banda e aconteceu na altura certa, em pleno auge do Glam\hair metal fever! Quase todos os temas deste disco, deram em single. O disco é fenomenal do inicio ao fim, além de que é mais viciante que 3 quilos de pistachios, eheheh. "Sleeping my day away" é um hino dos preguiçosos, dormir de dia e viver de noite; é capaz de dar uma ideia gótica, mas a verdade, é que os rockers é assim que vivem, dormem todo o dia porque à noite depois de cada concerto é hora de... party!!! "Girl Nation", "Jihad", "Point Of View", "Rim Of Hell", "Lord Of The Atlas" e Overmuch" são inesquecíveis.
O disco seguinte, "Riskin' I All" só veio confirmar a sua posição no seio do mundo do rock. Editado em 91, apresenta hits como "Bad Craziness", "D Law" e "Laugh and a ½" entre outros. A partir daqui, o estatuto da banda deu-lhes o direito e a confiança para mudar de rumo musical. O tom divertido que até aqui tinha formatado a sua identidade, deu lugar à rendição ao grunge e ao som alternativo de Seattle em "Helpyourselfish". A partir daqui, o meu contacto com a musica da banda tornou-se em simples curiosidade, querendo sempre saber se cada novo disco editado voltava ao ponto de partida, ou mais propriamente a finais dos 80's.
Hoje, ou por estas alturas, fazem 30 anos de carreira e para comemorar editam um triplo vinyl e um duplo CD com os seus maiores êxitos. Sou capaz de concordar com muitos de vós se disser "alguns dos seus melhores temas", porque a partir de determinada altura, já em plena febre alternativa, tornaram-se numa banda de culto em que as vendas de discos não foram o seu maior predicado. Apesar de tudo, são e serão um ponto de referência para mim e para muitos no nosso universo musical e não só; a nossa formação educativa foi feita com muitas influências e referências a idolos musicais, artísticos e históricos, e DAD são um deles no meu caso. A edição comemorativa passa em retrospectiva todos os discos desde 1984 até hoje. (se bem que o último disco de originais data de 2012). É um excelente motivo de entretenimento voltar a recordar; se bem que no meu caso, a grafonola da bicicleta debita alguns destes temas na inúmeras compilações que faço para ir ouvindo; mas não deixa de ser fabuloso rever aqueles dias de inocência e rebeldia com a sua respectiva banda sonora. Para muitos de nós foi mesmo "A" banda sonora, é que aprendi a arranhar as cordas da guitarra com muitos destes temas, entre outra bandas é claro, mas como agora é de DAD que se trata, apenas gostava de vos deixar com a desmistificação da atitude de Stig sobre a sua tara pelo design das suas Guitarras-Baixo. Como a musica dos DAD, e demasiado simples e directa, a certo ponto, Stig deu-se conta que só precisava das cordas E e A; para quem não sabe, mi e lá; e a partir daí, deu largas à sua imaginação. É claro que alimentando a ideia de descomprometido e desinteressado, ficamos sempre imbuídos na mística que rodeava a banda, mas na verdade, Stig, sabe usá-las todas, bem ou mal, isso dependeria de uma demonstração, que de certeza ele não estará interessado em fazer para manter acesa a chama e continuar a utilizar baixos até com uma corda de longe a longe; aqui também há algo de marketing; já viram o baixo em forma de míssil criado por ele, no video "Bad Craziness"? Pois vão ver ou voltar a rever no video que vos oferecemos abaixo; mas que não é tão jerico como deu a entender todos estes anos, não é!
E agora vou continuar a minha sorna, dormindo pelo dia todo ouvindo esta fabulosa edição! Boas lembranças Rapazes!
McLeod Falou!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Oneeleven - N.O.G.A.F. (2019) USA


A banda de Boston ONEELEVEN começou o ano com o lançamento de seu novo álbum " N.O.G.A.F." - leia "No One Dives A F@ck" de acordo com eles, dedicado a todas as nossas colegas bandas, cantores e compositores e busca por reconhecimento.
A banda é liderada por Artie Eaton, o vocalista / compositor dos anos 80 cult Hard Rockers norte-americanos Seducer.
Seducer foi um sólido glammy hard rock que obteve uma quantidade moderada de sucesso com um videoclipe em destaque na MTV, bem como o interesse de grandes gravadoras, incluindo a Sony.
Em 1993, quando a indústria fonográfica começou a focar mais no grunge e no rap, Artie decidiu se afastar da indústria musical e se concentrar em construir um negócio e criar uma família.
No entanto, durante esse hiato, Artie nunca parou de amar o clássico rock e continuou a escrever músicas e construiu um estúdio de gravação de última geração em sua casa. Em 2005, ele decidiu voltar ao jogo.
Aquele jogo tinha mudado significativamente desde seus dias de Sedutor, e Artie desenvolveu alguns ótimos relacionamentos com músicos baseados em Nashville através de sua bateria de fabricação personalizada. Ele gravou com vários músicos uma banda sonora de filme.
Em 2014, Artie decidiu iniciar um novo projeto chamado OneEleven. Em parceria com alguns dos grandes talentos na composição em torno dele, incluindo Steve Gouette (guitarrista do Danny Klein’s Full House e Rich Eisner), e a equipe de compositores criaram canções para seu álbum de estreia, "Livin the Dream".
O nome OneEleven vem de uma longa história de Artie vendo os números 111 em todos os lugares que ele vai. Sempre que ele vê esses números, algo especial sempre parece acontecer.
Avançando para 2019, "N.O.G.A.F" é o segundo álbum gravado no ano passado, misturando melódico rock e clássico rock com algumas influencias de Bon Jovi no "These Days", principalmente devido à cor vocal de Artie semelhante a Jon Bon Jovi. Apenas marque 'What Would You Do', o altamente melódico 'Slow Down' (com alguns solos de Richie Sambora também), ou midtempo 'Not Me'.
Por outro lado, músicas como 'Reason' ou 'It Ain't Easy' trazem um pouco do último dia do Styx, enquanto 'Halfway to Heaven' me lembra os momentos do melódico rock do Lone Star (gosto do solo de guitarra).
Um álbum muito sólido e interessante, com boa produção para um indie, "N.O.G.A.F." mostra a experiente voz de Artie Eaton, e há um bom trabalho de guitarra de Steve Gouette, um músico com um estilo parecido com Bobby Messano (Fiona, Glen Burtnick).
Ainda há uma boa cena de melódico rock nos EUA, e Artie Eaton / OneEleven é uma prova.



Black Label Society - Unblackened (2013) USA


Os Black Label Society, formados no final dos anos 90 pelo lendário 'guitar hero' Zakk Wylde, estabeleceram se na vanguarda do heavy metal com uma série de riffs duros e álbuns extremamente bem-sucedidos, juntamente com turnês internacionais que cimentaram a sua reputação como uma das mais poderosas bandas ao vivo da sua geração. "Unblackened" encontra os Black Label Society numa onda mais suave numa performance gravada no Club Nokia em Los Angeles no início de 2013. O show mostra as músicas da banda com um maior uso de instrumentos acústicos, mas sem perder a sua força e intensidade. Zakk Wylde lidera a frente como sempre, aqui tocando guitarra e piano e demonstrando o lado mais sutil de sua música ao lado dos solos que seus fãs conhecem e amam. Este é definitivamente um concerto ao vivo a não perder!


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

29 Bones - Live Or Die (2018) Autrália


29Bones são uma mistura de heavy metal e heavy rock, combinando riffs de groove pesados e frases melódicas com elementos de teclados estilo hammond, proporcionando uma camada adicional de densidade. Inspirado por artistas como Ozzy Osbourne, Metallica, Spiritual Beggars e Down.
Gravação de seu primeiro álbum começou em Beveridge Road Studios. A mixagem foi feita pela Rennisound Studios em fevereiro de 2018 e o álbum com 9 faixas irá realizar sua masterização final com um lançamento em 2018. 29Bones exibiram seu novo material em vários shows em Bendigo, Geelong, Frankston e no interior da CBD. Com o álbum completo, a banda está focada em mais performances ao vivo e produção de clipes de filme.
Fonte: https://www.facebook.com/29bones/

Blindman - Reach for the Sky (2018) Japão


BLINDMAN edita o seu décimo álbum! Este é o primeiro trabalho de estúdio depois de “To the Light” lançado em 2016. Inclui um cover de "Da Doo Ron Ron (The Crystals)".



Outlaw - Marauders (2018) Finlândia


O quinteto finlandês OUTLAW é um bom exemplo de uma boa banda que poderia ser melhor com a qualidade de som correta, porque com “Maraunders” cometem o erro de tentar ser um álbum dos anos 80.
A música é melódica e acessível, porque é construída sobre o mesmo som dos anos 80, uma mistura de Hard Rock dos anos 70 com a energia de bandas como JUDAS PRIEST e MOTORHEAD, e alguma influência da NWOBHM também pode ser ouvida (especialmente no baixo). A música é boa, e além disso não é nada novo, eles mostram talento musical, uma energia melódica muito boa e encantadora que se manifesta durante os refrões. Musicalmente, não podemos dizer nada negativo deles (só que não é novo).
Mas mais uma vez: a qualidade do som de um álbum é a personificação do trabalho musical da banda. Então, uma qualidade de som crua como esta, de uma maneira que lembrará os fãs dos lançamentos anteriores da NWOBHM, é um pecado mortal. Não, não é uma massa de som que ninguém possa entender, mas a necessidade de algo orgânico não é satisfeita assim. Não é mau, mas parece mofado e desatualizado. Suas músicas não têm originalidade, mas não são más. Em vez disso, eles são realmente bons, como “Hell's Thunder” (muito bom trabalho de guitarras, e eles criam melodias charmosas), “Marauders” (esse tem aqueles tempos que não são rápidos e fazem as cabeças tremerem como se não houvesse amanhã), “Reaper's Tale ” (um charmoso conjunto de melodias Hard'n'Heavy, e muito bom trabalho de baixo e bateria), “ Tyrants of Ice ” (uma música mais rápida, com vocais finos e uma energia incrível), e “ Thunderstone ” (outro um tendo excelentes tempos e melodias cativantes) estão aqui para provar.
É fácil ver que “Maraunders” é um bom álbum e que o OUTLAW é uma banda que pode ser confiável, mas eles precisam de um produtor melhor no próximo lançamento. Talvez Joel Grindpode possa fazer algo que pode fundir a sua busca por uma qualidade de som orgânica com as técnicas modernas. Mas como é o seu primeiro álbum, vamos torcer para que seu futuro brilhe (talento musical para isso, eles realmente têm).



domingo, 23 de dezembro de 2018

POST DA SEMANA Wolfen - Rise of the Lycans (2018) Alemanha



Bem, existem bandas no mundo que gostam de mentir sobre velhas sonoridades em Metal e Rock'n'Roll. Não há problema em fazer isso desde que tu coloques tua alma no que estás fazendo. É precisamente isso que encontramos na obra musical do quinteto alemão WOLFEN. É muito bom, como mostra o último lançamento deles, “Rise of the Lycans”.
Eles tocam uma forma agressiva do conhecido Heavy / Power Metal ao jeito alemão, na mesma linha de bandas como RUNNING WILD e GRAVE DIGGER, mas com um som mais moderno. Os refrões são realmente cativantes e melódicos, com todos os instrumentos musicais da banda fazendo um ótimo trabalho (exceto as vozes agressivas que eles usam às vezes, porque elas não se encaixam nas suas músicas, como vais ouvir em “Rebirth of the Regulators”, mas as vozes limpas são incríveis). É um álbum para ouvir e agitar essas malditas cabeças!
Na qualidade do som, é realmente bom, com uma boa escolha para músicas instrumentais que se encaixam nas suas músicas (embora mereçam mais), e criando um equilíbrio muito bom entre agressividade, peso e clareza de som, o suficiente para ser ouvido e entendido, mas para isso tem de ter aquela explosão essencial que as bandas de Metal devem ter. Como convidado especial, Chris Boltendahl (claro que todos sabem que ele é o vocalista dos GRAVE DIGGER aparece nos vocais de “Timekeeper” , para dar um gostinho diferente ao “Rise of the Lycans” . O álbum tem como ótimos momentos o excelente “Genetic Sleepers” com seu contraste entre melodias suaves e um pouco de agressividade (e muito bom trabalho rítmico), a típica essência Power Metal alemã que pode ser ouvida em “Forgotten Dreams” (tem uma charmosa energia e muito bons riffs de guitarra), nos excelentes arranjos musicais que preenchem “Xenophobia” e “Science & Religion” (este é inspirador, tendo uma atmosfera introspetiva e, mais uma vez, muito boas guitarras), nas melodias acessíveis que permeiam “Timekeeper” e vocais exelentes em "New World Order" .
É um álbum muito bom, de fato, então podemos dizer que “Rise of the Lycans” merece ser ouvido por todos os fãs de Metal com bom gosto.



sábado, 22 de dezembro de 2018

Last Union - Twelve (2018) Itália



A banda de progressivo metal italiana Last Union, com Mike LePond (Symphony X) no baixo, Uli Kusch (ex-Helloween, ex-Masterplan) na bateria e como convidado James LaBrie (Dream Theater) vocalista, anunciou o lançamento de seu álbum de estreia "Twelve". O trabalho foi misturado e masterizado por Jens Bogren, mais conhecido por seu trabalho com Arch Enemy, Symphony X, Devin Townsend, Angra e Opeth, para citar alguns.
Fonte: Rock Of Angels Records



sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

DOLLS RAIDERS - Free Yourself (2018) França


"Free Yourself" é o álbum de estreia dos rockers franceses DOLLS RAIDERS lançado pela Mighty Music da Dinamarca. Sua música é destinada a fãs do glammy hard rock dos anos 80, Skid Row, LA Guns, Skid Row e similares, com uma abordagem sonora atualizada dos anos 2000.
Nos últimos 4 anos, os Dolls Raiders subiram ao palco em Rock Scene, na região de Toulouse, com sua bagagem de clássico, melodic hard Rock n’ Roll. A banda também dividiu o palco com muitas bandas conhecidas como Furious Zoo e Satan Jokers.
Tudo começou em janeiro de 2015, quando os Dolls Raiders se apresentaram num festival em Paris com seu nome original: Iron Cobra. Pouco tempo depois, a banda decidiu mudar seu nome para Dolls Raiders e começou a composição de seu primeiro álbum.
"Free Yourself" é inspirado na segunda metade dos anos 80 do American Glammy Hard Rock e Classic Rock, com uma pitada de tradicional metal sempre presente, especialmente em alguns riffs e solos de guitarra. O vocalista Nicolas tem um pouco de jovem Axl, mas melódico quando ele quer.
As músicas são dinâmicas, muito cativantes e muito bem gravadas.
Entre os melhores, há o Guns N 'Roses e o Ugly Kid Joe ' Bad Morning ', uma música pronta para as arenas intitulada' Taste Of Shame ' (completa com cowbell), a poderosa balada' Real Love ', dirigida pelo riff ' Take The Power '(semelhante ao LA Guns), a faixa blues que ostenta o nome ' Dolls Raiders ', e a faixa-título ' Free Yourself ', dos Skid Row.
Banda forte da França para ficar de olho.



quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Meyer Bliss - Running on Empty (2018) Holanda



MEYER BLISS é uma banda clássica de rock de 4 elementos formada em torno da vocalista / compositor Jelle Klumpenaar. Os vocais crus tipo blues, definem fortes grooves emotivos, melodias cativantes e riffs difusos. Jelle, novo em cena, jovem e talentoso cantor se uniu a três músicos de rock inteligentes. Juntos, eles criaram um álbum de estreia contendo 10 músicas de rock com ganchos e melodias inesquecíveis. Têm um som contemporâneo com um toque vintage.
O álbum de estreia RUNNING ON EMPTY foi composto, compilado e gravado ao longo do ano de 2017. Abastecido pela vida cotidiana, as músicas levam-te numa montanha-russa através de uma variedade de emoções, sentimentos e humores. Reconhecíveis por todos na jornada pela vida, que todos nós devemos fazer.
A banda valoriza a autoexpressão e a liberdade. Determinação e auto-propósito nos ajudam a alcançar nossos objetivos. Além disso, acreditamos que ouvir música nos permite viajar de volta àqueles lugares em nossas memórias que mais desejamos. Isso nos lembra dos melhores momentos de nossas vidas até agora. Até agora, porque o melhor momento ainda está por vir!



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

House Of Lords - Precious Metal (2014) USA



Os fãs de House of Lords realmente não podem protestar contra a política da sua banda favorita - apenas alguns meses depois do álbum solo de James Christian “Lay It On Me All” viu a luz do dia o mais recente trabalho do todo o coletivo - intitulado Precious Metal. E como para cada álbum deles - bem, talvez com exceção do lançamento infame de 2004 The Power And The Myth - o que o quarteto de entrega é uma dose maciça de melódicos hooks e refrões bombásticos. Eles não estão a vaguear fora do caminho que tomaram anos atrás também no caso de seu mais novo álbum - assim que House of Lords, uma banda com o reconhecimento de uma marca no mundo do melódico hard rock, prova mais uma vez que eles estão tidos em alta estima não sem uma razão.
House of Lords o legado musical - que James Christian continua bravamente - brilha através de faixas como a abertura "Battle " ou " Action ", temas poderosos de guitarra orientada, com genuinos refrões matadores e certo sabor de sentimento por eles. A banda gravita em direção ao AOR em "Live Every Day (Like It’s The Last) " ( enriquecido com grande solos de Jimi Sinos ) ou o mais dinâmico " I’m Breakin’ Free " e salta para o som mais contemporâneo em "Raw ". Há momentos ligeiramente mais fracos, como o sintetizador "Enemy Mine", mas em hipótese alguma alguém deveria chamá-los de enchimentos. E, como as baladas são obrigatórias , há um lugar para elas também " Turn Back The Tide " e o homônimo "Precious Metal" são a vitrine para performances vocais impressionantes de James Christian (afinal de contas , é o mesmo homem que cantou o seu coração em "Remember My Name" e " What’s Forever For " anos atrás , e o tempo que passou teve pouco ou nenhum impacto sobre a sua voz e forma) . Há Jimi Bell com sua proficiência de seis cordas - chegar a um compromisso perfeito entre o dinamismo e a melodia – e a seção rítmica estelar de Chris McCarvill e BJ Zampa tocam tão bem como sempre canção após canção .
Precious Metal é um reflexo perfeito de House Of Lords A.D. 2014 - a experiência dos membros da banda não descarta o entusiasmo ouvida em todo o disco, e seguindo a fórmula bem testada é o que eles fazem melhor. Refrão após refrão e um excelente solo de guitarra após o outro, eles trazem de volta o que tinham de melhor durante a década de 80 era de bombásticos hinos rock arena - e, ao mesmo tempo, não há dúvida sobre eles nunca soaram a desatualizados. Certamente qualquer fã de House of Lords não vai se decepcionar com o mais novo álbum da banda, bem como todo e qualquer aficionado de melódico hard rock.


Wolfpakk - Rise of the Animal (2015) Alemanha\Internacional




Novidade? originalidade? Nem por sombras! Puro e simples hardrock melódico cheio de emoções fortes com muitas incursões no metal e power como é o caso do 1º tema, vocalmente a cargo de Andi Deris. Bem, já lá vou, mas antes quero dizer-vos que este já é o 3º disco de originais da dupla Michael Voss e Mark Sweeney. E desta dupla, pouco mais há a dizer além de que todos os temas foram compostos e produzidos por ambos, e está claro, também executados tanto vocal como instrumentalmente.
Mais uma vez, a prole de participações especiais mais parece uma procissão de figuras espaciais no mundo do hard'n'heavy, os melhores, por assim dizer; ou mais correcto será, dos melhores da indústria. E para não estar a repetir, porque as letras são caras; eheheheh; verifiquem a lista abaixo, até dá arrepios de ver concentrada tamanha realeza. Mas Será que isso resultou em algo de "espantástico"? Bom, tudo depende do ponto de vista. A musica é 80's hard rock com a respectiva actualização, como no caso flagrante do 4º tema, "Highlands"; com um refrão bem Freedom Call. E se existe alguém capaz de fundir essas épocas na perfeição, esse alguém é Michael Voss. Porquê? Voss, vem desses tempos, desde Mad Max, Casanova; ele percorreu e viveu desde o início dos anos 80 toda a saga do hard'n'heavy, enquanto se tornava num dos mais conceituados musico\compositor\produtores da actualidade. Verdade verdadinha, não é um caso único nem singular, mas é de uma elite que não mais voltará a surgir. Ainda assim não resisto a aborrecer-vos com um punhado de nomes que participam neste disco, Kiske; Deris; Ted Poley; Don Dokken; JL Turner; D. Reece; Rick Altzi; Marc Storace; Charlie Huhn; isto só nos vocais. Bob Daisley; Al Barrow; Barend Courbois; no baixo. Jeff Watson; Ryan Roxie; Bernie Torme; John Norum; Doug Aldrich; Axel Rudi Pell nas guitarras. Mike Terrana; Mark Schulman; Simon Philips; e Chris Slade na bateria, e só para nomear os mais conhecidos. Realmente poderia-mos esperar por um disco daqueles de ficar de queixo caído; o que acontecerá àqueles que gostam e aplaudem este género musical. Para aqueles mais exigentes e críticos como eu; às vezes, eheheh; poderia a dupla ter-se esforçado um pouquinho mais em criar temas que ficassem para a posteridade como clássicos. De qualquer modo, é um excelente disco, cheio de surpresas, com 11 temas de alto nível e com participações de grandes músicos, em que no meio de tanta virtuosidade, ninguém se destaca. 
É um disco equilibradíssimo, onde a procissão de estrelas nada mais é do que um apoio à dupla vocal de Voss e Sweeney. Mesmo assim, carregam este disco com um fulgor que fascina, onde os solos de guitarra ainda assim se exprimem superiormente.
Um disco recomendado a todos aqueles que apreciam o melhor do hard'n'heavy vindo expressamente para vós, do passado, Da golden Era; em que cada tema é estruturado à medida do vocalista convidado, cortesia do "meister" Voss. Mais americanizado que o habitual, muito pelo facto queresponde aos nomes vocais em questão, é um disco que pode bem ser uma sensação.
É daqueles que podem gastar o dinheiro sem receios porque é bem empregue. Não é para todos, mas merece ser ouvido por uma larga audiência, visto que nos trás o melhor do que ainda se faz baseado na matriz original criada nos anos 80.
Extremamente recomendado!!!
McLeod Falou!


Last Autumn's Dream - Secret Treasures (Japanese Edition)(2018) Suécia



A banda de melódico rock Last Autumn's Dream está de volta em dezembro com um novo álbum chamado Secret Treasures. Eles reuniram material novo e velho numa mistura maravilhosa. O álbum é lançado primeiro no Japão e um pouco depois na Europa também.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Gaia Epicus - Alpha & Omega (2018) Noruega



Thomas Chr. Hansen, o guitarrista e vocalista dos Gaia Epicus no início de 2015 ele começou a trabalhar no novo álbum. Nos últimos três anos, 12 novas músicas foram gravadas. A mixagem do áudio foi realizada por Eduardo Belchior, no estúdio Intense Music Productions.



domingo, 16 de dezembro de 2018

POST DA SEMANA Presto Ballet - The Days Between (2018) USA


Presto Ballet, de Seattle, lançou o seu sexto álbum de estúdio, “The Days Between”. Fundada pelo guitarrista do Metal Church, Kurdt Vanderhoof, em 2005, Presto Ballet combina os aspectos melódicos e harmônicos da velha escola com o som neoprogressivo rock de hoje. Embora o seu som seja frequentemente comparado aos trabalhos iniciais dos Kansas, Rush e Yes, os Presto Ballet ainda mantém a sua própria identidade.
Em relação à direção musical de “The Days Between”, o guitarrista Kurdt Vanderhoof comenta: “Este novo álbum é uma mistura de influências musicais, que vão desde os anos 60 até os anos 70, mas feitas num contexto moderno. As músicas são um pouco mais focadas na melodia, ganchos e estrutura das músicas, é definitivamente mais do lado do melódico rock e tem todos os elementos das coisas que esta banda mais gosta na música!”


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Captain Black Beard - Before Plastic (2014) Suécia



Os suecos do melódico hard rock da velha escola Captain Black Beard regressam com o álbum número dois, Before Plastic, que vem depois de sua estreia extremamente bem-vinda de 2011. Desta vez, o quarteto também tocou com um trio de convidados especiais, guitarristas para dar uma mão, ou seja, Bruce Kulick (KISS, Grand Funk Railroad, Union), Tommy Denander (Imperia, Radioactive) e Mats Karlsson (220 Volt, The Summit). Os rockers têm um ritmo acelerado, riffs cativantes e refrões cheios de ganchos, são ouvidos em abundância, e os Captain Black Beard provam serem capazes de fazer o som do álbum ser novo e original, apesar de estarem passando por um terreno bem trilhado.
Before Plastic é o acompanhamento perfeito para aqueles verões quentes, quando só quiseres relaxar com um som da velha escola sem procurar muito em substância e profundidade dá uma olhada em títulos como 'Keep On Drivin', 'Shout' e 'Life's What You Make It' e eles falam muito por si. As contribuições dos convidados especiais são excelentes, mas não prejudicam a forte energia que a banda exibe. No geral, este é um álbum que é fácil e agradável para os ouvidos que implora para ser tocado ao vivo e deve ganhar muito mais novos admiradores.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

THUNDER - The Chameleon Session (2018) UK


"The Chameleon Session" é o novo álbum dos THUNDER, uma sessão gravada ao vivo no Chameleon Studios em Hamburgo em outubro de 2016, na frente de uma pequena audiência composta principalmente por mídia, parceiros de gravadoras e amigos.
Metade da audiência sentou no estúdio e usava fones de ouvido. A outra metade estava na sala de controle.
A banda tocou um conjunto acústico, seguido por um elétrico, com um pequeno intervalo no meio para redefinir o equipamento. A sessão foi completamente ao vivo, sem overdubs.
Muito íntimo, muito incomum, muito Thunder e, claro, muito bom.



Walter Trout - Survivor Blues (2019) USA


Em 25 de janeiro de 2019, WALTER TROUT lançará o seu novo álbum "Survivor Blues" no selo Provogue. Walter Trout não é um artista comum. "Survivor Blues" não é um álbum de covers comuns. Desde o dia em que concebeu o projeto até o momento em que contou a primeira música no estúdio, Walter Trout tinha um plano mais ousado para o Survivor Blues.
"Às vezes eu ando no meu carro", diz o titã dos blues dos EUA. "Eu tenho uma estação de blues - e aqui está outra banda (entre as inúmeras) fazendo 'Got My Mojo Workin'. E há uma pequena voz em mim que diz: 'O mundo precisa de outra versão dessa música?'
Então eu tive uma ideia. Eu não queria fazer covers de músicas conhecidas. Eu não queria fazer dos maiores sucessos do blues. Eu queria fazer de músicas antigas e obscuras que dificilmente foram feitas covers. E foi assim que o Survivor Blues começou ... "
Não é só a seleção de músicas que é estupenda, mas também, Trout é um dos melhores guitarristas de 'heavy blues' por aí agora.
Este não é apenas um álbum de 'blues tradicional'; é um disco rockin ', kickin', heavy blues com mais energia e vitalidade do que muitos lançamentos de power metal deste ano.
Work Trout e sua banda matadora são o negócio real: "Survivor Blues" vai apelar aos ouvintes de clássico blues rock, mas também aos fãs de hard rock e até headbanger metal. Se tu gostas de 'música real', simplesmente não podes resistir ao Walter Trout & estes rapazes.
Se perderes o grande Gary Moore ou Stevie Ray Vaughan, e gostas de Joe Bonamassa quando ele decide fazer rock, então "Survivor Blues", de Walter Trout, é obrigatório.
Ele será lançado em 2019, mas para mim é simplesmente um dos melhores lançamentos de blues-rock deste ano.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Healer - Heading for the Storm 2018 Alemanha


Poderíamos colocar as coisas desta forma: Os Greta Van Fleet são indicados como dignos sucessores dos Led zeppelin na área do Classic Rock, mas Healer pode ser considerado o sucessor exemplar de UFO, Rainbow, Foreigner e Co. ambições convincentes não podem ser levadas adiante, este tipo de melódico hard rock inicial, estilo hino como na área do AOR, para se manter vivo, até mesmo para se atualizar. Nenhuma orgia de Hammond dos anos 70, mas sim tendendo para os anos 80, até mesmo inserções de sintetizadores. Alguns músicos de Long Distance Calling, Orden Ogan, Misery Speaks & Zodiac juntaram-se ao vocalista musical e de ópera Michael Scheel, e há poucos meses eles montaram um EP, que introduziu muitas ressonâncias positivas. Agora, com "Heading For The Storm", a estreia está nos balcões de vendas.
Conclusão: Às vezes, estou inclinado a afirmar que a banda se aproxima muito dos grandes nomes dos anos 70 e início dos anos 80, mas a próxima melodia cativante, o próximo Riff cativante, mas ainda assim definidor, da própria marca distinta, mas segue as vozes suaves ao estilo dos Journey ... e uma produção agradável e adaptada ao som.
Aqui está a maior alegria para os hard rockers da boa velha escola.