
Se existe uma banda que define o conceito de "se não está estragado, não consertes", essa banda são os X-Sinner. O seu novo álbum de 2026, intitulado significativamente Goin' Out With A Bang, é saudado como o "Regresso Hard Rock do Ano".
Aqui está a análise deste lançamento que prova que o rock clássico de alta voltagem nunca morre.
O Regresso dos "Filhos Espirituais" de AC/DC
Desde a sua estreia no final dos anos 80, os X-Sinner foram sempre comparados aos AC/DC (especialmente da era Back in Black). Em 2026, eles não tentam fugir dessa herança; pelo contrário, abraçam-na com uma produção moderna e uma energia que muitos grupos com metade da idade não conseguem replicar.
O Som: Imagine a precisão rítmica de Malcolm Young aliada à voz rouca e carismática que o género exige. O álbum é seco, direto e focado em riffs de guitarra que entram no cérebro e não saem.
A Produção: A crítica destaca que, apesar de soar "clássico", o disco tem um polimento de 2026 que faz as colunas tremerem. A bateria é massiva e as guitarras têm aquele estalido característico das válvulas a ferver.
O Veredito
Goin' Out With A Bang é o álbum que os fãs de Hard Rock tradicional estavam à espera. Os X-Sinner conseguiram a proeza de soar familiares sem parecerem uma mera cópia de si mesmos. É um disco cheio de ganchos melódicos, letras com mensagem e, acima de tudo, uma honestidade sonora rara nos dias de hoje.
Para mim, este não é apenas um bom álbum; é a prova de que a banda ainda é o "padrão ouro" do Hard Rock clássico dentro e fora do seu nicho original.
"Se este for realmente o último suspiro dos X-Sinner, então eles acabam de entregar a sua obra-prima definitiva."
Nota: 9.2/10
Recomendado para: Fãs de AC/DC, Krokus, Rhino Bucket e qualquer pessoa que aprecie Rock’n’Roll puro, duro e sem filtros.
