domingo, 1 de março de 2026

Joel Hoekstra’s 13 - From The Fade (2026) USA

A avaliação sobre o novo álbum de Joel Hoekstra’s 13, intitulado From The Fade (lançado a 27 de fevereiro de 2026), é extremamente positiva, conferindo ao disco a 

Nota: 8.5/10 

O blog descreve o trabalho como uma "masterclass" de Hard Rock melódico, destacando que este quarto álbum de estúdio consolida o projeto como um dos supergrupos mais consequentes da atualidade.

Aqui estão os pontos principais da análise:

1. Um "Dream Team" de Veteranos

O álbum beneficia da química entre músicos lendários, criando o que o site chama de um "banquete auditivo gourmet":

  • Joel Hoekstra (Guitarras): O seu trabalho de riff e solo evoca lendas como Ritchie Blackmore e John Sykes, com uma técnica cirúrgica.

  • Girish Pradhan (Vocais): O vocalista (dos Girish And The Chronicles) é amplamente elogiado pelo seu tom rouco e poderoso, comparado a Russell Allen e Jeff Scott Soto, trazendo uma "crueza formidável" às canções.

  • Tony Franklin (Baixo): O seu baixo fretless proporciona uma base fluida e rica.

  • Vinnie Appice (Bateria): Entrega a sua batida clássica e explosiva, reminiscente dos seus dias com Black Sabbath e Dio.

  • Derek Sherinian (Teclados): Adiciona texturas progressivas e solos virtuosos.

2. Destaques das Faixas

O álbum é descrito como um portfólio de dez faixas que equilibram nostalgia e modernidade:

  • "You Can Give": Uma abertura otimista e feita para arenas, com ganchos melódicos viciantes.

  • "The Fall": Uma mistura do swagger bluesy dos Whitesnake com a agressividade metálica de Dio.

  • "Misunderstood": Uma faixa de ritmo acelerado onde Hoekstra canaliza o estilo de Vivian Campbell em 1984.

  • "The End Of Me": Descrita como o ponto alto do disco, uma "mini-épica" que presta uma homenagem brilhante a "Heaven and Hell" dos Black Sabbath.

  • "Quite The Ride": O encerramento com toques de Rock Progressivo, lembrando bandas como Styx e Yes, destacando os sintetizadores de Sherinian.

3. Veredito Final

Para nós, o álbum é essencial para os puristas do Hard Rock e Heavy Metal da "velha escola". Embora se questione se atinge o nível intocável de clássicos como o álbum de estreia dos Blue Murder ou The Last in Line de Dio, ele afirma que From The Fade capta exatamente o mesmo espírito.


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BlackRain - Orphans Of The Light (2026) França

Os BlackRain sempre foram a resposta da França ao Sunset Strip, mas em 2026, com o lançamento de Orphans Of The Light, eles provam que já não são apenas "os miúdos do Glam". Se o álbum anterior, Untamed (2022), foi uma explosão de energia juvenil, este novo trabalho é o som de uma banda que aprendeu a dominar a escuridão sem perder o brilho do neon.

O Veredito: "O Melhor Álbum da Banda"

Embora as expectativas para um novo lançamento de BlackRain sejam sempre altas, este álbum "estilhaça as expectativas". O disco é fenomenal, combinando a energia do Sleaze Rock escandinavo com uma grandeza melódica que remete diretamente aos Queen.

A Nova Arma: Jerem G

Um dos pontos mais elogiados é a entrada do novo guitarrista principal, Jerem G. é descrito como uma "estrela em ascensão", um "deus da guitarra" que traz não apenas velocidade, mas uma melodia e técnica que elevam a banda. A química entre ele e o vocalista Swan Hellion é considerada um dos pilares do sucesso deste disco.

Análise das Faixas (Destaques)

  • "Dreams": Uma abertura surpreendente com sintetizadores e narração que rapidamente evolui para um som contagiante, comparado à estrutura de "Bohemian Rhapsody" pela sua variação e poder.

  • "Come On": Puro Glam Metal dos anos 80, evocando o som de Skid Row (fase de estreia) e Mötley Crüe (Dr. Feelgood). É a resposta perfeita para quem diz que "já não se faz música assim".

  • "Orphans Of The Light" (Faixa-Título): Uma composição teatral com riffs massivos, situada na fronteira entre o Sleaze e o Power Metal.

  • "Unleash The Fury": Descrita como uma mistura entre a era Rest In Sleaze dos Crashdïet e os primeiros álbuns de Dokken.

  • "If This Is Love": Definida como uma "power ballad épica de sleaze metal", onde a emoção e a técnica de guitarra são de "tirar o fôlego".

  • "Disagree": Uma das faixas mais rápidas, onde a fusão entre o sleaze sueco e o som dos Queen atinge o seu auge.

  • "Farewell": O encerramento triunfante, sendo a faixa com a influência mais óbvia de Queen em todo o álbum.

Conclusão 

Swan Hellion continua com uma capacidade vocal impressionante, especialmente nas notas altas, e que a secção rítmica (Franky Costanza na bateria e Matthieu De La Roche no baixo) está mais sólida do que nunca.

Nota: 8.9/10

Destaques: "Dreams", "Orphans Of The Light", "If This Is Love", "Disagree"

Recomendado para: Fãs de Queen, Crashdïet, Mötley Crüe e qualquer pessoa que procure Hard Rock moderno com alma de arena.


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